Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

Dívida pública federal avança 2,77% em junho e alcança R$ 7,883 trilhões, indica Tesouro Nacional

A dívida pública federal registrou um crescimento de 2,77% em junho em relação ao mês anterior, alcançando o montante de R$ 7,883 trilhões, segundo informou o Tesouro Nacional em seu Relatório Mensal da Dívida (RMD).

28/07/2025 · 22h09 · Atualizado às 18h53
Dívida pública federal avança 2,77% em junho e alcança R$ 7,883 trilhões, indica Tesouro Nacional

Contribuição de emissão líquida de R$ 154,6 bi e juros incorporados de R$ 65,1 bi puxam elevação no saldo da dívida

A dívida pública federal registrou um crescimento de 2,77% em junho em relação ao mês anterior, alcançando o montante de R$ 7,883 trilhões, segundo informou o Tesouro Nacional em seu Relatório Mensal da Dívida (RMD).

Publicidade

No segmento interno, a Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) somou R$ 7,581 trilhões, com acréscimo de 2,99%, enquanto a dívida externa (DPFe) caiu 2,28%, fechando o mês em R$ 302,12 bilhões.

O aumento da dívida no período decorreu, principalmente, de:

  • Emissão líquida de títulos no valor de R$ 154,6 bilhões;
  • Incorporação de juros acumulados de R$ 65,1 bilhões.

O Tesouro explicou que cenários globais influenciaram os mercados: o acordo comercial preliminar entre Estados Unidos e China favoreceu o apetite por risco dos investidores, mas as tensões no Oriente Médio trouxeram volatilidade. Paralelamente, os juros futuros caíram, reagindo à política monetária e às taxas globais.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

No perfil dos custos da dívida:

  • O custo médio acumulado em 12 meses recuou de 11,73% ao ano em maio para 11,41% em junho;
  • Já o custo médio das novas emissões internas subiu de 13,38% para 13,52% ao ano.

Quanto ao perfil de vencimentos, o prazo médio do estoque da dívida passou de 4,20 anos para 4,14 anos entre maio e junho.

A reserva de liquidez, conhecida como “colchão da dívida”, também cresceu, atingindo R$ 1,03 trilhão, o que representa cobertura suficiente para 8,44 meses de vencimentos, contra 8,77 meses observados em maio.

Publicidade

O relatório ainda observou que em julho, o impulso econômico nos Estados Unidos reforçou o apetite por risco entre investidores, mesmo diante da nova rodada de tarifas comerciais, gerando alta nos juros futuros, reflexo da continuidade da guerra comercial.

Panorama geral

IndicadorMaio 2025Junho 2025Variação
Dívida total (DPF)~R$ 7,67 trilhõesR$ 7,883 trilhões+2,77%
DPMFiR$ 7,36 trilhõesR$ 7,581 trilhões+2,99%
DPFe~R$ 309 bilhõesR$ 302 bilhões–2,28%
Custo médio 12 meses11,73% a.a.11,41% a.a.queda de 0,32 p.p.
Custo médio das novas emissões13,38%13,52%leve aumento
Prazo médio do estoque4,20 anos4,14 anos–0,06 ano
Reserva de liquidezR$ 861 bilhõesR$ 1,030 trilhão+19,6%, cobertura ~8,44 meses

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Contribuição de emissão líquida de R$ 154,6 bi e juros incorporados de R$ 65,1 bi puxam elevação no saldo da dívida

A dívida pública federal registrou um crescimento de 2,77% em junho em relação ao mês anterior, alcançando o montante de R$ 7,883 trilhões, segundo informou o Tesouro Nacional em seu Relatório Mensal da Dívida (RMD).

No segmento interno, a Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) somou R$ 7,581 trilhões, com acréscimo de 2,99%, enquanto a dívida externa (DPFe) caiu 2,28%, fechando o mês em R$ 302,12 bilhões.

O aumento da dívida no período decorreu, principalmente, de:

  • Emissão líquida de títulos no valor de R$ 154,6 bilhões;
  • Incorporação de juros acumulados de R$ 65,1 bilhões.

O Tesouro explicou que cenários globais influenciaram os mercados: o acordo comercial preliminar entre Estados Unidos e China favoreceu o apetite por risco dos investidores, mas as tensões no Oriente Médio trouxeram volatilidade. Paralelamente, os juros futuros caíram, reagindo à política monetária e às taxas globais.

No perfil dos custos da dívida:

  • O custo médio acumulado em 12 meses recuou de 11,73% ao ano em maio para 11,41% em junho;
  • Já o custo médio das novas emissões internas subiu de 13,38% para 13,52% ao ano.

Quanto ao perfil de vencimentos, o prazo médio do estoque da dívida passou de 4,20 anos para 4,14 anos entre maio e junho.

A reserva de liquidez, conhecida como “colchão da dívida”, também cresceu, atingindo R$ 1,03 trilhão, o que representa cobertura suficiente para 8,44 meses de vencimentos, contra 8,77 meses observados em maio.

O relatório ainda observou que em julho, o impulso econômico nos Estados Unidos reforçou o apetite por risco entre investidores, mesmo diante da nova rodada de tarifas comerciais, gerando alta nos juros futuros, reflexo da continuidade da guerra comercial.

Panorama geral

IndicadorMaio 2025Junho 2025Variação
Dívida total (DPF)~R$ 7,67 trilhõesR$ 7,883 trilhões+2,77%
DPMFiR$ 7,36 trilhõesR$ 7,581 trilhões+2,99%
DPFe~R$ 309 bilhõesR$ 302 bilhões–2,28%
Custo médio 12 meses11,73% a.a.11,41% a.a.queda de 0,32 p.p.
Custo médio das novas emissões13,38%13,52%leve aumento
Prazo médio do estoque4,20 anos4,14 anos–0,06 ano
Reserva de liquidezR$ 861 bilhõesR$ 1,030 trilhão+19,6%, cobertura ~8,44 meses

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA