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Tecnologia

Angiru relança visual do Orkut em 2026, mas não restaura contas antigas

Angiru, rede social paraguaia, tenta recriar o Orkut com comunidades e depoimentos, mas exige novo cadastro e não recupera contas antigas.

13/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h45
Angiru relança visual do Orkut em 2026, mas não restaura contas antigas

Lançada no Paraguai, a rede Angiru reproduz perfis, comunidades, fotos e depoimentos do Orkut. Não há vínculo com o Google e não é possível recuperar contas antigas. Usuários precisam criar novos perfis.

Quem sente falta do Orkut ganhou uma nova opção para matar a saudade em 2026. O Angiru é uma rede social independente criada no Paraguai que reproduz elementos marcantes da antiga plataforma, como perfis, comunidades, amigos, fotos e depoimentos.

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A proposta não tem relação oficial com o Google e também não recupera as antigas contas do Orkut. Na prática, quem quiser experimentar o serviço precisa criar um novo perfil e reconstruir sua rede de contatos.

A plataforma voltou a chamar atenção no Brasil nas últimas semanas, com usuários compartilhando perfis e mostrando a experiência nas redes sociais. Uma publicação no Instagram sobre o Angiru, por exemplo, acumulava centenas de comentários de pessoas perguntando como criar uma conta ou relatando que já haviam entrado no serviço.

O Angiru foi desenvolvido pela empresa paraguaia Softwarani E.A.S. e assume como referência a experiência do Orkut. O nome vem do guarani e significa “amigo”, segundo informações publicadas sobre o projeto.

A interface também segue essa proposta. Em vez de apostar apenas em um feed de publicações, como acontece nas principais redes sociais atuais, o serviço organiza a experiência em torno de perfis, amizades e comunidades. O site funciona diretamente pelo navegador e possui opção de idioma em português. O cadastro é feito dentro da própria plataforma, sem necessidade de instalar um aplicativo ou programa no computador.

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Outro detalhe importante é que o serviço não utiliza os dados do antigo Orkut. Não existe uma forma de entrar com a antiga conta do Google e recuperar automaticamente amigos, fotos, mensagens ou comunidades. Quem entrar no Angiru começa praticamente do zero: é preciso criar um novo usuário, encontrar outras pessoas na plataforma e participar novamente das comunidades.

A parte mais nostálgica da experiência está nos recursos sociais. O Angiru permite criar e participar de comunidades, além de manter perfis pessoais e interações entre usuários. A estrutura tenta recuperar uma dinâmica que era comum no Orkut, quando comunidades funcionavam como grandes pontos de encontro para pessoas com interesses em comum. Os depoimentos também fazem parte da experiência, recurso que permitia que outras pessoas escrevessem mensagens que apareciam no perfil do usuário.

Apesar da semelhança visual e funcional, a plataforma foi desenvolvida para funcionar hoje em servidores diferentes dos usados pelo Orkut original, encerrado em 2014. Por isso, é possível reproduzir aspectos da experiência, mas não recuperar os dados da conta antiga.

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Por ser um serviço independente, recomenda-se adotar cuidados básicos de segurança: usar senhas exclusivas e evitar o compartilhamento de informações sensíveis em uma rede que o usuário ainda não conhece bem.

O Orkut original segue encerrado. O Angiru se apresenta como uma recriação da experiência dos anos 2000, mas exige nova conta e não restaura o conteúdo da plataforma original.

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Lançada no Paraguai, a rede Angiru reproduz perfis, comunidades, fotos e depoimentos do Orkut. Não há vínculo com o Google e não é possível recuperar contas antigas. Usuários precisam criar novos perfis.

Quem sente falta do Orkut ganhou uma nova opção para matar a saudade em 2026. O Angiru é uma rede social independente criada no Paraguai que reproduz elementos marcantes da antiga plataforma, como perfis, comunidades, amigos, fotos e depoimentos.

A proposta não tem relação oficial com o Google e também não recupera as antigas contas do Orkut. Na prática, quem quiser experimentar o serviço precisa criar um novo perfil e reconstruir sua rede de contatos.

A plataforma voltou a chamar atenção no Brasil nas últimas semanas, com usuários compartilhando perfis e mostrando a experiência nas redes sociais. Uma publicação no Instagram sobre o Angiru, por exemplo, acumulava centenas de comentários de pessoas perguntando como criar uma conta ou relatando que já haviam entrado no serviço.

O Angiru foi desenvolvido pela empresa paraguaia Softwarani E.A.S. e assume como referência a experiência do Orkut. O nome vem do guarani e significa “amigo”, segundo informações publicadas sobre o projeto.

A interface também segue essa proposta. Em vez de apostar apenas em um feed de publicações, como acontece nas principais redes sociais atuais, o serviço organiza a experiência em torno de perfis, amizades e comunidades. O site funciona diretamente pelo navegador e possui opção de idioma em português. O cadastro é feito dentro da própria plataforma, sem necessidade de instalar um aplicativo ou programa no computador.

Outro detalhe importante é que o serviço não utiliza os dados do antigo Orkut. Não existe uma forma de entrar com a antiga conta do Google e recuperar automaticamente amigos, fotos, mensagens ou comunidades. Quem entrar no Angiru começa praticamente do zero: é preciso criar um novo usuário, encontrar outras pessoas na plataforma e participar novamente das comunidades.

A parte mais nostálgica da experiência está nos recursos sociais. O Angiru permite criar e participar de comunidades, além de manter perfis pessoais e interações entre usuários. A estrutura tenta recuperar uma dinâmica que era comum no Orkut, quando comunidades funcionavam como grandes pontos de encontro para pessoas com interesses em comum. Os depoimentos também fazem parte da experiência, recurso que permitia que outras pessoas escrevessem mensagens que apareciam no perfil do usuário.

Apesar da semelhança visual e funcional, a plataforma foi desenvolvida para funcionar hoje em servidores diferentes dos usados pelo Orkut original, encerrado em 2014. Por isso, é possível reproduzir aspectos da experiência, mas não recuperar os dados da conta antiga.

Por ser um serviço independente, recomenda-se adotar cuidados básicos de segurança: usar senhas exclusivas e evitar o compartilhamento de informações sensíveis em uma rede que o usuário ainda não conhece bem.

O Orkut original segue encerrado. O Angiru se apresenta como uma recriação da experiência dos anos 2000, mas exige nova conta e não restaura o conteúdo da plataforma original.

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