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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Política

Adailton Souza expõe racha na direita sergipana e critica “decisões monocráticas” de Emília Corrêa

O clima de unidade no grupo que busca representar a direita bolsonarista em Sergipe está abalado. Em entrevista concedida a Itabaiana Fm nesta segunda-feira (14), o ex-prefeito de Itabaiana e pré-candidato ao Senado, Adailton Souza (PL), expôs publicamente um racha interno e criticou a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, pelo que classificou como "decisão monocrática" na condução política do grupo.

14/07/2025 · 10h33 · Atualizado às 18h45
Adailton Souza expõe racha na direita sergipana e critica “decisões monocráticas” de Emília Corrêa

Ex-prefeito de Itabaiana afirma que aliados, incluindo Valmir de Francisquinho, não foram consultados sobre rumos políticos e mantém sua pré-candidatura ao Senado.

O clima de unidade no grupo que busca representar a direita bolsonarista em Sergipe está abalado. Em entrevista concedida a Itabaiana Fm nesta segunda-feira (14), o ex-prefeito de Itabaiana e pré-candidato ao Senado, Adailton Souza (PL), expôs publicamente um racha interno e criticou a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, pelo que classificou como “decisão monocrática” na condução política do grupo.

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Adailton Souza afirmou que as principais lideranças da base não foram consultadas sobre as recentes movimentações políticas. “Valmir de Francisquinho, que é a maior expressão política de Sergipe hoje, não foi consultado. Eu também não. O prefeito Talysson? Também não”, listou o pré-candidato, citando ainda o deputado federal Ícaro de Valmir e a prefeita Jeane de Nossa Senhora Aparecida. A entrevista teve um tom claro de desautorização às ações de Emília. “Essas candidaturas impostas têm tudo para dar errado lá na frente […] Se ela (Emília) acertar, ótimo. Se não, seguimos com a nossa candidatura. Com ou sem apoio”, declarou Adailton.

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Sobre o silêncio de Valmir de Francisquinho, prefeito de Itabaiana e cotado para disputar o governo do estado, Adailton afastou rumores de afastamento, classificando a postura como “maturidade”. Segundo ele, Valmir “saiu dos holofotes, mas não saiu do jogo”, e estaria analisando o cenário para uma possível pré-candidatura ao governo, mantendo o apoio a Adailton para o Senado.

Ao avaliar a concorrência para o Senado, que inclui nomes como Edivaldo Nogueira, André Moura e Rogério Carvalho, Adailton Souza disse que não se pode “subestimar a vontade popular” e reafirmou sua experiência. Ele aproveitou para criticar a gestão estadual, mencionando a lentidão nas obras da BR-235, a centralização da saúde no HUSE e a falta de desenvolvimento no turismo, afirmando que Sergipe “virou corredor de passagem” entre Bahia e Alagoas.

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Ex-prefeito de Itabaiana afirma que aliados, incluindo Valmir de Francisquinho, não foram consultados sobre rumos políticos e mantém sua pré-candidatura ao Senado.

O clima de unidade no grupo que busca representar a direita bolsonarista em Sergipe está abalado. Em entrevista concedida a Itabaiana Fm nesta segunda-feira (14), o ex-prefeito de Itabaiana e pré-candidato ao Senado, Adailton Souza (PL), expôs publicamente um racha interno e criticou a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, pelo que classificou como “decisão monocrática” na condução política do grupo.

Adailton Souza afirmou que as principais lideranças da base não foram consultadas sobre as recentes movimentações políticas. “Valmir de Francisquinho, que é a maior expressão política de Sergipe hoje, não foi consultado. Eu também não. O prefeito Talysson? Também não”, listou o pré-candidato, citando ainda o deputado federal Ícaro de Valmir e a prefeita Jeane de Nossa Senhora Aparecida. A entrevista teve um tom claro de desautorização às ações de Emília. “Essas candidaturas impostas têm tudo para dar errado lá na frente […] Se ela (Emília) acertar, ótimo. Se não, seguimos com a nossa candidatura. Com ou sem apoio”, declarou Adailton.

Sobre o silêncio de Valmir de Francisquinho, prefeito de Itabaiana e cotado para disputar o governo do estado, Adailton afastou rumores de afastamento, classificando a postura como “maturidade”. Segundo ele, Valmir “saiu dos holofotes, mas não saiu do jogo”, e estaria analisando o cenário para uma possível pré-candidatura ao governo, mantendo o apoio a Adailton para o Senado.

Ao avaliar a concorrência para o Senado, que inclui nomes como Edivaldo Nogueira, André Moura e Rogério Carvalho, Adailton Souza disse que não se pode “subestimar a vontade popular” e reafirmou sua experiência. Ele aproveitou para criticar a gestão estadual, mencionando a lentidão nas obras da BR-235, a centralização da saúde no HUSE e a falta de desenvolvimento no turismo, afirmando que Sergipe “virou corredor de passagem” entre Bahia e Alagoas.

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