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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Horóscopo

As revelações de Athos Salomé entram em 2026 a todo vapor após o fatal ataque a soberania Venezuelana

📅 Horóscopo do dia — veja a previsão de hoje atualizada para todos os 12 signos. Uma leitura à frente dos acontecimentos Leia também Horóscopo do Dia: Previsão Completa para os Signos nesta Quinta-Feira (17/09/2026) As previsões do paranormal brasileiro Athos Salomé, 39, chamado na Europa e mundo afora de “Nostradamus Vivo”, retornaram à tona […]

06/01/2026 · 21h09 · Atualizado às 18h38
As revelações de Athos Salomé entram em 2026 a todo vapor após o fatal ataque a soberania Venezuelana

Uma leitura à frente dos acontecimentos

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As previsões do paranormal brasileiro Athos Salomé, 39, chamado na Europa e mundo afora de “Nostradamus Vivo”, retornaram à tona no debate global com a crescente tensão na Venezuela. Conhecido pelas suas leituras que mesclam intuição, análise geopolítica e observação de padrões históricos, Salomé avisava, desde o final de 2025, que o país sul-americano se dirigia para um evento de grande impacto antes de julho de 2026.

Não era um aviso qualquer nem uma ação sensacionalista. O que ele explicou, em entrevistas e podcasts, era um processo de deterioração estrutural. Um momento crítico. Algo sério, sem uma definição anterior de como seria, quanto tempo duraria ou qual o seu fim.

Venezuela, além do petróleo

Numa das suas declarações mais lembradas, dita no podcast Paranormal Experience e divulgada por veículos como o jornal Estado de Minas, Salomé mudou o foco habitual da análise venezuelana. Para ele, o cerne do conflito não estaria só no petróleo, mas, acima de tudo, na disputa pelo ouro.

“Na América do Sul, a situação venezuelana, conforme o vidente previu, deve piorar até julho de 2026. O conflito lá não seria só pelo petróleo, mas, acima de tudo, pela disputa de ouro.”

A leitura, simples e um tanto desagradável. O ouro ilegal, diz o vidente, virou peça chave pra bancar o regime, manter a corrupção e assegurar apoio político, judiciário e militar. Bem mais importante que o petróleo, muitas vezes.

Essa economia paralela, ajuda a entender porque sanções, isolamento diplomático e negociações secretas mostram poucos resultados logo ali.

Pressão externa e os limites do colapso

No Extra da Globo, o vidente falou que “Nicolás Maduro permanece forte, apesar da pressão internacional e dos ataques aéreos dos EUA em bases suspeitas de drogas. Não vejo indícios de intervenção militar, nem de queda do governo de supetão. A estratégia americana continua com sanções, isolamento diplomático e conversas discretas, gerando pouco efeito no momento.

Ouro ilegal, crucial para financiar o regime, a corrupção e captar apoio político e judicial, parece, de certo modo, até mais importante do que o petróleo frequentemente. Uma crise socioeconômica doméstica persistente exibe forte instabilidade, controle político rígido e falta de reformas estruturais.

Em resumo, 2026 perfila-se como um ano de crise venezuelana com declínio gradual, tensões internas e esquemas ilegais vindo a tona, mas sem um colapso do poder no horizonte.”

Quando Salomé disse não ver uma intervenção militar clássica, nem uma queda repentina do governo, ele referia-se ao colapso do regime, e não a ausência de violência ou ações enérgicas. Ataques pontuais, operações aéreas, prisões ou remoções de figuras-chave não implicam, por si só, a queda de um sistema político. Um regime só entra em colapso, quando perde o controle das Forças Armadas, das instituições e da máquina administrativa. Isso, em sua análise, não aconteceria de imediato. Mesmo com o enfraquecimento das lideranças, o sistema venezuelano funciona como uma engrenagem bem distribuída.

Militares, as estruturas partidárias, o controle institucional e economias ilícitas perpetuam isso, mesmo sob pressão crescente.

O evento crítico e a discussão sobre a previsão

Em 16 de dezembro de 2025 Salomé, foi bem direto, comunicando que algo sério iria rolar na Venezuela até julho de 2026. Ele não deu datas precisas nem elaborou cenários mirabolantes. Apenas alertou sobre um acontecimento de forte impacto político e simbólico.

Com os eventos do último, 3 de janeiro, com operações militares em larga escala e episódios radicais envolvendo o governo venezuelano e até a captura de Maduro seus aliados começaram a dizer que a previsão estava certa dentro do prazo, e antes Salomé já tinha mencionado que teria negociações entre Maduro e EUA.

O próprio Salomé comentou sobre a controvérsia em entrevistas seguintes. Ele explicou que muita gente busca certezas absolutas, mas previsões são interpretações de rumos, não verdades finais.

O governo não é só um cara

Outro aspecto crucial em sua análise é a separação entre o governo e a pessoa. Para Salomé, falar da Venezuela é falar sobre um sistema, e não apenas de Nicolás Maduro.

A saída ou o definhamento de uma figura não se traduz, obrigatoriamente, na dissolução do poder. Ele, igualmente, rechaçou comemorações simplistas recentes. Afirmou não dar suporte ao governo, contudo, deixou explícito sua principal preocupação direcionada aos venezuelanos. Se a situação já era séria, ele avisou, a tendência é de agravamento no dia a dia das pessoas.

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Impactos regionais e o papel do Brasil

Salomé taxou a crescente ação militar dos EUA como uma grave invasão da soberania venezuelana e chamou a atenção para impactos colaterais diretos na América do Sul. O Brasil, devido à sua vizinhança e aos movimentos migratórios, estaria entre os países mais atingidos. Na opinião dele, 2026 não mostrará uma solução para a Venezuela, mas sim um declínio progressivo. Mais atritos internos. Mais revelação de tramas ilícitas. Mais desestabilização. Contudo, sem um colapso repentino e organizado do poder.

O que se entende da leitura

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As predições de Athos Salomé não dão nenhuma alento. Tampouco prometem desfechos velozes. Elas preveem processos demorados, penosos e complexos, onde acontecimentos graves não simbolizam, obrigatoriamente, rupturas irreversíveis.

Talvez essa seja a coisa mais difícil de engolir. Em política, assim como na história, o caos nem sempre destrói os sistemas, entende? Às vezes, ele só os muda um pouco. E a questão que persiste é simples, até que ponto uma sociedade aguenta uma decadência constante antes que alguma coisa realmente diferente aconteça?

Na leitura de Salomé, os eventos recentes vão além de um mero incidente isolado com a Venezuela. Parece ter mais coisa rolando, algo maior, mais discreto, muito bem planejado por baixo dos panos.

Para o vidente, a ação dita como de Donald Trump não é aleatória nem só militar. Teria sido bolada com tecnologias top de linha, tipo inteligência artificial, bloqueio de informações, uso de drones, e coleta de dados secretos. É um tipo novo de operação, bem obscura, mais complicada de rastrear, sem precisar tanto de guerras tradicionais.

Athos conta que foi um “truque de mestre”, mesmo que bem na cara e ninguém viu.

Nessa leitura, o objetivo não se restringe ao ouro ou petróleo da Venezuela. Esses seriam só umas pecinhas pequenas numa engrenagem gigante. Estariam construindo uma rede de pressão e chantagem internacional, tipo uma máfia geopolítica, com troca silenciosa de poder, influência e recursos cruciais.

Dentro desse cenário, o plano vai além da Venezuela.

Ele sinaliza um movimento global, visando subjugar ou dominar grandes potências tipo Rússia, China e Coreia do Norte.

Não por embate direto, mas via dependência, acordos forçados e moedas secretas.

Salomé enxerga isso como um projeto ganancioso enorme, porém nocivo.

Um plano que busca domínio total, além de terras ou bens, mas também decisões, parcerias e futuros políticos

Algo ainda não totalmente entendido pela população, pois age fora do padrão habitual.

Por isso, segundo a previsão, o acontecimento grave já ocorreu, porém é só uma fase inicial e até julho podemos ver muitas coisas ainda.

O que importa não é uma nação só, e sim uma reformulação perigosa das relações globais, por intermédio de meios tecnológicos, informacionais e estratégicos nem totalmente decifrados.

Não é apenas a Venezuela, nem só recursos naturais, mas uma engrenagem gigantesca, discreta e altamente preocupante.

Segundo o vidente, o que ocorre na Venezuela não representa o fim do chavismo, mas a retirada do seu rosto principal, o sistema de poder permanece intacto, controlando instituições e estruturas do Estado, enquanto Nicolás Maduro cai por isolamento estratégico. 

Para ele, Donald Trump não agiu por impulso, mas executou um movimento calculado, aproveitando fissuras internas e a recusa de Maduro em cooperar com um acordo praticamente obrigatório imposto pelos Estados Unidos. Ao resistir, Maduro perdeu sustentação operacional e se tornou vulnerável, resultando numa remoção cirúrgica do líder, sem ruptura do regime — um rearranjo de poder, não uma mudança de sistema. 

Isso não era para estar acontecendo, o ditador Maduro pelo ego acabou se dando mal, mas nada justifica que os EUA se sinta à justiça legislativa ou tribuna do mundo, finaliza o paranormal.

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Uma leitura à frente dos acontecimentos

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Não era um aviso qualquer nem uma ação sensacionalista. O que ele explicou, em entrevistas e podcasts, era um processo de deterioração estrutural. Um momento crítico. Algo sério, sem uma definição anterior de como seria, quanto tempo duraria ou qual o seu fim.

Venezuela, além do petróleo

Numa das suas declarações mais lembradas, dita no podcast Paranormal Experience e divulgada por veículos como o jornal Estado de Minas, Salomé mudou o foco habitual da análise venezuelana. Para ele, o cerne do conflito não estaria só no petróleo, mas, acima de tudo, na disputa pelo ouro.

“Na América do Sul, a situação venezuelana, conforme o vidente previu, deve piorar até julho de 2026. O conflito lá não seria só pelo petróleo, mas, acima de tudo, pela disputa de ouro.”

A leitura, simples e um tanto desagradável. O ouro ilegal, diz o vidente, virou peça chave pra bancar o regime, manter a corrupção e assegurar apoio político, judiciário e militar. Bem mais importante que o petróleo, muitas vezes.

Essa economia paralela, ajuda a entender porque sanções, isolamento diplomático e negociações secretas mostram poucos resultados logo ali.

Pressão externa e os limites do colapso

No Extra da Globo, o vidente falou que “Nicolás Maduro permanece forte, apesar da pressão internacional e dos ataques aéreos dos EUA em bases suspeitas de drogas. Não vejo indícios de intervenção militar, nem de queda do governo de supetão. A estratégia americana continua com sanções, isolamento diplomático e conversas discretas, gerando pouco efeito no momento.

Ouro ilegal, crucial para financiar o regime, a corrupção e captar apoio político e judicial, parece, de certo modo, até mais importante do que o petróleo frequentemente. Uma crise socioeconômica doméstica persistente exibe forte instabilidade, controle político rígido e falta de reformas estruturais.

Em resumo, 2026 perfila-se como um ano de crise venezuelana com declínio gradual, tensões internas e esquemas ilegais vindo a tona, mas sem um colapso do poder no horizonte.”

Quando Salomé disse não ver uma intervenção militar clássica, nem uma queda repentina do governo, ele referia-se ao colapso do regime, e não a ausência de violência ou ações enérgicas. Ataques pontuais, operações aéreas, prisões ou remoções de figuras-chave não implicam, por si só, a queda de um sistema político. Um regime só entra em colapso, quando perde o controle das Forças Armadas, das instituições e da máquina administrativa. Isso, em sua análise, não aconteceria de imediato. Mesmo com o enfraquecimento das lideranças, o sistema venezuelano funciona como uma engrenagem bem distribuída.

Militares, as estruturas partidárias, o controle institucional e economias ilícitas perpetuam isso, mesmo sob pressão crescente.

O evento crítico e a discussão sobre a previsão

Em 16 de dezembro de 2025 Salomé, foi bem direto, comunicando que algo sério iria rolar na Venezuela até julho de 2026. Ele não deu datas precisas nem elaborou cenários mirabolantes. Apenas alertou sobre um acontecimento de forte impacto político e simbólico.

Com os eventos do último, 3 de janeiro, com operações militares em larga escala e episódios radicais envolvendo o governo venezuelano e até a captura de Maduro seus aliados começaram a dizer que a previsão estava certa dentro do prazo, e antes Salomé já tinha mencionado que teria negociações entre Maduro e EUA.

O próprio Salomé comentou sobre a controvérsia em entrevistas seguintes. Ele explicou que muita gente busca certezas absolutas, mas previsões são interpretações de rumos, não verdades finais.

O governo não é só um cara

Outro aspecto crucial em sua análise é a separação entre o governo e a pessoa. Para Salomé, falar da Venezuela é falar sobre um sistema, e não apenas de Nicolás Maduro.

A saída ou o definhamento de uma figura não se traduz, obrigatoriamente, na dissolução do poder. Ele, igualmente, rechaçou comemorações simplistas recentes. Afirmou não dar suporte ao governo, contudo, deixou explícito sua principal preocupação direcionada aos venezuelanos. Se a situação já era séria, ele avisou, a tendência é de agravamento no dia a dia das pessoas.

Impactos regionais e o papel do Brasil

Salomé taxou a crescente ação militar dos EUA como uma grave invasão da soberania venezuelana e chamou a atenção para impactos colaterais diretos na América do Sul. O Brasil, devido à sua vizinhança e aos movimentos migratórios, estaria entre os países mais atingidos. Na opinião dele, 2026 não mostrará uma solução para a Venezuela, mas sim um declínio progressivo. Mais atritos internos. Mais revelação de tramas ilícitas. Mais desestabilização. Contudo, sem um colapso repentino e organizado do poder.

O que se entende da leitura

As predições de Athos Salomé não dão nenhuma alento. Tampouco prometem desfechos velozes. Elas preveem processos demorados, penosos e complexos, onde acontecimentos graves não simbolizam, obrigatoriamente, rupturas irreversíveis.

Talvez essa seja a coisa mais difícil de engolir. Em política, assim como na história, o caos nem sempre destrói os sistemas, entende? Às vezes, ele só os muda um pouco. E a questão que persiste é simples, até que ponto uma sociedade aguenta uma decadência constante antes que alguma coisa realmente diferente aconteça?

Na leitura de Salomé, os eventos recentes vão além de um mero incidente isolado com a Venezuela. Parece ter mais coisa rolando, algo maior, mais discreto, muito bem planejado por baixo dos panos.

Para o vidente, a ação dita como de Donald Trump não é aleatória nem só militar. Teria sido bolada com tecnologias top de linha, tipo inteligência artificial, bloqueio de informações, uso de drones, e coleta de dados secretos. É um tipo novo de operação, bem obscura, mais complicada de rastrear, sem precisar tanto de guerras tradicionais.

Athos conta que foi um “truque de mestre”, mesmo que bem na cara e ninguém viu.

Nessa leitura, o objetivo não se restringe ao ouro ou petróleo da Venezuela. Esses seriam só umas pecinhas pequenas numa engrenagem gigante. Estariam construindo uma rede de pressão e chantagem internacional, tipo uma máfia geopolítica, com troca silenciosa de poder, influência e recursos cruciais.

Dentro desse cenário, o plano vai além da Venezuela.

Ele sinaliza um movimento global, visando subjugar ou dominar grandes potências tipo Rússia, China e Coreia do Norte.

Não por embate direto, mas via dependência, acordos forçados e moedas secretas.

Salomé enxerga isso como um projeto ganancioso enorme, porém nocivo.

Um plano que busca domínio total, além de terras ou bens, mas também decisões, parcerias e futuros políticos

Algo ainda não totalmente entendido pela população, pois age fora do padrão habitual.

Por isso, segundo a previsão, o acontecimento grave já ocorreu, porém é só uma fase inicial e até julho podemos ver muitas coisas ainda.

O que importa não é uma nação só, e sim uma reformulação perigosa das relações globais, por intermédio de meios tecnológicos, informacionais e estratégicos nem totalmente decifrados.

Não é apenas a Venezuela, nem só recursos naturais, mas uma engrenagem gigantesca, discreta e altamente preocupante.

Segundo o vidente, o que ocorre na Venezuela não representa o fim do chavismo, mas a retirada do seu rosto principal, o sistema de poder permanece intacto, controlando instituições e estruturas do Estado, enquanto Nicolás Maduro cai por isolamento estratégico. 

Para ele, Donald Trump não agiu por impulso, mas executou um movimento calculado, aproveitando fissuras internas e a recusa de Maduro em cooperar com um acordo praticamente obrigatório imposto pelos Estados Unidos. Ao resistir, Maduro perdeu sustentação operacional e se tornou vulnerável, resultando numa remoção cirúrgica do líder, sem ruptura do regime — um rearranjo de poder, não uma mudança de sistema. 

Isso não era para estar acontecendo, o ditador Maduro pelo ego acabou se dando mal, mas nada justifica que os EUA se sinta à justiça legislativa ou tribuna do mundo, finaliza o paranormal.

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