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Economia

Sindicatos pressionam cinco parlamentares sergipanos contra reforma administrativa em ato no aeroporto

Na madrugada desta terça-feira, 14 de outubro, centrais e sindicatos de servidores públicos realizaram um protesto no Aeroporto Santa Maria, em Aracaju, para exigir que parlamentares de Sergipe se posicionem contra a proposta de reforma administrativa em tramitação no Congresso Nacional. Representantes da CUT, de entidades de servidores federais e estaduais e de categorias como […]

15/10/2025 · 15h50 · Atualizado às 19h20
Sindicatos pressionam cinco parlamentares sergipanos contra reforma administrativa em ato no aeroporto

Na madrugada desta terça-feira, 14 de outubro, centrais e sindicatos de servidores públicos realizaram um protesto no Aeroporto Santa Maria, em Aracaju, para exigir que parlamentares de Sergipe se posicionem contra a proposta de reforma administrativa em tramitação no Congresso Nacional.

Representantes da CUT, de entidades de servidores federais e estaduais e de categorias como SINTESE, SINDIPREV/SE, SINDISCOSE, ADUFS e SINDIJUS abordaram os deputados federais João Daniel (PT), delegada Katarina (PSD), Ícaro de Valmir (PL) e Thiago de Joaldo (PP), além do senador Alessandro Vieira (MDB). Todos ouviram as reivindicações e declararam apoio à defesa do serviço público.

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A diretora da CUT-SE, professora Bernadete Dias, convidou os políticos para audiências públicas que discutirão detalhadamente cada ponto da reforma. “Não é só em período eleitoral que o político deve conversar com a população. A reforma é danosa para a classe trabalhadora e retira direitos conquistados há mais de 60 anos”, afirmou.

Deivid Christian, coordenador-geral do SINDIPREV/SE, reforçou que a proposta “ataca servidores e população” ao permitir terceirização ampla, contratos temporários e ao enfraquecer o regime jurídico único, além de reduzir a autonomia de estados e municípios.

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Para Joaquim Antônio, dirigente do mesmo sindicato, o argumento de que a reforma acabará com supersalários é incorreto. “Quem recebe os altos salários no Judiciário deve ficar de fora. Defendemos mais investimentos, concursos e estabilidade para evitar perseguição política e garantir o atendimento à população”, disse.

O ato reuniu lideranças de diversas categorias e marcou o início de uma série de mobilizações que pretendem acompanhar a tramitação da matéria em Brasília.

 

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Na madrugada desta terça-feira, 14 de outubro, centrais e sindicatos de servidores públicos realizaram um protesto no Aeroporto Santa Maria, em Aracaju, para exigir que parlamentares de Sergipe se posicionem contra a proposta de reforma administrativa em tramitação no Congresso Nacional.

Representantes da CUT, de entidades de servidores federais e estaduais e de categorias como SINTESE, SINDIPREV/SE, SINDISCOSE, ADUFS e SINDIJUS abordaram os deputados federais João Daniel (PT), delegada Katarina (PSD), Ícaro de Valmir (PL) e Thiago de Joaldo (PP), além do senador Alessandro Vieira (MDB). Todos ouviram as reivindicações e declararam apoio à defesa do serviço público.

A diretora da CUT-SE, professora Bernadete Dias, convidou os políticos para audiências públicas que discutirão detalhadamente cada ponto da reforma. “Não é só em período eleitoral que o político deve conversar com a população. A reforma é danosa para a classe trabalhadora e retira direitos conquistados há mais de 60 anos”, afirmou.

Deivid Christian, coordenador-geral do SINDIPREV/SE, reforçou que a proposta “ataca servidores e população” ao permitir terceirização ampla, contratos temporários e ao enfraquecer o regime jurídico único, além de reduzir a autonomia de estados e municípios.

Para Joaquim Antônio, dirigente do mesmo sindicato, o argumento de que a reforma acabará com supersalários é incorreto. “Quem recebe os altos salários no Judiciário deve ficar de fora. Defendemos mais investimentos, concursos e estabilidade para evitar perseguição política e garantir o atendimento à população”, disse.

O ato reuniu lideranças de diversas categorias e marcou o início de uma série de mobilizações que pretendem acompanhar a tramitação da matéria em Brasília.

 

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