Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Turismo

‘Trem da Morte’ renasce em luxo restaurado na rota turística entre Campinas e Jaguariúna (SP)

Um vagão de passageiros da década de 1960, originalmente utilizado no emblemático trecho da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil ligando Três Lagoas (MS) à Bolívia, conhecido pelo histórico “Trem da Morte”, voltou a brilhar depois de passar por um processo de restauração conduzido pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF). O carro recuperado agora integra a linha turística entre Campinas e Jaguariúna (SP), utilizando locomotivas a vapor que encantam entusiastas e turistas.

24/08/2025 · 09h48 · Atualizado às 19h00
‘Trem da Morte’ renasce em luxo restaurado na rota turística entre Campinas e Jaguariúna (SP)

Carro de passageiro da antiga Noroeste do Brasil, que integrava rota até a Bolívia, foi cuidadosamente restaurado e passa a compor roteiro turístico de maria-fumaça

Um vagão de passageiros da década de 1960, originalmente utilizado no emblemático trecho da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil ligando Três Lagoas (MS) à Bolívia, conhecido pelo histórico “Trem da Morte”, voltou a brilhar depois de passar por um processo de restauração conduzido pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF). O carro recuperado agora integra a linha turística entre Campinas e Jaguariúna (SP), utilizando locomotivas a vapor que encantam entusiastas e turistas.

Publicidade

Uma lenda sobre trilhos renasce

image 258

Apelidado “Trem da Morte” por causa das adversas condições de operação — incluindo frequentes acidentes, trechos alagadiços e a rota utilizada para transporte de doentes entre Bauru e a Bolívia — esse histórico vagão revigorou seu brilho ao ser repintado com as cores e detalhes originais da Noroeste do Brasil.

Segundo Helio Gazetta Filho, diretor da ABPF em Campinas, a restauração é parte de um esforço para preservar a memória ferroviária brasileira: “resolvemos mostrar […] uma representação do trem internacional de Três Lagoas a Santa Cruz de la Sierra” em um dos carros da associação.

image 259

De volta aos trilhos, agora em um passeio encantador

O trem agora restaurado circula pelo percurso de 48 km entre Campinas e Jaguariúna — a mais extensa rota ferroviária destinada ao turismo no estado de São Paulo. O roteiro inclui cinco estações históricas e uma pausa em Jaguariúna para visita à feira de artesanato local e opções gastronômicas.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A Estação Carlos Gomes, em Campinas, abriga as oficinas responsáveis por muitas dessas restaurações, funcionando como coração da operação turística da ABPF.

Sem titulo 2

Do abandono à preservação histórica

Décadas atrás, o transporte de passageiros entre Bauru e Corumbá foi desativado, resultando em abandono generalizado de vagões e estações — mais de 80 delas ficaram em ruínas ou foram demolidas ao longo do percurso.

Essa iniciativa de restaurar um vagão do lendário “Trem da Morte” não só resgata um fragmento importante da história ferroviária nacional, mas também transforma memórias sombrias em experiências que encantam gerações.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Carro de passageiro da antiga Noroeste do Brasil, que integrava rota até a Bolívia, foi cuidadosamente restaurado e passa a compor roteiro turístico de maria-fumaça

Um vagão de passageiros da década de 1960, originalmente utilizado no emblemático trecho da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil ligando Três Lagoas (MS) à Bolívia, conhecido pelo histórico “Trem da Morte”, voltou a brilhar depois de passar por um processo de restauração conduzido pela Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF). O carro recuperado agora integra a linha turística entre Campinas e Jaguariúna (SP), utilizando locomotivas a vapor que encantam entusiastas e turistas.

Uma lenda sobre trilhos renasce

image 258

Apelidado “Trem da Morte” por causa das adversas condições de operação — incluindo frequentes acidentes, trechos alagadiços e a rota utilizada para transporte de doentes entre Bauru e a Bolívia — esse histórico vagão revigorou seu brilho ao ser repintado com as cores e detalhes originais da Noroeste do Brasil.

Segundo Helio Gazetta Filho, diretor da ABPF em Campinas, a restauração é parte de um esforço para preservar a memória ferroviária brasileira: “resolvemos mostrar […] uma representação do trem internacional de Três Lagoas a Santa Cruz de la Sierra” em um dos carros da associação.

image 259

De volta aos trilhos, agora em um passeio encantador

O trem agora restaurado circula pelo percurso de 48 km entre Campinas e Jaguariúna — a mais extensa rota ferroviária destinada ao turismo no estado de São Paulo. O roteiro inclui cinco estações históricas e uma pausa em Jaguariúna para visita à feira de artesanato local e opções gastronômicas.

A Estação Carlos Gomes, em Campinas, abriga as oficinas responsáveis por muitas dessas restaurações, funcionando como coração da operação turística da ABPF.

Sem titulo 2

Do abandono à preservação histórica

Décadas atrás, o transporte de passageiros entre Bauru e Corumbá foi desativado, resultando em abandono generalizado de vagões e estações — mais de 80 delas ficaram em ruínas ou foram demolidas ao longo do percurso.

Essa iniciativa de restaurar um vagão do lendário “Trem da Morte” não só resgata um fragmento importante da história ferroviária nacional, mas também transforma memórias sombrias em experiências que encantam gerações.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA