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Economia

Alckmin prevê corte da Selic na reunião do Copom em dezembro

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira (6) esperar que o Comitê de Política Monetária (Copom) inicie a trajetória de queda da Taxa Selic na próxima reunião, marcada para 9 e 10 de dezembro. Na véspera, o Copom manteve, por unanimidade, os juros básicos em 15% ao ano. O patamar é o mais […]

06/11/2025 · 21h02
Alckmin prevê corte da Selic na reunião do Copom em dezembro

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira (6) esperar que o Comitê de Política Monetária (Copom) inicie a trajetória de queda da Taxa Selic na próxima reunião, marcada para 9 e 10 de dezembro.

Na véspera, o Copom manteve, por unanimidade, os juros básicos em 15% ao ano. O patamar é o mais alto desde julho de 2006, quando a taxa estava em 15,25%.

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“A taxa de juros está muito elevada. Esperamos que, na próxima reunião, ela já comece a curva de redução. Os juros retraem a atividade econômica, especialmente no caso de bens duráveis de maior valor, mas creio que será transitório. Estamos recebendo grandes investimentos”, afirmou o vice-presidente durante evento em Minas Gerais.

Alckmin destacou ainda outros indicadores que, segundo ele, sinalizam melhora do ambiente econômico: safra agrícola recorde, 17% maior que a anterior; recuo do dólar; e queda da inflação.

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Riscos externos e inflação interna

Em nota divulgada ontem, o Banco Central justificou a manutenção dos juros citando o cenário internacional incerto, em especial a política econômica dos Estados Unidos, que tem impacto nas condições financeiras globais. No plano doméstico, o BC observou que a inflação segue acima da meta, apesar do ritmo mais lento da atividade, o que reforça a necessidade de manter a Selic em nível elevado por um período prolongado.

Esta foi a terceira reunião consecutiva em que o Copom optou por não alterar a taxa básica.

Com informações de Agência Brasil

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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, disse nesta quinta-feira (6) esperar que o Comitê de Política Monetária (Copom) inicie a trajetória de queda da Taxa Selic na próxima reunião, marcada para 9 e 10 de dezembro.

Na véspera, o Copom manteve, por unanimidade, os juros básicos em 15% ao ano. O patamar é o mais alto desde julho de 2006, quando a taxa estava em 15,25%.

“A taxa de juros está muito elevada. Esperamos que, na próxima reunião, ela já comece a curva de redução. Os juros retraem a atividade econômica, especialmente no caso de bens duráveis de maior valor, mas creio que será transitório. Estamos recebendo grandes investimentos”, afirmou o vice-presidente durante evento em Minas Gerais.

Alckmin destacou ainda outros indicadores que, segundo ele, sinalizam melhora do ambiente econômico: safra agrícola recorde, 17% maior que a anterior; recuo do dólar; e queda da inflação.

Riscos externos e inflação interna

Em nota divulgada ontem, o Banco Central justificou a manutenção dos juros citando o cenário internacional incerto, em especial a política econômica dos Estados Unidos, que tem impacto nas condições financeiras globais. No plano doméstico, o BC observou que a inflação segue acima da meta, apesar do ritmo mais lento da atividade, o que reforça a necessidade de manter a Selic em nível elevado por um período prolongado.

Esta foi a terceira reunião consecutiva em que o Copom optou por não alterar a taxa básica.

Com informações de Agência Brasil

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