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Cultura

Orquestra Sinfônica de Sergipe faz concerto em homenagem à Consciência Negra nesta quinta-feira

A Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) volta ao palco do Teatro Tobias Barreto, em Aracaju, na quinta-feira, 20 de novembro, com um concerto dedicado à celebração do Dia da Consciência Negra. A apresentação conta com a regência da maestra e pianista Sarah Higino e participação do trompetista Amarildo Nascimento como solista. Realizada pelo Governo de […]

18/11/2025 · 11h35
Orquestra Sinfônica de Sergipe faz concerto em homenagem à Consciência Negra nesta quinta-feira

A Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) volta ao palco do Teatro Tobias Barreto, em Aracaju, na quinta-feira, 20 de novembro, com um concerto dedicado à celebração do Dia da Consciência Negra. A apresentação conta com a regência da maestra e pianista Sarah Higino e participação do trompetista Amarildo Nascimento como solista.

Realizada pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), a iniciativa tem patrocínio do BaneseCard e apoio do Instituto Banese. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla e nas bilheterias do teatro a preços populares.

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Repertório valoriza a cultura afro-brasileira

A programação busca estimular reflexão sobre as contribuições da população negra para a formação cultural do país. Entre as obras escolhidas estão composições do sergipano Gilson Santos, com destaque para “A Revolta dos Malês”, homenagem ao levante de africanos escravizados ocorrido em Salvador em 1835. Também serão executadas peças de Chiquinha Gonzaga e do britânico de origem africana Samuel Coleridge-Taylor.

Compositores em foco

Chiquinha Gonzaga (1847-1935) foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, autora de obras como “Ó Abre Alas” e referência na luta pela emancipação feminina. Já Samuel Coleridge-Taylor (1875-1912) destacou-se ao unir elementos da música europeia a influências afrodescendentes, tornando-se símbolo de representatividade negra no início do século XX.

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Convidados

Mestre em Música pela UFRJ, Sarah Higino possui trajetória reconhecida na regência, no piano e na educação musical, acumulando premiações como o Lions Cultura RJ, a Medalha Tiradentes (Alerj) e a Medalha Getúlio Vargas (Câmara Municipal de Volta Redonda). O solista Amarildo Nascimento integra a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (Osusp) e desenvolve pesquisas voltadas às práticas interpretativas de instrumentos de sopro e ao repertório sinfônico brasileiro.

O concerto marca mais uma ação da Orsse para valorizar a diversidade cultural por meio da música e reforçar a importância da igualdade racial.

 

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A Orquestra Sinfônica de Sergipe (Orsse) volta ao palco do Teatro Tobias Barreto, em Aracaju, na quinta-feira, 20 de novembro, com um concerto dedicado à celebração do Dia da Consciência Negra. A apresentação conta com a regência da maestra e pianista Sarah Higino e participação do trompetista Amarildo Nascimento como solista.

Realizada pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap), a iniciativa tem patrocínio do BaneseCard e apoio do Instituto Banese. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla e nas bilheterias do teatro a preços populares.

Repertório valoriza a cultura afro-brasileira

A programação busca estimular reflexão sobre as contribuições da população negra para a formação cultural do país. Entre as obras escolhidas estão composições do sergipano Gilson Santos, com destaque para “A Revolta dos Malês”, homenagem ao levante de africanos escravizados ocorrido em Salvador em 1835. Também serão executadas peças de Chiquinha Gonzaga e do britânico de origem africana Samuel Coleridge-Taylor.

Compositores em foco

Chiquinha Gonzaga (1847-1935) foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil, autora de obras como “Ó Abre Alas” e referência na luta pela emancipação feminina. Já Samuel Coleridge-Taylor (1875-1912) destacou-se ao unir elementos da música europeia a influências afrodescendentes, tornando-se símbolo de representatividade negra no início do século XX.

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Mestre em Música pela UFRJ, Sarah Higino possui trajetória reconhecida na regência, no piano e na educação musical, acumulando premiações como o Lions Cultura RJ, a Medalha Tiradentes (Alerj) e a Medalha Getúlio Vargas (Câmara Municipal de Volta Redonda). O solista Amarildo Nascimento integra a Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo (Osusp) e desenvolve pesquisas voltadas às práticas interpretativas de instrumentos de sopro e ao repertório sinfônico brasileiro.

O concerto marca mais uma ação da Orsse para valorizar a diversidade cultural por meio da música e reforçar a importância da igualdade racial.

 

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