Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

CNI vê “avanço concreto” em videoconferência entre Lula e Trump sobre tarifas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou como um “avanço concreto” a conversa por videoconferência realizada nesta segunda-feira (6) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com o presidente da CNI, Ricardo Alban, o diálogo reforça o “respeito mútuo” e o peso da parceria […]

06/10/2025 · 22h25
CNI vê “avanço concreto” em videoconferência entre Lula e Trump sobre tarifas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou como um “avanço concreto” a conversa por videoconferência realizada nesta segunda-feira (6) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

De acordo com o presidente da CNI, Ricardo Alban, o diálogo reforça o “respeito mútuo” e o peso da parceria bilateral. “Para a indústria, é muito relevante esse avanço das tratativas. Desde o início defendemos o diálogo, pautado pelo respeito e pela significância desta parceria bicentenária”, afirmou. A entidade informou que acompanhará o processo e colaborará “no que for possível”.

Publicidade

Pedido de revogação de tarifa

Durante a reunião virtual, Lula solicitou a Trump a revogação da tarifa adicional imposta aos produtos brasileiros. Segundo cálculos da confederação, o fim da sobretaxa abriria espaço para isentar US$ 7,8 bilhões em exportações do Brasil para o mercado norte-americano.

Alban ressaltou que a medida não representaria um ganho extraordinário, mas sim a recuperação de espaço comercial perdido. “A possibilidade de integrar o anexo Potential Tariff Adjustments for Aligned Partners significa devolver previsibilidade e competitividade às nossas exportações, corrigindo distorções que afetam diretamente a indústria e o emprego no país”, declarou.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Anexo prevê isenção para 1.908 produtos

O anexo citado pelo executivo foi criado pela Ordem Executiva dos Estados Unidos nº 14.346, de 5 de setembro, e prevê isenções condicionadas a compromissos em áreas de comércio e segurança para 1.908 produtos. A análise da CNI indica que o dispositivo cobre 18,4% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano em 2024, percentual que se somaria aos 26,2% já livres de tarifas adicionais.

Entre os itens potencialmente beneficiados estão café, cacau, frutas e produtos metálicos.

 

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou como um “avanço concreto” a conversa por videoconferência realizada nesta segunda-feira (6) entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

De acordo com o presidente da CNI, Ricardo Alban, o diálogo reforça o “respeito mútuo” e o peso da parceria bilateral. “Para a indústria, é muito relevante esse avanço das tratativas. Desde o início defendemos o diálogo, pautado pelo respeito e pela significância desta parceria bicentenária”, afirmou. A entidade informou que acompanhará o processo e colaborará “no que for possível”.

Pedido de revogação de tarifa

Durante a reunião virtual, Lula solicitou a Trump a revogação da tarifa adicional imposta aos produtos brasileiros. Segundo cálculos da confederação, o fim da sobretaxa abriria espaço para isentar US$ 7,8 bilhões em exportações do Brasil para o mercado norte-americano.

Alban ressaltou que a medida não representaria um ganho extraordinário, mas sim a recuperação de espaço comercial perdido. “A possibilidade de integrar o anexo Potential Tariff Adjustments for Aligned Partners significa devolver previsibilidade e competitividade às nossas exportações, corrigindo distorções que afetam diretamente a indústria e o emprego no país”, declarou.

Anexo prevê isenção para 1.908 produtos

O anexo citado pelo executivo foi criado pela Ordem Executiva dos Estados Unidos nº 14.346, de 5 de setembro, e prevê isenções condicionadas a compromissos em áreas de comércio e segurança para 1.908 produtos. A análise da CNI indica que o dispositivo cobre 18,4% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano em 2024, percentual que se somaria aos 26,2% já livres de tarifas adicionais.

Entre os itens potencialmente beneficiados estão café, cacau, frutas e produtos metálicos.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA