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Petrobras aprova retomada das fábricas de fertilizantes em Sergipe e na Bahia

Acordo com a Unigel prevê reativação das unidades da Fafen e abertura de licitação para nova operadora O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta semana um acordo com a empresa Unigel para retomar as atividades das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), localizadas nos municípios de Laranjeiras (SE) e Camaçari (BA). A decisão foi tomada […]

19/04/2025 · 16h18 · Atualizado às 19h19
Petrobras aprova retomada das fábricas de fertilizantes em Sergipe e na Bahia

Acordo com a Unigel prevê reativação das unidades da Fafen e abertura de licitação para nova operadora

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta semana um acordo com a empresa Unigel para retomar as atividades das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), localizadas nos municípios de Laranjeiras (SE) e Camaçari (BA). A decisão foi tomada por sete votos a quatro e inclui também a autorização para abertura de licitação com o objetivo de contratar uma nova operadora para as duas plantas industriais.

De acordo com informações divulgadas pela CNN Brasil, o acordo sela o fim de um processo arbitral movido pela Unigel contra a Petrobras. A empresa alegava ter sofrido prejuízos decorrentes dos altos preços do gás fornecido pela estatal. Em contrapartida, a Petrobras reassume o controle das unidades, com um prazo de até 180 dias para a efetivação da retomada.

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As duas unidades da Fafen foram inauguradas em 2013, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Desde então, operaram com déficits e, em 2018, foram desativadas durante a gestão do ex-presidente Michel Temer. Posteriormente, no governo de Jair Bolsonaro, as plantas foram arrendadas à Unigel por um período de dez anos. Mesmo assim, os prejuízos persistiram, levando à paralisação definitiva das atividades em 2023.

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No atual governo Lula, a reabertura das fábricas foi defendida por representantes dos Ministérios da Casa Civil e de Minas e Energia, com o argumento de que as unidades poderiam atender até 14% da demanda nacional por ureia, substância essencial para a produção de fertilizantes agrícolas.

A Petrobras incluiu, em seu Plano Estratégico 2025–2029, a intenção de retornar ao mercado de fertilizantes. A iniciativa tem como objetivo agregar valor à cadeia de petróleo e gás, além de contribuir com a segurança alimentar do país e com a política nacional de transição energética.

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Acordo com a Unigel prevê reativação das unidades da Fafen e abertura de licitação para nova operadora

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta semana um acordo com a empresa Unigel para retomar as atividades das Fábricas de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), localizadas nos municípios de Laranjeiras (SE) e Camaçari (BA). A decisão foi tomada por sete votos a quatro e inclui também a autorização para abertura de licitação com o objetivo de contratar uma nova operadora para as duas plantas industriais.

De acordo com informações divulgadas pela CNN Brasil, o acordo sela o fim de um processo arbitral movido pela Unigel contra a Petrobras. A empresa alegava ter sofrido prejuízos decorrentes dos altos preços do gás fornecido pela estatal. Em contrapartida, a Petrobras reassume o controle das unidades, com um prazo de até 180 dias para a efetivação da retomada.

As duas unidades da Fafen foram inauguradas em 2013, durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Desde então, operaram com déficits e, em 2018, foram desativadas durante a gestão do ex-presidente Michel Temer. Posteriormente, no governo de Jair Bolsonaro, as plantas foram arrendadas à Unigel por um período de dez anos. Mesmo assim, os prejuízos persistiram, levando à paralisação definitiva das atividades em 2023.

No atual governo Lula, a reabertura das fábricas foi defendida por representantes dos Ministérios da Casa Civil e de Minas e Energia, com o argumento de que as unidades poderiam atender até 14% da demanda nacional por ureia, substância essencial para a produção de fertilizantes agrícolas.

A Petrobras incluiu, em seu Plano Estratégico 2025–2029, a intenção de retornar ao mercado de fertilizantes. A iniciativa tem como objetivo agregar valor à cadeia de petróleo e gás, além de contribuir com a segurança alimentar do país e com a política nacional de transição energética.

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