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Cidades

Suspeito de fraude de R$ 185 mil em financiamento de veículo é preso em Sergipe

Um homem investigado por estelionato foi preso na última terça-feira, 16, por equipes do Departamento de Crimes contra o Patrimônio (Depatri) da Polícia Civil de Sergipe. A prisão, divulgada nesta quarta-feira, 17, envolve golpes que causaram prejuízo estimado em pelo menos R$ 185 mil. De acordo com a delegada Lauana Guedes, o inquérito teve início […]

17/09/2025 · 19h17
Suspeito de fraude de R$ 185 mil em financiamento de veículo é preso em Sergipe

Um homem investigado por estelionato foi preso na última terça-feira, 16, por equipes do Departamento de Crimes contra o Patrimônio (Depatri) da Polícia Civil de Sergipe. A prisão, divulgada nesta quarta-feira, 17, envolve golpes que causaram prejuízo estimado em pelo menos R$ 185 mil.

De acordo com a delegada Lauana Guedes, o inquérito teve início em abril, quando uma vítima descobriu que havia um veículo registrado em seu nome por meio de um contrato de financiamento firmado de forma fraudulenta. O suspeito, primo da vítima, obteve acesso irrestrito ao celular dela, capturando dados pessoais e a biometria facial utilizados para concluir o contrato pela via eletrônica.

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A delegada Suirá Paim explicou que o documento foi assinado digitalmente no próprio aparelho da vítima, facilitando a transferência do bem para o investigado, que passou a utilizar o automóvel. Enquanto isso, a verdadeira titular do contrato começou a receber cobranças bancárias e chegou a ser alvo de ação judicial de busca e apreensão, quando a polícia confirmou que o carro estava em nome dela, embora não fosse a proprietária.

Durante as investigações, o Depatri comprovou que o detido acessou os dados e concluiu a fraude. Segundo Lauana Guedes, ele já responde a outros processos por estelionato em diferentes estados e integra um esquema de alcance nacional.

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Orientações de segurança

As delegadas alertam para a importância de proteger informações pessoais, evitar armazenar dados bancários e biométricos em dispositivos compartilhados e não clicar em links desconhecidos. “Nesse caso, o suspeito tinha o celular da vítima nas mãos, o que permitiu coletar todas as informações necessárias”, reforçou Suirá Paim.

Canal para denúncias

A Polícia Civil pede que possíveis outras vítimas procurem o Depatri para registrar boletim de ocorrência. Informações adicionais podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia (181).

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Um homem investigado por estelionato foi preso na última terça-feira, 16, por equipes do Departamento de Crimes contra o Patrimônio (Depatri) da Polícia Civil de Sergipe. A prisão, divulgada nesta quarta-feira, 17, envolve golpes que causaram prejuízo estimado em pelo menos R$ 185 mil.

De acordo com a delegada Lauana Guedes, o inquérito teve início em abril, quando uma vítima descobriu que havia um veículo registrado em seu nome por meio de um contrato de financiamento firmado de forma fraudulenta. O suspeito, primo da vítima, obteve acesso irrestrito ao celular dela, capturando dados pessoais e a biometria facial utilizados para concluir o contrato pela via eletrônica.

A delegada Suirá Paim explicou que o documento foi assinado digitalmente no próprio aparelho da vítima, facilitando a transferência do bem para o investigado, que passou a utilizar o automóvel. Enquanto isso, a verdadeira titular do contrato começou a receber cobranças bancárias e chegou a ser alvo de ação judicial de busca e apreensão, quando a polícia confirmou que o carro estava em nome dela, embora não fosse a proprietária.

Durante as investigações, o Depatri comprovou que o detido acessou os dados e concluiu a fraude. Segundo Lauana Guedes, ele já responde a outros processos por estelionato em diferentes estados e integra um esquema de alcance nacional.

Orientações de segurança

As delegadas alertam para a importância de proteger informações pessoais, evitar armazenar dados bancários e biométricos em dispositivos compartilhados e não clicar em links desconhecidos. “Nesse caso, o suspeito tinha o celular da vítima nas mãos, o que permitiu coletar todas as informações necessárias”, reforçou Suirá Paim.

Canal para denúncias

A Polícia Civil pede que possíveis outras vítimas procurem o Depatri para registrar boletim de ocorrência. Informações adicionais podem ser repassadas anonimamente pelo Disque-Denúncia (181).

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