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Prefeitura de Aracaju intensifica combate à venda ilegal de canetas emagrecedoras

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju, por meio da Rede de Vigilância Sanitária (REVISA), reforçou a fiscalização contra a falsificação, o contrabando e a comercialização irregular do medicamento Mounjaro (tirzepatida), utilizado no tratamento de diabetes e para emagrecimento. De circulação controlada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a tirzepatida só pode ser […]

12/01/2026 · 22h44
Prefeitura de Aracaju intensifica combate à venda ilegal de canetas emagrecedoras

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju, por meio da Rede de Vigilância Sanitária (REVISA), reforçou a fiscalização contra a falsificação, o contrabando e a comercialização irregular do medicamento Mounjaro (tirzepatida), utilizado no tratamento de diabetes e para emagrecimento.

De circulação controlada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a tirzepatida só pode ser vendida em farmácias com receita médica retida. Qualquer oferta fora desses estabelecimentos é considerada ilegal.

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Segundo a coordenadora da REVISA, Flávia Brasileiro, denúncias encaminhadas pela população, muitas com fotos e capturas de tela, apontam a venda de canetas falsificadas, medicamentos contrabandeados e anúncios irregulares nas redes sociais. A fiscalização conta com o apoio da Polícia Civil para investigar esses casos.

A coordenadora esclareceu que nem mesmo profissionais de saúde estão autorizados a negociar o produto em consultórios ou oferecer “combos de emagrecimento” que incluam a tirzepatida. A comercialização deve ocorrer exclusivamente em farmácias; manter estoque no consultório ou vender diretamente ao paciente é proibido.

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Outra irregularidade identificada é a oferta de doses fracionadas em seringas. A prática é vedada e considerada de alto risco, pois o consumidor não tem garantia sobre o conteúdo aplicado.

A Vigilância Sanitária reforça que farmácias de manipulação só podem preparar a tirzepatida mediante prescrição individualizada, destinada a um paciente específico, sem intermediação de terceiros.

O uso de medicamentos falsificados, contrabandeados ou armazenados fora das condições recomendadas pode provocar reações adversas graves e até levar à morte. A tirzepatida requer controle rigoroso de temperatura e transporte adequado; quando fracionada ou vendida clandestinamente, sua integridade é comprometida, reduzindo a eficácia e aumentando os riscos à saúde.

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju, por meio da Rede de Vigilância Sanitária (REVISA), reforçou a fiscalização contra a falsificação, o contrabando e a comercialização irregular do medicamento Mounjaro (tirzepatida), utilizado no tratamento de diabetes e para emagrecimento.

De circulação controlada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a tirzepatida só pode ser vendida em farmácias com receita médica retida. Qualquer oferta fora desses estabelecimentos é considerada ilegal.

Segundo a coordenadora da REVISA, Flávia Brasileiro, denúncias encaminhadas pela população, muitas com fotos e capturas de tela, apontam a venda de canetas falsificadas, medicamentos contrabandeados e anúncios irregulares nas redes sociais. A fiscalização conta com o apoio da Polícia Civil para investigar esses casos.

A coordenadora esclareceu que nem mesmo profissionais de saúde estão autorizados a negociar o produto em consultórios ou oferecer “combos de emagrecimento” que incluam a tirzepatida. A comercialização deve ocorrer exclusivamente em farmácias; manter estoque no consultório ou vender diretamente ao paciente é proibido.

Outra irregularidade identificada é a oferta de doses fracionadas em seringas. A prática é vedada e considerada de alto risco, pois o consumidor não tem garantia sobre o conteúdo aplicado.

A Vigilância Sanitária reforça que farmácias de manipulação só podem preparar a tirzepatida mediante prescrição individualizada, destinada a um paciente específico, sem intermediação de terceiros.

O uso de medicamentos falsificados, contrabandeados ou armazenados fora das condições recomendadas pode provocar reações adversas graves e até levar à morte. A tirzepatida requer controle rigoroso de temperatura e transporte adequado; quando fracionada ou vendida clandestinamente, sua integridade é comprometida, reduzindo a eficácia e aumentando os riscos à saúde.

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