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Saúde

Saúde envia equipe do SUS a Roraima para monitorar situação sanitária na fronteira com a Venezuela

O Ministério da Saúde deslocou profissionais da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para Roraima, estado que faz limite com a Venezuela, a fim de avaliar estruturas hospitalares, recursos humanos, vacinas e demais insumos disponíveis. Em nota, a pasta informou que elabora um plano de contingência para preparar o SUS diante de um […]

07/01/2026 · 10h13
Saúde envia equipe do SUS a Roraima para monitorar situação sanitária na fronteira com a Venezuela

O Ministério da Saúde deslocou profissionais da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para Roraima, estado que faz limite com a Venezuela, a fim de avaliar estruturas hospitalares, recursos humanos, vacinas e demais insumos disponíveis.

Em nota, a pasta informou que elabora um plano de contingência para preparar o SUS diante de um eventual agravamento da crise internacional e do possível aumento de migrantes na região, após o ataque militar realizado pelos Estados Unidos contra a Venezuela.

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Segundo o ministério, o fluxo migratório na fronteira permanece inalterado até o momento. As equipes enviadas possuem experiência em situações de tragédia e estão mapeando unidades de saúde, além de verificar a necessidade de expansão da capacidade de atendimento.

O governo adiantou que, se for preciso, serão instalados hospitais de campanha e ampliadas as estruturas existentes para minimizar impactos sobre o sistema público de saúde brasileiro.

O ministério colocou-se à disposição da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para oferta de ajuda humanitária, incluindo medicamentos e insumos para diálise, já que o principal centro de distribuição de La Guaira, na Venezuela, foi destruído durante o ataque.

A nota reforça que o SUS garante assistência integral a todas as pessoas em território nacional, independentemente da nacionalidade ou situação migratória.

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Contexto do conflito

No sábado (3), explosões atingiram diversos bairros de Caracas. Durante a ofensiva norte-americana, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite dos Estados Unidos e levados para Nova York.

A ação é considerada a primeira intervenção militar direta dos EUA na América Latina desde 1989, quando tropas americanas invadiram o Panamá e prenderam o então presidente Manuel Noriega.

Washington acusa Maduro de chefiar o suposto cartel de drogas “De Los Soles”. Especialistas em tráfico internacional contestam a existência dessa organização. Ainda durante o governo Donald Trump, os EUA ofereciam recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão do líder venezuelano.

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Com informações de Agência Brasil

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O Ministério da Saúde deslocou profissionais da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para Roraima, estado que faz limite com a Venezuela, a fim de avaliar estruturas hospitalares, recursos humanos, vacinas e demais insumos disponíveis.

Em nota, a pasta informou que elabora um plano de contingência para preparar o SUS diante de um eventual agravamento da crise internacional e do possível aumento de migrantes na região, após o ataque militar realizado pelos Estados Unidos contra a Venezuela.

Segundo o ministério, o fluxo migratório na fronteira permanece inalterado até o momento. As equipes enviadas possuem experiência em situações de tragédia e estão mapeando unidades de saúde, além de verificar a necessidade de expansão da capacidade de atendimento.

O governo adiantou que, se for preciso, serão instalados hospitais de campanha e ampliadas as estruturas existentes para minimizar impactos sobre o sistema público de saúde brasileiro.

O ministério colocou-se à disposição da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para oferta de ajuda humanitária, incluindo medicamentos e insumos para diálise, já que o principal centro de distribuição de La Guaira, na Venezuela, foi destruído durante o ataque.

A nota reforça que o SUS garante assistência integral a todas as pessoas em território nacional, independentemente da nacionalidade ou situação migratória.

Contexto do conflito

No sábado (3), explosões atingiram diversos bairros de Caracas. Durante a ofensiva norte-americana, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite dos Estados Unidos e levados para Nova York.

A ação é considerada a primeira intervenção militar direta dos EUA na América Latina desde 1989, quando tropas americanas invadiram o Panamá e prenderam o então presidente Manuel Noriega.

Washington acusa Maduro de chefiar o suposto cartel de drogas “De Los Soles”. Especialistas em tráfico internacional contestam a existência dessa organização. Ainda durante o governo Donald Trump, os EUA ofereciam recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão do líder venezuelano.

Com informações de Agência Brasil

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