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Aracaju, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
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Mundo

Rússia Unida conquista ampla maioria: 349 das 450 cadeiras na Duma

Comissão Eleitoral anuncia que Rússia Unida venceu e terá 349 das 450 cadeiras; conflitos na Ucrânia e crise no Sudão aumentam deslocamento; papa chega à França.

28/09/2026 · 06h24 · Atualizado às 08h28
Rússia Unida conquista ampla maioria: 349 das 450 cadeiras na Duma

Comissão Eleitoral anunciou que o partido de Putin alcançou ampla maioria na Duma, seu melhor desempenho em 26 anos. O Kremlin comemorou a eleição de 46 veteranos e Putin acusou Kiev de iniciar o conflito.

A Comissão Eleitoral da Rússia anunciou hoje (25) o resultado das eleições parlamentares realizadas na semana passada. O partido Rússia Unida, do presidente Vladimir Putin, ficou com 349 das 450 cadeiras da Duma, equivalente à Câmara dos Deputados. Segundo o anúncio, este é o melhor resultado da sigla desde que Putin chegou ao poder, cerca de 26 anos atrás.

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O Kremlin também comemorou a eleição de 46 veteranos da guerra da Rússia contra a Ucrânia. Sobre o conflito, Vladimir Putin acusou o governo ucraniano de ter começado a guerra. Ainda ressaltou que todas as propostas para uma solução continuam sobre a mesa de negociação, mas disse que ainda precisa avaliar as alternativas que melhor atendem os interesses de Moscou.

Enquanto os dois lados não se entendem, os bombardeios continuam. Um drone russo atacou um centro comercial da capital ucraniana, Kiev. No ataque, sete pessoas morreram, incluindo um adolescente de 14 anos. Cinquenta e sete ficaram feridas.

No nordeste da África, cresce o fluxo de pessoas que fogem do Sudão rumo ao Chade, país que fica na fronteira oeste. A movimentação é reação aos combates entre o exército do Sudão e as Forças de Apoio Rápido (paramilitares), conflito que já dura mais de três anos. A agência da ONU para refugiados, Acnur, informa que mais de 400 pessoas por dia migraram para outros locais na última semana, um aumento de 20 vezes em relação aos meses anteriores. Só neste ano, 55 mil deixaram o país.

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A agência também aponta que somente 18% de cerca de US$ 1 bilhão em financiamento previsto para 2026 foram arrecadados. O relatório o relaciona ao corte em assistência externa para organizações de ajuda humanitária aplicado pelos Estados Unidos durante o governo de Donald Trump e por outros países doadores. Além da escassez de recursos, a seca agrava ainda mais a crise humanitária.

Na Europa, o Papa Leão XIV chegou hoje à França para uma visita de quatro dias. É a primeira visita oficial de um pontífice ao país em quase 20 anos. Ele está em Paris, onde fez um discurso na agência da ONU para educação, a Unesco. A inteligência artificial foi o grande destaque da fala do papa, tema que tem sido o ponto central de seu pontificado, de 16 meses.

De acordo com ele, para garantir que não percamos nossa humanidade, em meio ao paraíso das máquinas que invadem e moldam o nosso cotidiano, é urgente treinarmos nossas mentes no discernimento ético, para que possamos reconhecer o que é moralmente bom.

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Os desdobramentos das eleições russas, o agravamento da crise no Sudão e a agenda do papa em Paris devem continuar na pauta internacional nos próximos dias, com reflexos políticos e humanitários em vários países.

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Comissão Eleitoral anunciou que o partido de Putin alcançou ampla maioria na Duma, seu melhor desempenho em 26 anos. O Kremlin comemorou a eleição de 46 veteranos e Putin acusou Kiev de iniciar o conflito.

A Comissão Eleitoral da Rússia anunciou hoje (25) o resultado das eleições parlamentares realizadas na semana passada. O partido Rússia Unida, do presidente Vladimir Putin, ficou com 349 das 450 cadeiras da Duma, equivalente à Câmara dos Deputados. Segundo o anúncio, este é o melhor resultado da sigla desde que Putin chegou ao poder, cerca de 26 anos atrás.

O Kremlin também comemorou a eleição de 46 veteranos da guerra da Rússia contra a Ucrânia. Sobre o conflito, Vladimir Putin acusou o governo ucraniano de ter começado a guerra. Ainda ressaltou que todas as propostas para uma solução continuam sobre a mesa de negociação, mas disse que ainda precisa avaliar as alternativas que melhor atendem os interesses de Moscou.

Enquanto os dois lados não se entendem, os bombardeios continuam. Um drone russo atacou um centro comercial da capital ucraniana, Kiev. No ataque, sete pessoas morreram, incluindo um adolescente de 14 anos. Cinquenta e sete ficaram feridas.

No nordeste da África, cresce o fluxo de pessoas que fogem do Sudão rumo ao Chade, país que fica na fronteira oeste. A movimentação é reação aos combates entre o exército do Sudão e as Forças de Apoio Rápido (paramilitares), conflito que já dura mais de três anos. A agência da ONU para refugiados, Acnur, informa que mais de 400 pessoas por dia migraram para outros locais na última semana, um aumento de 20 vezes em relação aos meses anteriores. Só neste ano, 55 mil deixaram o país.

A agência também aponta que somente 18% de cerca de US$ 1 bilhão em financiamento previsto para 2026 foram arrecadados. O relatório o relaciona ao corte em assistência externa para organizações de ajuda humanitária aplicado pelos Estados Unidos durante o governo de Donald Trump e por outros países doadores. Além da escassez de recursos, a seca agrava ainda mais a crise humanitária.

Na Europa, o Papa Leão XIV chegou hoje à França para uma visita de quatro dias. É a primeira visita oficial de um pontífice ao país em quase 20 anos. Ele está em Paris, onde fez um discurso na agência da ONU para educação, a Unesco. A inteligência artificial foi o grande destaque da fala do papa, tema que tem sido o ponto central de seu pontificado, de 16 meses.

De acordo com ele, para garantir que não percamos nossa humanidade, em meio ao paraíso das máquinas que invadem e moldam o nosso cotidiano, é urgente treinarmos nossas mentes no discernimento ético, para que possamos reconhecer o que é moralmente bom.

Os desdobramentos das eleições russas, o agravamento da crise no Sudão e a agenda do papa em Paris devem continuar na pauta internacional nos próximos dias, com reflexos políticos e humanitários em vários países.

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