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Aracaju, Sábado, 17 de outubro de 2026
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Policial

PM é preso após atirar e matar mulher que ameaçava moradores em Pirituba

Mulher foi morta por disparo de policial em Pirituba (SP) após avançar com faca; PM foi preso em flagrante e levado ao DHPP.

17/10/2026 · 20h47
PM é preso após atirar e matar mulher que ameaçava moradores em Pirituba

Uma mulher morreu atingida por um tiro nesta quinta-feira em Parque São Domingos, Zona Norte de São Paulo. Moradores relatam que ela tinha uma faca, teria avançado contra agentes da Rocam e um policial foi detido.

Uma mulher morreu após ser atingida por um tiro disparado por um policial militar, nesta quinta-feira (15), na região de Pirituba, Zona Norte de São Paulo (SP). Segundo relatos de moradores, a vítima estava com uma faca e avançou na direção dos agentes antes de ser atingida.

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O caso ocorreu por volta das 14h30, na Rua Coronel José Rufino Freire, no Parque São Domingos. Moradores da região acionaram as autoridades depois de relatar que a mulher apresentava comportamento semelhante a um surto e estava ameaçando pessoas nas imediações.

Três agentes da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas) foram até o local para atender à ocorrência. Durante a abordagem, a mulher, identificada como Camila Pereira da Silva, foi atingida por um disparo e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local.

O policial que efetuou o disparo foi preso em flagrante e encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). As circunstâncias exatas do confronto serão investigadas pelas autoridades responsáveis. Não há, no material disponível até o momento, informações complementares sobre a motivação do disparo ou sobre eventuais medidas internas adotadas pela corporação.

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Imagens registradas no local não mostram o uso de dispositivos não letais, como arma de choque ou bala de borracha, durante a ação dos agentes. Testemunhas que acionaram as autoridades relataram que a mulher estaria em surto, mas não houve identificação formal de estado clínico ou laudo prévio que confirme a condição mental da vítima.

As equipes policiais e periciais que atuaram na ocorrência realizaram os procedimentos iniciais no local. O encaminhamento do policial preso ao DHPP indica que a investigação foi assumida pela unidade especializada em homicídios e proteção à pessoa, onde serão apuradas as circunstâncias do fato e eventuais responsabilidades.

A morte da mulher e a prisão em flagrante do policial mobilizaram moradores da região e geraram questionamentos sobre os protocolos de abordagem em ocorrências envolvendo pessoas em surto. As apurações seguem em andamento, com a expectativa de que novos esclarecimentos sejam divulgados pelas autoridades competentes à medida que a investigação avance.

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Uma mulher morreu atingida por um tiro nesta quinta-feira em Parque São Domingos, Zona Norte de São Paulo. Moradores relatam que ela tinha uma faca, teria avançado contra agentes da Rocam e um policial foi detido.

Uma mulher morreu após ser atingida por um tiro disparado por um policial militar, nesta quinta-feira (15), na região de Pirituba, Zona Norte de São Paulo (SP). Segundo relatos de moradores, a vítima estava com uma faca e avançou na direção dos agentes antes de ser atingida.

O caso ocorreu por volta das 14h30, na Rua Coronel José Rufino Freire, no Parque São Domingos. Moradores da região acionaram as autoridades depois de relatar que a mulher apresentava comportamento semelhante a um surto e estava ameaçando pessoas nas imediações.

Três agentes da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas) foram até o local para atender à ocorrência. Durante a abordagem, a mulher, identificada como Camila Pereira da Silva, foi atingida por um disparo e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local.

O policial que efetuou o disparo foi preso em flagrante e encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). As circunstâncias exatas do confronto serão investigadas pelas autoridades responsáveis. Não há, no material disponível até o momento, informações complementares sobre a motivação do disparo ou sobre eventuais medidas internas adotadas pela corporação.

Imagens registradas no local não mostram o uso de dispositivos não letais, como arma de choque ou bala de borracha, durante a ação dos agentes. Testemunhas que acionaram as autoridades relataram que a mulher estaria em surto, mas não houve identificação formal de estado clínico ou laudo prévio que confirme a condição mental da vítima.

As equipes policiais e periciais que atuaram na ocorrência realizaram os procedimentos iniciais no local. O encaminhamento do policial preso ao DHPP indica que a investigação foi assumida pela unidade especializada em homicídios e proteção à pessoa, onde serão apuradas as circunstâncias do fato e eventuais responsabilidades.

A morte da mulher e a prisão em flagrante do policial mobilizaram moradores da região e geraram questionamentos sobre os protocolos de abordagem em ocorrências envolvendo pessoas em surto. As apurações seguem em andamento, com a expectativa de que novos esclarecimentos sejam divulgados pelas autoridades competentes à medida que a investigação avance.

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