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Aracaju, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Cidades

Operação nacional combate comércio ilegal de celulares em Aracaju, Lagarto e Itabaiana

Ação integrada da Polícia Civil, Polícia Científica e Sefaz fiscaliza estabelecimentos comerciais; "Operação Última Chamada" rastreia aparelhos roubados através do IMEI.

18/09/2026 · 09h21
Operação nacional combate comércio ilegal de celulares em Aracaju, Lagarto e Itabaiana

Ação integrada da Polícia Civil, Polícia Científica e Sefaz fiscaliza estabelecimentos comerciais; “Operação Última Chamada” rastreia aparelhos roubados através do IMEI.

Os polos comerciais de Aracaju, Lagarto e Itabaiana são os alvos em Sergipe da segunda edição da “Operação Última Chamada”, uma ampla mobilização nacional deflagrada para combater crimes de roubo, furto, receptação e o comércio clandestino de aparelhos celulares. As ações ostensivas e de fiscalização acontecem ao longo desta semana, encerrando-se nesta sexta-feira (18).

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No estado, a força-tarefa é conduzida de forma integrada pela Polícia Civil, com o suporte técnico da Polícia Científica e o apoio fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). As equipes estão percorrendo diversos estabelecimentos comerciais para identificar aparelhos de origem criminosa ou que apresentem qualquer tipo de irregularidade em suas documentações.

Como funciona a fiscalização

Os trabalhos nos municípios sergipanos envolvem uma varredura rigorosa nos estoques e vitrines das lojas visitadas. A operação atua nas seguintes frentes:

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  • Rastreamento de IMEI: Os peritos realizam a análise minuciosa dos números de identificação (IMEI) de cada celular exposto à venda, cruzando os dados para checar se há restrições de roubo ou furto.
  • Irregularidade Fiscal: Os auditores da Sefaz focam na apuração comercial, exigindo notas fiscais e verificando se os aparelhos entraram no mercado de forma lícita e com os impostos devidos recolhidos.
  • Apreensão e Encaminhamento: Embora a Polícia Civil ressalte que esta fase possui um caráter educativo para os lojistas, qualquer aparelho encontrado com indícios de crime é imediatamente apreendido, e os responsáveis são encaminhados à delegacia para responderem aos procedimentos legais cabíveis.

Todas as informações e dados de aparelhos irregulares coletados durante as diligências em Sergipe estão sendo integrados ao Banco Nacional de Celulares com Restrição, uma ferramenta estratégica do Ministério da Justiça.

A primeira edição da mobilização, realizada em agosto deste ano, contou com a participação de 23 estados da Federação e resultou em um saldo positivo de mais de 8 mil aparelhos recuperados e devolvidos aos verdadeiros donos em todo o país. O planejamento prevê que novas etapas da operação ocorram nos próximos meses.

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Ação integrada da Polícia Civil, Polícia Científica e Sefaz fiscaliza estabelecimentos comerciais; “Operação Última Chamada” rastreia aparelhos roubados através do IMEI.

Os polos comerciais de Aracaju, Lagarto e Itabaiana são os alvos em Sergipe da segunda edição da “Operação Última Chamada”, uma ampla mobilização nacional deflagrada para combater crimes de roubo, furto, receptação e o comércio clandestino de aparelhos celulares. As ações ostensivas e de fiscalização acontecem ao longo desta semana, encerrando-se nesta sexta-feira (18).

No estado, a força-tarefa é conduzida de forma integrada pela Polícia Civil, com o suporte técnico da Polícia Científica e o apoio fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). As equipes estão percorrendo diversos estabelecimentos comerciais para identificar aparelhos de origem criminosa ou que apresentem qualquer tipo de irregularidade em suas documentações.

Como funciona a fiscalização

Os trabalhos nos municípios sergipanos envolvem uma varredura rigorosa nos estoques e vitrines das lojas visitadas. A operação atua nas seguintes frentes:

  • Rastreamento de IMEI: Os peritos realizam a análise minuciosa dos números de identificação (IMEI) de cada celular exposto à venda, cruzando os dados para checar se há restrições de roubo ou furto.
  • Irregularidade Fiscal: Os auditores da Sefaz focam na apuração comercial, exigindo notas fiscais e verificando se os aparelhos entraram no mercado de forma lícita e com os impostos devidos recolhidos.
  • Apreensão e Encaminhamento: Embora a Polícia Civil ressalte que esta fase possui um caráter educativo para os lojistas, qualquer aparelho encontrado com indícios de crime é imediatamente apreendido, e os responsáveis são encaminhados à delegacia para responderem aos procedimentos legais cabíveis.

Todas as informações e dados de aparelhos irregulares coletados durante as diligências em Sergipe estão sendo integrados ao Banco Nacional de Celulares com Restrição, uma ferramenta estratégica do Ministério da Justiça.

A primeira edição da mobilização, realizada em agosto deste ano, contou com a participação de 23 estados da Federação e resultou em um saldo positivo de mais de 8 mil aparelhos recuperados e devolvidos aos verdadeiros donos em todo o país. O planejamento prevê que novas etapas da operação ocorram nos próximos meses.

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