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Morre Gracindo Jr., ícone da TV brasileira, aos 83 anos

Aos 83 anos, faleceu Gracindo Jr. no Rio de Janeiro. Filho de Paulo Gracindo, teve carreira de mais de seis décadas como ator e diretor.

02/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h17
Morre Gracindo Jr., ícone da TV brasileira, aos 83 anos

Epaminondas Xavier Gracindo, filho do ator Paulo Gracindo, morreu nesta quarta em sua casa no Rio, aos 83 anos, segundo o filho Pedro. A causa da morte não foi divulgada; deixou mais de seis décadas na televisão.

Faleceu nesta quarta-feira (2/9), em sua residência no Rio de Janeiro, aos 83 anos, o ator e diretor Gracindo Jr. A notícia da partida do veterano foi confirmada por seu filho, Pedro Gracindo, e a causa da morte não foi divulgada até o momento.

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Epaminondas Xavier Gracindo deixou um legado de mais de seis décadas na televisão brasileira, trajetória que se cruza com a própria evolução da emissora fundada em 1965, onde esteve presente no elenco inaugural. Filho do ator Paulo Gracindo, consolidou uma carreira marcada por trabalhos à frente e atrás das câmeras.

Ainda jovem, Gracindo Jr. chegou a cursar Psicologia, mas optou pela carreira artística: aos 15 anos iniciou como rádio-ator na Rádio Nacional. No teatro e na televisão, passou por papéis que marcaram o público e dividiram as atenções com o próprio pai em momentos emblemáticos da dramaturgia nacional.

Na tela, conviveu com marcos da teledramaturgia. Participou de produções como O Bem-Amado, em que atuou ao lado do pai; O Casarão, no qual ambos interpretaram o mesmo personagem em fases diferentes da vida; O Salvador da Pátria; Rainha da Sucata; e Celebridade. Esses trabalhos ajudaram a consolidar sua imagem entre atores que acompanharam a formação da cultura pop televisiva brasileira.

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Também atuou como diretor, cargo no qual assinou a direção da novela Marron-Glacé e episódios de Os Trapalhões (1983), além de ter sido responsável por lançar os primeiros videoclipes no programa Fantástico. Na TV Manchete, destacou-se ao interpretar Dom Pedro I na minissérie A Marquesa de Santos e por sua participação em Dona Beija.

Em fases posteriores da carreira, Gracindo Jr. levou sua experiência para outra emissora, integrando o elenco de produções na Record TV, como Cidadão Brasileiro e Rei Davi. Ao longo de sua trajetória, transitou entre diferentes formatos — novela, minissérie, direção e programas de variedades — deixando um repertório amplo que refletiu mudanças e tendências da televisão.

Não há, até agora, informações oficiais sobre cerimônia ou velório. Familiares e colegas ainda não divulgaram detalhes sobre despedida ou homenagens. A confirmação do falecimento por Pedro Gracindo encerra um ciclo de mais de seis décadas de atuação e contribuições para a dramaturgia nacional.

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Epaminondas Xavier Gracindo, filho do ator Paulo Gracindo, morreu nesta quarta em sua casa no Rio, aos 83 anos, segundo o filho Pedro. A causa da morte não foi divulgada; deixou mais de seis décadas na televisão.

Faleceu nesta quarta-feira (2/9), em sua residência no Rio de Janeiro, aos 83 anos, o ator e diretor Gracindo Jr. A notícia da partida do veterano foi confirmada por seu filho, Pedro Gracindo, e a causa da morte não foi divulgada até o momento.

Epaminondas Xavier Gracindo deixou um legado de mais de seis décadas na televisão brasileira, trajetória que se cruza com a própria evolução da emissora fundada em 1965, onde esteve presente no elenco inaugural. Filho do ator Paulo Gracindo, consolidou uma carreira marcada por trabalhos à frente e atrás das câmeras.

Ainda jovem, Gracindo Jr. chegou a cursar Psicologia, mas optou pela carreira artística: aos 15 anos iniciou como rádio-ator na Rádio Nacional. No teatro e na televisão, passou por papéis que marcaram o público e dividiram as atenções com o próprio pai em momentos emblemáticos da dramaturgia nacional.

Na tela, conviveu com marcos da teledramaturgia. Participou de produções como O Bem-Amado, em que atuou ao lado do pai; O Casarão, no qual ambos interpretaram o mesmo personagem em fases diferentes da vida; O Salvador da Pátria; Rainha da Sucata; e Celebridade. Esses trabalhos ajudaram a consolidar sua imagem entre atores que acompanharam a formação da cultura pop televisiva brasileira.

Também atuou como diretor, cargo no qual assinou a direção da novela Marron-Glacé e episódios de Os Trapalhões (1983), além de ter sido responsável por lançar os primeiros videoclipes no programa Fantástico. Na TV Manchete, destacou-se ao interpretar Dom Pedro I na minissérie A Marquesa de Santos e por sua participação em Dona Beija.

Em fases posteriores da carreira, Gracindo Jr. levou sua experiência para outra emissora, integrando o elenco de produções na Record TV, como Cidadão Brasileiro e Rei Davi. Ao longo de sua trajetória, transitou entre diferentes formatos — novela, minissérie, direção e programas de variedades — deixando um repertório amplo que refletiu mudanças e tendências da televisão.

Não há, até agora, informações oficiais sobre cerimônia ou velório. Familiares e colegas ainda não divulgaram detalhes sobre despedida ou homenagens. A confirmação do falecimento por Pedro Gracindo encerra um ciclo de mais de seis décadas de atuação e contribuições para a dramaturgia nacional.

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