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ELEIÇÕES 2026

TSE adia julgamento que decidirá sobre a candidatura de Deltan Dallagnol

TSE adiou nesta quinta (8) o julgamento sobre a validade da candidatura de Deltan Dallagnol; nova data não foi informada.

08/10/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h44
TSE adia julgamento que decidirá sobre a candidatura de Deltan Dallagnol

O Tribunal Superior Eleitoral adiou, nesta quinta-feira (8), o julgamento sobre a validade da candidatura de Deltan Dallagnol, do partido Novo, ao Senado. A corte não informou uma nova data para a retomada do processo.

Deltan Dallagnol recebeu quase 3 milhões de votos e conquistou a segunda vaga para o Senado pelo Paraná. Segundo a legislação eleitoral, caso a candidatura seja invalidada, os votos obtidos serão anulados e deverá ser realizada uma eleição suplementar apenas para a vaga do Senado em questão.

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A análise no TSE traz de volta uma controvérsia vinculada a atos praticados em 2021, quando Dallagnol pediu exoneração do Ministério Público Federal enquanto havia processos administrativos em andamento contra ele. O tema voltará a ser debatido no tribunal no julgamento adiado.

Em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral cassou o mandato de deputado federal de Deltan Dallagnol depois de entender que a exoneração teria sido solicitada com a finalidade de evitar a perda do cargo e driblar a aplicação da Lei da Ficha Limpa. Essa decisão integra o conjunto de elementos que motivam a verificação da regularidade da candidatura ao Senado.

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No mês de setembro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná tinha autorizado o registro da candidatura. Posteriormente, um ministro do TSE determinou a suspensão da campanha. Essa suspensão, porém, foi derrubada posteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, o que permitiu a retomada das atividades eleitorais até a instauração do novo julgamento que ainda foi adiado.

Com o adiamento, continua a incerteza sobre o desfecho jurídico e eleitoral do caso. O impacto direto na composição do Senado paranaense e a possibilidade de realização de eleição suplementar ficam condicionados ao resultado futuro do julgamento no TSE e às eventuais medidas administrativas ou judiciais que possam ser adotadas até lá.

O adiamento mantém a questão em aberto e sinaliza que caberá ao próprio tribunal definir nova data e o cronograma para apreciação dos argumentos acerca da validade da candidatura de Deltan Dallagnol.

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O Tribunal Superior Eleitoral adiou, nesta quinta-feira (8), o julgamento sobre a validade da candidatura de Deltan Dallagnol, do partido Novo, ao Senado. A corte não informou uma nova data para a retomada do processo.

Deltan Dallagnol recebeu quase 3 milhões de votos e conquistou a segunda vaga para o Senado pelo Paraná. Segundo a legislação eleitoral, caso a candidatura seja invalidada, os votos obtidos serão anulados e deverá ser realizada uma eleição suplementar apenas para a vaga do Senado em questão.

A análise no TSE traz de volta uma controvérsia vinculada a atos praticados em 2021, quando Dallagnol pediu exoneração do Ministério Público Federal enquanto havia processos administrativos em andamento contra ele. O tema voltará a ser debatido no tribunal no julgamento adiado.

Em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral cassou o mandato de deputado federal de Deltan Dallagnol depois de entender que a exoneração teria sido solicitada com a finalidade de evitar a perda do cargo e driblar a aplicação da Lei da Ficha Limpa. Essa decisão integra o conjunto de elementos que motivam a verificação da regularidade da candidatura ao Senado.

No mês de setembro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná tinha autorizado o registro da candidatura. Posteriormente, um ministro do TSE determinou a suspensão da campanha. Essa suspensão, porém, foi derrubada posteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, o que permitiu a retomada das atividades eleitorais até a instauração do novo julgamento que ainda foi adiado.

Com o adiamento, continua a incerteza sobre o desfecho jurídico e eleitoral do caso. O impacto direto na composição do Senado paranaense e a possibilidade de realização de eleição suplementar ficam condicionados ao resultado futuro do julgamento no TSE e às eventuais medidas administrativas ou judiciais que possam ser adotadas até lá.

O adiamento mantém a questão em aberto e sinaliza que caberá ao próprio tribunal definir nova data e o cronograma para apreciação dos argumentos acerca da validade da candidatura de Deltan Dallagnol.

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