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Morre aos 85 anos Lindomar Castilho, o ‘Rei do Bolero’; filha cita feminicídio em despedida

Cantor do sucesso “Você é Doida Demais” faleceu neste sábado (20). Trajetória artística foi manchada pelo assassinato da ex-esposa, Eliane de Grammont, nos anos 80. Leia também Brics pressiona por reforma da governança global e amplia influência Morreu neste sábado (20), aos 85 anos, o cantor e compositor Lindomar Castilho. Conhecido nacionalmente como o “Rei do […]

20/12/2025 · 10h47 · Atualizado às 19h02
Morre aos 85 anos Lindomar Castilho, o ‘Rei do Bolero’; filha cita feminicídio em despedida

Cantor do sucesso “Você é Doida Demais” faleceu neste sábado (20). Trajetória artística foi manchada pelo assassinato da ex-esposa, Eliane de Grammont, nos anos 80.

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Morreu neste sábado (20), aos 85 anos, o cantor e compositor Lindomar Castilho. Conhecido nacionalmente como o “Rei do Bolero”, o artista goiano marcou a música popular brasileira, mas teve sua biografia permanentemente atrelada a um dos crimes mais chocantes do meio artístico no país.

A informação do óbito foi confirmada pela filha do cantor, Lili De Grammont, que optou por não divulgar a causa da morte. Em um desabafo contundente nas redes sociais, Lili lamentou a partida do pai, mas relembrou o assassinato de sua mãe.

“Meu pai partiu! E como qualquer ser humano, ele é finito, ele é só mais um ser humano que se desviou com sua vaidade e narcisismo. E ao tirar a vida da minha mãe também morreu em vida. O homem que mata também morre. Morre o pai e nasce um assassino, morre uma família inteira”, escreveu a filha.

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Sucesso e Tragédia

Nascido em Rio Verde (GO), em 1940, Lindomar Castilho lançou mais de 30 discos e emplacou sucessos que atravessaram gerações. Sua música “Você É Doida Demais” voltou ao topo das paradas em 2001, ao se tornar tema da série Os Normais, da TV Globo. Ele também era chamado de “Namorado de las Américas” pelo sucesso internacional.

No entanto, em 1981, a carreira foi interrompida pela violência. Lindomar assassinou a tiros sua ex-esposa, a cantora Eliane de Grammont, enquanto ela se apresentava no Café Belle Époque, em São Paulo. Ele invadiu o local e disparou cinco vezes contra a vítima.

Condenado a 12 anos de prisão, o cantor obteve liberdade condicional em 1988, mas viveu o restante da vida longe dos grandes holofotes, carregando o estigma do crime.

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Cantor do sucesso “Você é Doida Demais” faleceu neste sábado (20). Trajetória artística foi manchada pelo assassinato da ex-esposa, Eliane de Grammont, nos anos 80.

Morreu neste sábado (20), aos 85 anos, o cantor e compositor Lindomar Castilho. Conhecido nacionalmente como o “Rei do Bolero”, o artista goiano marcou a música popular brasileira, mas teve sua biografia permanentemente atrelada a um dos crimes mais chocantes do meio artístico no país.

A informação do óbito foi confirmada pela filha do cantor, Lili De Grammont, que optou por não divulgar a causa da morte. Em um desabafo contundente nas redes sociais, Lili lamentou a partida do pai, mas relembrou o assassinato de sua mãe.

“Meu pai partiu! E como qualquer ser humano, ele é finito, ele é só mais um ser humano que se desviou com sua vaidade e narcisismo. E ao tirar a vida da minha mãe também morreu em vida. O homem que mata também morre. Morre o pai e nasce um assassino, morre uma família inteira”, escreveu a filha.

Sucesso e Tragédia

Nascido em Rio Verde (GO), em 1940, Lindomar Castilho lançou mais de 30 discos e emplacou sucessos que atravessaram gerações. Sua música “Você É Doida Demais” voltou ao topo das paradas em 2001, ao se tornar tema da série Os Normais, da TV Globo. Ele também era chamado de “Namorado de las Américas” pelo sucesso internacional.

No entanto, em 1981, a carreira foi interrompida pela violência. Lindomar assassinou a tiros sua ex-esposa, a cantora Eliane de Grammont, enquanto ela se apresentava no Café Belle Époque, em São Paulo. Ele invadiu o local e disparou cinco vezes contra a vítima.

Condenado a 12 anos de prisão, o cantor obteve liberdade condicional em 1988, mas viveu o restante da vida longe dos grandes holofotes, carregando o estigma do crime.


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