Investigações sobre a morte de Isabelle Caracristi, 22, continuam. A SSPDS informou que a Polícia Civil fez diligências envolvendo o namorado, João Munhoz Neto — não localizado — e que a mãe dele foi encontrada em Cambuco, Caucaia.
As investigações sobre a morte da estudante de 22 anos Isabelle Caracristi em Fortaleza seguem em andamento. Na noite deste domingo (20/09), a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS) divulgou nota informando que a Polícia Civil foi acionada para diligências envolvendo o namorado da vítima, o advogado João Munhoz Neto, e a mãe dele.
Segundo a secretaria, as autoridades tentaram localizar o advogado, mas ele não foi encontrado pelos policiais. A mãe do suspeito foi localizada na praia de Cambuco, em Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza. Em diligências realizadas, foi cumprido um mandado de busca e apreensão; um celular e um tablet foram apreendidos para perícia.
Isabelle Caracristi, de 22 anos, era estudante de Direito e foi encontrada morta no prédio onde morava com o namorado. A ocorrência vem sendo tratada como objeto de investigação pela Polícia Civil, que determinou coleta de provas e análise de equipamentos eletrônicos apreendidos para tentar esclarecer as circunstâncias do caso.
Autoridades informaram que o trabalho pericial nos aparelhos apreendidos é parte das diligências em curso. Ainda não houve divulgação de indiciamento formal ou de representação criminal específica até o momento da nota da SSPDS, e a investigação prossegue para elucidar a dinâmica dos fatos e eventuais responsabilidades.
Moradores da região e vizinhos do condomínio onde Isabelle morava acompanharam parte das movimentações policiais, segundo relatos obtidos pela reportagem, e a movimentação das equipes de investigação se estendeu às imediações. A Secretaria destacou que ações coordenadas são realizadas para reunir elementos técnicos e testemunhais que possam subsidiar o inquérito.
O caso vinha recebendo atenção pela repercussão local desde que a estudante foi encontrada morta há cerca de uma semana. Familiares e conhecidos manifestaram preocupação e acompanharam as providências adotadas pelas autoridades. A SSPDS afirmou que as diligências continuarão e que novos procedimentos periciais e investigativos poderão ser realizados conforme os resultados das análises em andamento.
Até a divulgação desta nota, não houve confirmação pública de novas prisões ou de apresentação de representação contra pessoas específicas. A Polícia Civil mantém a investigação aberta e informou que as conclusões dependem dos exames periciais e das outras medidas processuais previstas.






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