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Economia

Haddad afirma que atual governo registrará a menor inflação da série histórica

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta quinta-feira (4) que, ao final dos quatro anos de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil apresentará a menor inflação já apurada em toda a história nacional. A declaração ocorreu durante a 6ª reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS), […]

05/12/2025 · 08h22
Haddad afirma que atual governo registrará a menor inflação da série histórica

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta quinta-feira (4) que, ao final dos quatro anos de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil apresentará a menor inflação já apurada em toda a história nacional. A declaração ocorreu durante a 6ª reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS), o “Conselhão”.

“A inflação, em quatro anos, será a menor de todas: menor que no Império, na República Velha, no Estado Novo e até no período pós-Plano Real”, afirmou o ministro. Hoje, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acumula 4,5% nos 12 meses encerrados em novembro.

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Emprego e inflação em queda

Haddad sustentou que o governo consegue combinar “o melhor dos dois mundos”: baixa inflação e redução do desemprego. No trimestre mais recente, a taxa de desocupação ficou em 5,4%, o menor nível da série iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o ministro, políticas como o Plano Safra e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) contribuíram para segurar os preços dos alimentos. “Teremos também a menor inflação de alimentos da série histórica, beneficiando especialmente a população de baixa renda”, destacou.

Investimentos e câmbio

Haddad citou ainda um volume recorde de R$ 261 bilhões aplicados em infraestrutura em 2024 e lembrou que a cotação do dólar, atualmente em torno de R$ 5,30, ficou bem abaixo de previsões que apontavam R$ 8. “Fico perplexo com quem erra repetidamente as projeções e continua sendo consultado”, comentou.

Contas públicas e metas fiscais

De acordo com o titular da Fazenda, o déficit fiscal previsto para o mandato em curso será 70% menor que o registrado no governo anterior e 60% abaixo do resultado do período que o antecedeu. Haddad afirmou que o Executivo retomou padrões internacionais de transparência e, por isso, o país figura hoje como o segundo maior destino de investimento estrangeiro direto no mundo.

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Participação de Gleisi Hoffmann e Alckmin

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçou que a economia “cresce de forma sustentável” e citou propostas do Conselhão, como a estratégia de compras públicas sustentáveis e o registro eletrônico de duplicatas, que pretende reduzir custos do crédito.

Ela ressaltou ainda a isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil e defendeu avanços como o fim da escala de trabalho 6 por 1. Já o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, mencionou a retomada ou ampliação da produção em diversas montadoras instaladas no país.

O encontro do Conselhão ocorreu no Palácio do Planalto e reuniu integrantes do governo, empresários e representantes da sociedade civil.

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Com informações de Agência Brasil

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta quinta-feira (4) que, ao final dos quatro anos de mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil apresentará a menor inflação já apurada em toda a história nacional. A declaração ocorreu durante a 6ª reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS), o “Conselhão”.

“A inflação, em quatro anos, será a menor de todas: menor que no Império, na República Velha, no Estado Novo e até no período pós-Plano Real”, afirmou o ministro. Hoje, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acumula 4,5% nos 12 meses encerrados em novembro.

Emprego e inflação em queda

Haddad sustentou que o governo consegue combinar “o melhor dos dois mundos”: baixa inflação e redução do desemprego. No trimestre mais recente, a taxa de desocupação ficou em 5,4%, o menor nível da série iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o ministro, políticas como o Plano Safra e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) contribuíram para segurar os preços dos alimentos. “Teremos também a menor inflação de alimentos da série histórica, beneficiando especialmente a população de baixa renda”, destacou.

Investimentos e câmbio

Haddad citou ainda um volume recorde de R$ 261 bilhões aplicados em infraestrutura em 2024 e lembrou que a cotação do dólar, atualmente em torno de R$ 5,30, ficou bem abaixo de previsões que apontavam R$ 8. “Fico perplexo com quem erra repetidamente as projeções e continua sendo consultado”, comentou.

Contas públicas e metas fiscais

De acordo com o titular da Fazenda, o déficit fiscal previsto para o mandato em curso será 70% menor que o registrado no governo anterior e 60% abaixo do resultado do período que o antecedeu. Haddad afirmou que o Executivo retomou padrões internacionais de transparência e, por isso, o país figura hoje como o segundo maior destino de investimento estrangeiro direto no mundo.

Participação de Gleisi Hoffmann e Alckmin

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reforçou que a economia “cresce de forma sustentável” e citou propostas do Conselhão, como a estratégia de compras públicas sustentáveis e o registro eletrônico de duplicatas, que pretende reduzir custos do crédito.

Ela ressaltou ainda a isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil e defendeu avanços como o fim da escala de trabalho 6 por 1. Já o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, mencionou a retomada ou ampliação da produção em diversas montadoras instaladas no país.

O encontro do Conselhão ocorreu no Palácio do Planalto e reuniu integrantes do governo, empresários e representantes da sociedade civil.

Com informações de Agência Brasil

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