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Policial

Júri condena a 15 anos homem que matou a ex-companheira em Itaporanga D’Ajuda

Itaporanga D’Ajuda (SE) – Um júri popular condenou, na quarta-feira (22), Antônio Santos a 15 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio qualificado da ex-companheira Luana Mirelly Fontes, de 24 anos. A maioria dos jurados considerou que a vítima não teve possibilidade de defesa. A sentença determina cumprimento inicial em regime fechado. A defesa […]

23/10/2025 · 12h30 · Atualizado às 19h18
Júri condena a 15 anos homem que matou a ex-companheira em Itaporanga D’Ajuda

Itaporanga D’Ajuda (SE) – Um júri popular condenou, na quarta-feira (22), Antônio Santos a 15 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio qualificado da ex-companheira Luana Mirelly Fontes, de 24 anos. A maioria dos jurados considerou que a vítima não teve possibilidade de defesa.

A sentença determina cumprimento inicial em regime fechado. A defesa de Santos informou que recorrerá da decisão.

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Relembre o caso

O corpo de Luana Mirelly foi localizado em setembro de 2023 ao lado de um carro incendiado, na zona rural de Itaporanga D’Ajuda. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a jovem morreu após ser ferida por arma branca.

O Ministério Público denunciou Antônio Santos por homicídio qualificado, alegando que ele impediu qualquer reação da vítima. Com a condenação, o réu permanece preso enquanto a defesa prepara o recurso.

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Itaporanga D’Ajuda (SE) – Um júri popular condenou, na quarta-feira (22), Antônio Santos a 15 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio qualificado da ex-companheira Luana Mirelly Fontes, de 24 anos. A maioria dos jurados considerou que a vítima não teve possibilidade de defesa.

A sentença determina cumprimento inicial em regime fechado. A defesa de Santos informou que recorrerá da decisão.

Relembre o caso

O corpo de Luana Mirelly foi localizado em setembro de 2023 ao lado de um carro incendiado, na zona rural de Itaporanga D’Ajuda. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que a jovem morreu após ser ferida por arma branca.

O Ministério Público denunciou Antônio Santos por homicídio qualificado, alegando que ele impediu qualquer reação da vítima. Com a condenação, o réu permanece preso enquanto a defesa prepara o recurso.

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