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Brasil

Mulher é condenada a devolver r$ 3,7 milhões por fraudar pensão militar por 33 anos

O Superior Tribunal Militar (STM) manteve, nesta semana, a condenação de Ana Lucia Umbelina Galache de Souza, acusada de fraudar documentos para se passar por filha de um tio-avô, ex-combatente da Segunda Guerra Mundial. A Justiça Militar determinou que Ana Lúcia devolva R$ 3,7 milhões referentes aos 33 anos em que recebeu irregularmente a pensão […]

01/12/2024 · 11h01 · Atualizado às 19h12
Mulher é condenada a devolver r$ 3,7 milhões por fraudar pensão militar por 33 anos
Foto: reprodução redes sociais

O Superior Tribunal Militar (STM) manteve, nesta semana, a condenação de Ana Lucia Umbelina Galache de Souza, acusada de fraudar documentos para se passar por filha de um tio-avô, ex-combatente da Segunda Guerra Mundial. A Justiça Militar determinou que Ana Lúcia devolva R$ 3,7 milhões referentes aos 33 anos em que recebeu irregularmente a pensão do Exército.

A defesa, conduzida pela Defensoria Pública da União (DPU), pediu a absolvição sob a alegação de “ausência de intenção”, argumentando que o registro como filha do militar foi realizado quando Ana Lúcia ainda era menor de idade. No entanto, o STM entendeu que a fraude ficou configurada e manteve a sentença de devolução integral dos valores recebidos.

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O caso destaca a necessidade de rigor no controle de benefícios e na apuração de possíveis irregularidades no sistema de pensões militares.


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O Superior Tribunal Militar (STM) manteve, nesta semana, a condenação de Ana Lucia Umbelina Galache de Souza, acusada de fraudar documentos para se passar por filha de um tio-avô, ex-combatente da Segunda Guerra Mundial. A Justiça Militar determinou que Ana Lúcia devolva R$ 3,7 milhões referentes aos 33 anos em que recebeu irregularmente a pensão do Exército.

A defesa, conduzida pela Defensoria Pública da União (DPU), pediu a absolvição sob a alegação de “ausência de intenção”, argumentando que o registro como filha do militar foi realizado quando Ana Lúcia ainda era menor de idade. No entanto, o STM entendeu que a fraude ficou configurada e manteve a sentença de devolução integral dos valores recebidos.

O caso destaca a necessidade de rigor no controle de benefícios e na apuração de possíveis irregularidades no sistema de pensões militares.


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