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Brasil lidera debate sobre governança do Atlântico Sul na ONU

Brasil presidiu reunião da Zona de Paz do Atlântico Sul e copresidiu encontro sobre refugiados na ONU, com assinaturas e discussões sobre cooperação e meio ambiente.

25/09/2026 · 16h23
Brasil lidera debate sobre governança do Atlântico Sul na ONU

Em Nova York, nos dias 23 e 24 de setembro, a delegação brasileira tratou de proteção ambiental e da situação de refugiados palestinos. O ministro Mauro Vieira conduziu a reunião; o país ficará à frente do grupo até 2029.

A delegação brasileira manteve participação em eventos paralelos à Assembleia Geral da ONU, em Nova York, com agenda focada na governança do Atlântico Sul, proteção ambiental e na situação de refugiados palestinos. As ações ocorreram nos dias 23 e 24 de setembro e envolveram ministros e representantes de vários países.

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No dia 24, o Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, presidiu a reunião da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul. O Brasil presidirá o grupo até 2029. Durante o encontro, os 24 países presentes discutiram temas relacionados à governança, segurança e defesa, além de meio ambiente e desenvolvimento sustentável do oceano.

Os ministros trataram da Estratégia de Cooperação do Rio de Janeiro, adotada em abril deste ano. Ainda no âmbito do grupo, a República Democrática do Congo assinou a Convenção sobre a Proteção do Meio Ambiente Marinho, apontada como o primeiro acordo multilateral negociado pelo bloco, criado há 40 anos com o objetivo de evitar conflitos, prevenir a militarização e impedir o uso do Atlântico Sul para fins nucleares.

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No mesmo dia 24, Mauro Vieira copresidiu uma reunião em apoio à Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina, ao lado da Espanha e da Jordânia. Participaram do encontro o Secretário-Geral António Guterres e o presidente da Assembleia Geral da ONU, Khalilur Rahman. O ministro brasileiro lembrou que, quase um ano após o anúncio do Plano para Pôr Fim ao Conflito em Gaza, dois milhões de refugiados palestinos ainda sofriam deslocamento, abrigos inadequados e insegurança permanente, e que 390 funcionários da agência morreram no trabalho de auxílio aos refugiados.

Na quarta-feira, 23 de setembro, o Brasil assinou o Marco de Cooperação Estratégica com os Países Baixos, com o objetivo de acelerar a cooperação em áreas como intercâmbio cultural, comércio sustentável, investimentos, energias limpas, combate ao crime, tecnologia e inovação. O documento foi assinado no ano em que Brasil e Países Baixos celebram 200 anos de relações diplomáticas.

As participações brasileiras nas reuniões paralelas à Assembleia Geral destacaram foco em mecanismos de cooperação regional e internacional para proteção do meio marinho e assistência humanitária. As deliberações e acordos negociados em Nova York poderão ter repercussões para políticas de proteção costeira e iniciativas ambientais que interessam a estados litorâneos, como Sergipe.

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Em Nova York, nos dias 23 e 24 de setembro, a delegação brasileira tratou de proteção ambiental e da situação de refugiados palestinos. O ministro Mauro Vieira conduziu a reunião; o país ficará à frente do grupo até 2029.

A delegação brasileira manteve participação em eventos paralelos à Assembleia Geral da ONU, em Nova York, com agenda focada na governança do Atlântico Sul, proteção ambiental e na situação de refugiados palestinos. As ações ocorreram nos dias 23 e 24 de setembro e envolveram ministros e representantes de vários países.

No dia 24, o Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, presidiu a reunião da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul. O Brasil presidirá o grupo até 2029. Durante o encontro, os 24 países presentes discutiram temas relacionados à governança, segurança e defesa, além de meio ambiente e desenvolvimento sustentável do oceano.

Os ministros trataram da Estratégia de Cooperação do Rio de Janeiro, adotada em abril deste ano. Ainda no âmbito do grupo, a República Democrática do Congo assinou a Convenção sobre a Proteção do Meio Ambiente Marinho, apontada como o primeiro acordo multilateral negociado pelo bloco, criado há 40 anos com o objetivo de evitar conflitos, prevenir a militarização e impedir o uso do Atlântico Sul para fins nucleares.

No mesmo dia 24, Mauro Vieira copresidiu uma reunião em apoio à Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina, ao lado da Espanha e da Jordânia. Participaram do encontro o Secretário-Geral António Guterres e o presidente da Assembleia Geral da ONU, Khalilur Rahman. O ministro brasileiro lembrou que, quase um ano após o anúncio do Plano para Pôr Fim ao Conflito em Gaza, dois milhões de refugiados palestinos ainda sofriam deslocamento, abrigos inadequados e insegurança permanente, e que 390 funcionários da agência morreram no trabalho de auxílio aos refugiados.

Na quarta-feira, 23 de setembro, o Brasil assinou o Marco de Cooperação Estratégica com os Países Baixos, com o objetivo de acelerar a cooperação em áreas como intercâmbio cultural, comércio sustentável, investimentos, energias limpas, combate ao crime, tecnologia e inovação. O documento foi assinado no ano em que Brasil e Países Baixos celebram 200 anos de relações diplomáticas.

As participações brasileiras nas reuniões paralelas à Assembleia Geral destacaram foco em mecanismos de cooperação regional e internacional para proteção do meio marinho e assistência humanitária. As deliberações e acordos negociados em Nova York poderão ter repercussões para políticas de proteção costeira e iniciativas ambientais que interessam a estados litorâneos, como Sergipe.

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