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Cultura

Diversidade toma conta do segundo dia do 40º Festival de Artes de São Cristóvão

Sexta-feira, 21, marcou o segundo dia da 40ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), promovido pela Prefeitura de São Cristóvão com co-realização do Governo de Sergipe. Sob o tema Na cultura a gente se encontra, a cidade histórica se transformou em circuito cultural com programação distribuída por praças, igrejas, casarões e vielas. […]

22/11/2025 · 13h10
Diversidade toma conta do segundo dia do 40º Festival de Artes de São Cristóvão

Sexta-feira, 21, marcou o segundo dia da 40ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), promovido pela Prefeitura de São Cristóvão com co-realização do Governo de Sergipe. Sob o tema Na cultura a gente se encontra, a cidade histórica se transformou em circuito cultural com programação distribuída por praças, igrejas, casarões e vielas.

Leitura e debate

No Salão de Leitura Manoel Ferreira, o escritor Raphael Montes conversou com o público em encontro mediado pela professora doutora Pâmela Sampaio. A Sala Mangue Jornalismo recebeu outra roda de conversa sobre jornalismo, literatura e arte sergipana, reunindo participantes de diferentes perfis.

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Artes cênicas e cortejos

O Palco Mariano Antônio exibiu espetáculos dos grupos Mamulengo Baile Estrela, A Tua Lona e Santoli Danças, mesclando tradição e contemporaneidade. Nas ruas, cortejos de Necas no Frevo, Peneirou Xerém, Cacumbi e Mestre Deca levaram música e celebração ao Centro Histórico. O bloco de frevo Zé Folia arrastou moradores e turistas pelos becos coloniais.

Música nos templos

A Igreja Nossa Senhora do Rosário recebeu o show de Capitão D’Aurora, com repertório que percorreu baião e outras sonoridades regionais, preenchendo o templo com forte conexão entre música e espiritualidade.

Exposições e intervenções

Pelas ladeiras, obras de artes visuais ganharam muros, fachadas e instalações. A exposição Realocações Visuais contou com a participação da artista Luana Campos, que levou suas colagens a São Cristóvão pela primeira vez.

Na Casa das Culturas Populares, a mostra Afrotexturas foi instalada provisoriamente na sede do Iphan. A coordenadora Rebeca Leão destacou que o espaço garantiu visibilidade ao trabalho selecionado por edital da PNAB.

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Artesanato em destaque

Na Casa do Artesanato, cerca de 20 artesãs apresentaram ecobags, crochês, bordados, bonecas e peças em cerâmica. Entre elas, a ceramista Carmen Verônica, moradora do povoado Caípe Velho, exibiu miniaturas do boi do reisado, símbolo das manifestações populares locais.

Público diversificado

Visitantes como Danúcia Rocha e o veterinário Pedro Estevão elogiaram a variedade de linguagens artísticas e a oportunidade de conhecer de perto os processos criativos.

Com atividades simultâneas de música, dança, teatro, literatura e artes visuais, o segundo dia do Fasc reforçou o compromisso do festival, iniciado na década de 1970, com a democratização do acesso à cultura em São Cristóvão.

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Sexta-feira, 21, marcou o segundo dia da 40ª edição do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc), promovido pela Prefeitura de São Cristóvão com co-realização do Governo de Sergipe. Sob o tema Na cultura a gente se encontra, a cidade histórica se transformou em circuito cultural com programação distribuída por praças, igrejas, casarões e vielas.

Leitura e debate

No Salão de Leitura Manoel Ferreira, o escritor Raphael Montes conversou com o público em encontro mediado pela professora doutora Pâmela Sampaio. A Sala Mangue Jornalismo recebeu outra roda de conversa sobre jornalismo, literatura e arte sergipana, reunindo participantes de diferentes perfis.

Artes cênicas e cortejos

O Palco Mariano Antônio exibiu espetáculos dos grupos Mamulengo Baile Estrela, A Tua Lona e Santoli Danças, mesclando tradição e contemporaneidade. Nas ruas, cortejos de Necas no Frevo, Peneirou Xerém, Cacumbi e Mestre Deca levaram música e celebração ao Centro Histórico. O bloco de frevo Zé Folia arrastou moradores e turistas pelos becos coloniais.

Música nos templos

A Igreja Nossa Senhora do Rosário recebeu o show de Capitão D’Aurora, com repertório que percorreu baião e outras sonoridades regionais, preenchendo o templo com forte conexão entre música e espiritualidade.

Exposições e intervenções

Pelas ladeiras, obras de artes visuais ganharam muros, fachadas e instalações. A exposição Realocações Visuais contou com a participação da artista Luana Campos, que levou suas colagens a São Cristóvão pela primeira vez.

Na Casa das Culturas Populares, a mostra Afrotexturas foi instalada provisoriamente na sede do Iphan. A coordenadora Rebeca Leão destacou que o espaço garantiu visibilidade ao trabalho selecionado por edital da PNAB.

Artesanato em destaque

Na Casa do Artesanato, cerca de 20 artesãs apresentaram ecobags, crochês, bordados, bonecas e peças em cerâmica. Entre elas, a ceramista Carmen Verônica, moradora do povoado Caípe Velho, exibiu miniaturas do boi do reisado, símbolo das manifestações populares locais.

Público diversificado

Visitantes como Danúcia Rocha e o veterinário Pedro Estevão elogiaram a variedade de linguagens artísticas e a oportunidade de conhecer de perto os processos criativos.

Com atividades simultâneas de música, dança, teatro, literatura e artes visuais, o segundo dia do Fasc reforçou o compromisso do festival, iniciado na década de 1970, com a democratização do acesso à cultura em São Cristóvão.

 

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