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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Aracaju

Professores mantêm greve e ocupam sede da SEED pelo segundo dia em Aracaju

Categoria cobra cumprimento de decisão do STF sobre a carreira do magistério, enquanto Governo destaca liminar judicial que proíbe a paralisação sob pena de multa milionária.

09/09/2026 · 09h49
Professores mantêm greve e ocupam sede da SEED pelo segundo dia em Aracaju

Categoria cobra cumprimento de decisão do STF sobre a carreira do magistério, enquanto Governo destaca liminar judicial que proíbe a paralisação sob pena de multa milionária.

A greve dos professores da rede estadual de ensino de Sergipe entrou em seu segundo dia nesta quarta-feira (9) com a manutenção da ocupação do prédio da Secretaria de Estado da Educação (SEED), em Aracaju. A mobilização, que teve início na terça-feira (8) após deliberação em assembleia da categoria, segue por tempo indeterminado. Concentrados nas dependências da secretaria, os educadores pressionam a gestão e aguardam ser recebidos oficialmente pela titular da pasta para a apresentação das pautas de reivindicações.

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O movimento paredista é capitaneado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese). O eixo central de cobrança da categoria direcionado ao Governo do Estado é o cumprimento imediato de uma decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A determinação da Corte Suprema versa sobre a garantia da retomada do escalonamento da carreira do magistério estadual, direito que os professores exigem ver aplicado na prática administrativa de forma imediata.

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Em resposta à radicalização do movimento e à ocupação do prédio público, a SEED emitiu uma nota oficial lamentando a postura adotada pelo sindicato. A pasta garantiu que, apesar da paralisação, todas as 319 escolas da rede pública estadual seguirão de portas abertas para atender aos alunos. A secretaria ressaltou que os canais de diálogo com o Estado permanecem abertos, argumentando que a atual gestão já promoveu a reestruturação da carreira com concessão de avanços salariais recentes, e que agora aguarda o julgamento definitivo do STF na ação que discute a escolaridade mínima de ingresso na profissão.

O impasse agrava-se diante do cenário jurídico desfavorável ao sindicato. A continuidade da greve desafia frontalmente a decisão expedida na última sexta-feira (4) pela desembargadora Ana Bernadete Leite de Carvalho Andrade, do Tribunal de Justiça de Sergipe. A magistrada atendeu a um pedido liminar do Governo do Estado e proibiu a paralisação, estipulando uma pesada multa diária de R$ 60 mil contra o Sintese, limitada ao teto de R$ 600 mil, em caso de descumprimento da ordem de retorno às salas de aula.

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Categoria cobra cumprimento de decisão do STF sobre a carreira do magistério, enquanto Governo destaca liminar judicial que proíbe a paralisação sob pena de multa milionária.

A greve dos professores da rede estadual de ensino de Sergipe entrou em seu segundo dia nesta quarta-feira (9) com a manutenção da ocupação do prédio da Secretaria de Estado da Educação (SEED), em Aracaju. A mobilização, que teve início na terça-feira (8) após deliberação em assembleia da categoria, segue por tempo indeterminado. Concentrados nas dependências da secretaria, os educadores pressionam a gestão e aguardam ser recebidos oficialmente pela titular da pasta para a apresentação das pautas de reivindicações.

O movimento paredista é capitaneado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Estado de Sergipe (Sintese). O eixo central de cobrança da categoria direcionado ao Governo do Estado é o cumprimento imediato de uma decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A determinação da Corte Suprema versa sobre a garantia da retomada do escalonamento da carreira do magistério estadual, direito que os professores exigem ver aplicado na prática administrativa de forma imediata.

Em resposta à radicalização do movimento e à ocupação do prédio público, a SEED emitiu uma nota oficial lamentando a postura adotada pelo sindicato. A pasta garantiu que, apesar da paralisação, todas as 319 escolas da rede pública estadual seguirão de portas abertas para atender aos alunos. A secretaria ressaltou que os canais de diálogo com o Estado permanecem abertos, argumentando que a atual gestão já promoveu a reestruturação da carreira com concessão de avanços salariais recentes, e que agora aguarda o julgamento definitivo do STF na ação que discute a escolaridade mínima de ingresso na profissão.

O impasse agrava-se diante do cenário jurídico desfavorável ao sindicato. A continuidade da greve desafia frontalmente a decisão expedida na última sexta-feira (4) pela desembargadora Ana Bernadete Leite de Carvalho Andrade, do Tribunal de Justiça de Sergipe. A magistrada atendeu a um pedido liminar do Governo do Estado e proibiu a paralisação, estipulando uma pesada multa diária de R$ 60 mil contra o Sintese, limitada ao teto de R$ 600 mil, em caso de descumprimento da ordem de retorno às salas de aula.

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