Ao completar 150 anos, a Catedral Metropolitana de Aracaju se estabelece como um ponto fundamental de religiosidade, memória, patrimônio, cultura e arquitetura. Hoje, a capital sergipana celebra esse templo que surgiu quando Aracaju tinha apenas 20 anos de fundação, e, desde então, acompanha o crescimento da cidade. Para este dia especial, a Arquidiocese Metropolitana preparou uma missa em ação de graças que marca a abertura do Ano Jubilar Sesquicentenário.
“Hoje é dia de saudar a nossa Catedral Metropolitana de Aracaju, que começou a ser construída no ano de 1862, mas só foi inaugurada em 22 de dezembro de 1875. São 150 anos de história, resistência e bênçãos para o povo aracajuano, sobretudo para os fiéis da Igreja Católica. Como gosto muito de história, ressalto que este ano a Catedral também completou 40 anos desde que sua arquitetura foi tombada como patrimônio do nosso povo”, saudou Eduardo Amorim.
O processo de preservação do templo, entretanto, enfrentou desafios significativos ao longo da última década. Após anos de portas fechadas para intervenções estruturais complexas, a reabertura e o início das novas fases de restauro artístico simbolizam não apenas a recuperação física de um edifício, mas o resgate da identidade visual e afetiva do centro histórico da capital sergipana.
A Catedral Metropolitana faz parte do imaginário da população de Aracaju. Sendo uma construção com traços da arquitetura neogótica e eclética, sempre chamou a atenção por conta das suas atividades religiosas e pela sua estrutura imponente, atraindo fiéis e turistas. Ademais, faz dois anos que as celebrações voltaram a ocorrer no próprio templo, que passou cerca de uma década em processo de reforma. Eduardo Amorim, durante seu mandato como senador, destinou cerca de R$ 1,5 milhão em emendas para o restauro da catedral, assumindo seu compromisso com a cultura e o patrimônio histórico.
“Durante meu mandato de senador por Sergipe, fiz questão de destinar emendas parlamentares para a reforma da catedral. Há 10 anos, no mês de junho, reuni-me com o então Arcebispo Metropolitano, Dom José Palmeira Lessa, e anunciei que a bancada de Sergipe iria destinar R$ 1,8 milhão, dos quais sempre tive o compromisso para com esse marco católico, arquitetônico e cultural do Nordeste”, lembrou Eduardo.
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