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Política

Fachin restabelece diretor-geral da PF; AGU comemora retorno à ordem

AGU afirmou que suspensão de Fachin sobre o comando da PF restaura ordem pública, reafirma competências presidenciais e garante independência das investigações.

09/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h37
Fachin restabelece diretor-geral da PF; AGU comemora retorno à ordem

Fachin suspendeu a decisão de André Mendonça que afastou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. A AGU disse que a liminar restabelece a ordem pública e administrativa.

A Advocacia-Geral da União (AGU) considerou acertada a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, que suspendeu a decisão monocrática do ministro André Mendonça que afastava o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Após o afastamento de Andrei Rodrigues, a AGU entrou com pedido liminar para suspender a decisão de Mendonça.

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Nesta quarta-feira (9), Edson Fachin suspendeu a decisão de André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. Fachin também suspendeu a decisão do ministro Flávio Dino que reintegrou os dois dirigentes da Polícia Federal aos cargos. A movimentação judicial envolveu medidas opostas tomadas por diferentes ministros e foi objeto de manifestação formal da Advocacia-Geral da União.

A AGU avaliou que a intervenção de Fachin tem efeito de restauração da ordem pública e administrativa e ressaltou a prerrogativa constitucional atribuída ao presidente da República para nomear e exonerar dirigentes da Polícia Federal.

“Com isso, também são restabelecidas as condições necessárias ao regular funcionamento das atividades da Polícia Federal, instituição essencial à segurança pública e ao Estado Democrático de Direito”.

Em nota, a AGU afirmou ainda que a decisão contribui para restaurar a institucionalidade do Supremo Tribunal Federal e para fortalecer a confiança da sociedade no Poder Judiciário.

“A medida também milita em favor da harmonia entre os Poderes da República, ao reafirmar e respeitar as competências que a Constituição Federal atribui a cada um deles. Em última análise, contribui para a preservação da paz social e da estabilidade institucional”.

Também nesta quarta, o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou nota reafirmando a confiança nas instituições republicanas e na Polícia Federal, e destacando a continuidade das investigações conduzidas pela corporação.

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“Todas as investigações conduzidas pela Polícia Federal deverão prosseguir com absoluta independência, rigor técnico e estrita observância da lei, alcançando todos os fatos e todos os envolvidos, sem exceções”.

O ministério reforçou que nenhuma circunstância poderá comprometer a continuidade, a profundidade ou a integridade das apurações em curso pela Polícia Federal.

“Cabe à Polícia Federal investigar, com plena liberdade e responsabilidade, onde quer que os fatos a conduzam, para que a verdade seja integralmente esclarecida e as responsabilidades, quaisquer que sejam, devidamente apuradas”.

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Em vídeo publicado nas redes sociais, o ministro Wellington Lima destacou a continuidade das atividades da Polícia Federal e a normalidade da gestão das operações.

“Tenho certeza absoluta de que daremos continuidade à regularidade plena das atividades da Polícia Federal, de todas as suas operações, de toda a sua gestão”.

As decisões judiciais e as notas oficiais marcam um capítulo importante na disputa institucional sobre o comando da Polícia Federal. A AGU entende que a medida judicial reafirma a competência presidencial para provimento de cargos de direção na PF e que isso contribui para estabilidade institucional e para o funcionamento regular das atividades de investigação.

Matéria ampliada às 18h33

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Fachin suspendeu a decisão de André Mendonça que afastou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. A AGU disse que a liminar restabelece a ordem pública e administrativa.

A Advocacia-Geral da União (AGU) considerou acertada a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, que suspendeu a decisão monocrática do ministro André Mendonça que afastava o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Após o afastamento de Andrei Rodrigues, a AGU entrou com pedido liminar para suspender a decisão de Mendonça.

Nesta quarta-feira (9), Edson Fachin suspendeu a decisão de André Mendonça de afastar o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o diretor de Inteligência, Leandro Almada. Fachin também suspendeu a decisão do ministro Flávio Dino que reintegrou os dois dirigentes da Polícia Federal aos cargos. A movimentação judicial envolveu medidas opostas tomadas por diferentes ministros e foi objeto de manifestação formal da Advocacia-Geral da União.

A AGU avaliou que a intervenção de Fachin tem efeito de restauração da ordem pública e administrativa e ressaltou a prerrogativa constitucional atribuída ao presidente da República para nomear e exonerar dirigentes da Polícia Federal.

“Com isso, também são restabelecidas as condições necessárias ao regular funcionamento das atividades da Polícia Federal, instituição essencial à segurança pública e ao Estado Democrático de Direito”.

Em nota, a AGU afirmou ainda que a decisão contribui para restaurar a institucionalidade do Supremo Tribunal Federal e para fortalecer a confiança da sociedade no Poder Judiciário.

“A medida também milita em favor da harmonia entre os Poderes da República, ao reafirmar e respeitar as competências que a Constituição Federal atribui a cada um deles. Em última análise, contribui para a preservação da paz social e da estabilidade institucional”.

Também nesta quarta, o Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou nota reafirmando a confiança nas instituições republicanas e na Polícia Federal, e destacando a continuidade das investigações conduzidas pela corporação.

“Todas as investigações conduzidas pela Polícia Federal deverão prosseguir com absoluta independência, rigor técnico e estrita observância da lei, alcançando todos os fatos e todos os envolvidos, sem exceções”.

O ministério reforçou que nenhuma circunstância poderá comprometer a continuidade, a profundidade ou a integridade das apurações em curso pela Polícia Federal.

“Cabe à Polícia Federal investigar, com plena liberdade e responsabilidade, onde quer que os fatos a conduzam, para que a verdade seja integralmente esclarecida e as responsabilidades, quaisquer que sejam, devidamente apuradas”.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o ministro Wellington Lima destacou a continuidade das atividades da Polícia Federal e a normalidade da gestão das operações.

“Tenho certeza absoluta de que daremos continuidade à regularidade plena das atividades da Polícia Federal, de todas as suas operações, de toda a sua gestão”.

As decisões judiciais e as notas oficiais marcam um capítulo importante na disputa institucional sobre o comando da Polícia Federal. A AGU entende que a medida judicial reafirma a competência presidencial para provimento de cargos de direção na PF e que isso contribui para estabilidade institucional e para o funcionamento regular das atividades de investigação.

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