Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Aracaju

Ouvidoria da Mulher avança e quase iguala em 15 dias de 2026 demandas de todo o ano anterior em Aracaju

Implantada em setembro de 2025 pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), a Ouvidoria da Mulher já contabiliza 22 encaminhamentos nos primeiros 15 dias de 2026. O número se aproxima das 31 solicitações registradas durante todo o ano passado, indicativo do fortalecimento do canal de […]

19/01/2026 · 11h36
Ouvidoria da Mulher avança e quase iguala em 15 dias de 2026 demandas de todo o ano anterior em Aracaju

Implantada em setembro de 2025 pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), a Ouvidoria da Mulher já contabiliza 22 encaminhamentos nos primeiros 15 dias de 2026. O número se aproxima das 31 solicitações registradas durante todo o ano passado, indicativo do fortalecimento do canal de escuta e acolhimento voltado às mulheres da capital sergipana.

A secretária da SerMulher, Elaine Oliveira, destaca que a ouvidoria foi criada para oferecer diálogo direto, seguro e sigiloso às mulheres. “Sentimos a necessidade de abrir mais um espaço de escuta e, assim, implantamos a Ouvidoria da Mulher. É um meio para auxiliar no rompimento do ciclo da violência”, explicou.

Publicidade

O serviço recebe pedidos de ajuda, denúncias, sugestões, elogios e reclamações, tratando cada demanda com confidencialidade. Segundo a secretaria, o objetivo é garantir atendimento responsável, estimular a autonomia feminina e assegurar acesso aos direitos.

Para a ouvidora da Mulher, Ludimilla Souza, o principal desafio é transformar a escuta sensível em respostas concretas. “Atuamos de forma articulada com a rede de proteção para transformar a escuta em cuidado e proteção efetivos. Fortalecer a Ouvidoria é fortalecer a confiança das mulheres nas políticas públicas”, afirmou.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Ludimilla acrescenta que muitas usuárias chegam em situação de violência doméstica e familiar, em busca de orientação sobre como acessar serviços públicos ou relatar violações de direitos. “São mulheres que, em grande parte, chegam fragilizadas, com medo ou sem saber por onde começar, e encontram na Ouvidoria um lugar seguro para falar e serem acolhidas”, relatou.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Implantada em setembro de 2025 pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), a Ouvidoria da Mulher já contabiliza 22 encaminhamentos nos primeiros 15 dias de 2026. O número se aproxima das 31 solicitações registradas durante todo o ano passado, indicativo do fortalecimento do canal de escuta e acolhimento voltado às mulheres da capital sergipana.

A secretária da SerMulher, Elaine Oliveira, destaca que a ouvidoria foi criada para oferecer diálogo direto, seguro e sigiloso às mulheres. “Sentimos a necessidade de abrir mais um espaço de escuta e, assim, implantamos a Ouvidoria da Mulher. É um meio para auxiliar no rompimento do ciclo da violência”, explicou.

O serviço recebe pedidos de ajuda, denúncias, sugestões, elogios e reclamações, tratando cada demanda com confidencialidade. Segundo a secretaria, o objetivo é garantir atendimento responsável, estimular a autonomia feminina e assegurar acesso aos direitos.

Para a ouvidora da Mulher, Ludimilla Souza, o principal desafio é transformar a escuta sensível em respostas concretas. “Atuamos de forma articulada com a rede de proteção para transformar a escuta em cuidado e proteção efetivos. Fortalecer a Ouvidoria é fortalecer a confiança das mulheres nas políticas públicas”, afirmou.

Ludimilla acrescenta que muitas usuárias chegam em situação de violência doméstica e familiar, em busca de orientação sobre como acessar serviços públicos ou relatar violações de direitos. “São mulheres que, em grande parte, chegam fragilizadas, com medo ou sem saber por onde começar, e encontram na Ouvidoria um lugar seguro para falar e serem acolhidas”, relatou.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA