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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Prefeitura de Aracaju amplia ações contra venda ilegal e falsificação de canetas de tirzepatida

A Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e da Rede de Vigilância Sanitária (REVISA), intensificou a fiscalização para coibir a falsificação, o contrabando e a comercialização irregular do Mounjaro (tirzepatida), medicamento de uso controlado indicado para diabetes e perda de peso. O trabalho tem como objetivo proteger a saúde pública […]

12/01/2026 · 23h34
Prefeitura de Aracaju amplia ações contra venda ilegal e falsificação de canetas de tirzepatida

A Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e da Rede de Vigilância Sanitária (REVISA), intensificou a fiscalização para coibir a falsificação, o contrabando e a comercialização irregular do Mounjaro (tirzepatida), medicamento de uso controlado indicado para diabetes e perda de peso.

O trabalho tem como objetivo proteger a saúde pública e evitar os riscos associados ao consumo de produtos sem procedência ou vendidos fora dos parâmetros definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A tirzepatida só pode ser adquirida mediante receita médica com retenção da via, exigência que busca garantir o uso seguro do fármaco.

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Denúncias e operações conjuntas

De acordo com a coordenadora da REVISA, Flávia Brasileiro, as ações contam com o apoio da Polícia Civil e partem de denúncias enviadas pela população. “Recebemos fotos e capturas de tela de perfis que oferecem o produto de forma ilegal. A venda de medicamentos fora de estabelecimentos autorizados ou por redes sociais é crime”, ressaltou.

A equipe identificou canetas falsificadas, lotes contrabandeados de outros países e anúncios irregulares na internet. Segundo Flávia, nem mesmo profissionais de saúde podem comercializar o medicamento em consultórios ou montar “combos de emagrecimento”. “O profissional apenas prescreve. A negociação deve ocorrer exclusivamente na farmácia, sem estoque no consultório”, explicou.

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Práticas proibidas

A fiscalização também flagrou a oferta de doses fracionadas em seringas, prática considerada ilegal e de alto risco. “O consumidor não sabe o que está recebendo”, alertou a coordenadora.

Farmácias de manipulação só estão autorizadas a preparar tirzepatida mediante prescrição individual, destinada a um paciente específico, sem intermediação de terceiros.

Riscos à saúde

Medicamentos falsificados, contrabandeados ou armazenados de maneira inadequada podem provocar reações adversas graves e, em casos extremos, levar à morte. A tirzepatida exige controle rigoroso de temperatura e condições específicas de transporte; quando fracionada ou vendida clandestinamente, sua estabilidade molecular se perde, reduzindo a eficácia e aumentando os perigos para o usuário.

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A Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e da Rede de Vigilância Sanitária (REVISA), intensificou a fiscalização para coibir a falsificação, o contrabando e a comercialização irregular do Mounjaro (tirzepatida), medicamento de uso controlado indicado para diabetes e perda de peso.

O trabalho tem como objetivo proteger a saúde pública e evitar os riscos associados ao consumo de produtos sem procedência ou vendidos fora dos parâmetros definidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A tirzepatida só pode ser adquirida mediante receita médica com retenção da via, exigência que busca garantir o uso seguro do fármaco.

Denúncias e operações conjuntas

De acordo com a coordenadora da REVISA, Flávia Brasileiro, as ações contam com o apoio da Polícia Civil e partem de denúncias enviadas pela população. “Recebemos fotos e capturas de tela de perfis que oferecem o produto de forma ilegal. A venda de medicamentos fora de estabelecimentos autorizados ou por redes sociais é crime”, ressaltou.

A equipe identificou canetas falsificadas, lotes contrabandeados de outros países e anúncios irregulares na internet. Segundo Flávia, nem mesmo profissionais de saúde podem comercializar o medicamento em consultórios ou montar “combos de emagrecimento”. “O profissional apenas prescreve. A negociação deve ocorrer exclusivamente na farmácia, sem estoque no consultório”, explicou.

Práticas proibidas

A fiscalização também flagrou a oferta de doses fracionadas em seringas, prática considerada ilegal e de alto risco. “O consumidor não sabe o que está recebendo”, alertou a coordenadora.

Farmácias de manipulação só estão autorizadas a preparar tirzepatida mediante prescrição individual, destinada a um paciente específico, sem intermediação de terceiros.

Riscos à saúde

Medicamentos falsificados, contrabandeados ou armazenados de maneira inadequada podem provocar reações adversas graves e, em casos extremos, levar à morte. A tirzepatida exige controle rigoroso de temperatura e condições específicas de transporte; quando fracionada ou vendida clandestinamente, sua estabilidade molecular se perde, reduzindo a eficácia e aumentando os perigos para o usuário.

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