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Economia

ANP estabelece novas exigências para recomeço da perfuração da Petrobras na Foz do Amazonas

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Petrobras a retomar a perfuração do poço exploratório Morpho, no bloco FZA-M-059, na Bacia da Foz do Amazonas, apenas após o cumprimento de condições adicionais definidas nesta quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026. Interrupção ocorreu em janeiro A operação estava suspensa desde 6 […]

04/02/2026 · 21h53
ANP estabelece novas exigências para recomeço da perfuração da Petrobras na Foz do Amazonas

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Petrobras a retomar a perfuração do poço exploratório Morpho, no bloco FZA-M-059, na Bacia da Foz do Amazonas, apenas após o cumprimento de condições adicionais definidas nesta quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026.

Interrupção ocorreu em janeiro

A operação estava suspensa desde 6 de janeiro, quando foi registrado vazamento de fluido de perfuração em duas linhas auxiliares que ligam a sonda ao poço. De acordo com a Petrobras, o material é biodegradável, dentro dos limites de toxicidade previstos em lei e não oferece riscos ao meio ambiente ou às pessoas, versão contestada por organizações indígenas e ambientalistas.

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Principais condições impostas

Para retomar as atividades, a estatal deverá:

  • substituir todos os selos das juntas do riser de perfuração, tubo que conecta o poço à sonda;
  • enviar, em até cinco dias após a instalação da última junta, comprovação da troca dos selos e análise sobre a adequação do procedimento;
  • revisar o Plano de Manutenção Preventiva, reduzindo o intervalo de coleta de dados dos registradores de vibração submarina nos primeiros 60 dias;
  • utilizar juntas de tubo de perfuração reserva somente depois do envio dos certificados que atestem inspeção ou reparo conforme as normas aplicáveis.

A ANP informou ainda que audita, desde 2 de fevereiro, o sistema de gestão de segurança operacional da sonda envolvida.

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Posição da Petrobras

Quando anunciou o vazamento, a empresa afirmou que implementou medidas de contenção, notificou os órgãos competentes e que tanto o poço quanto a sonda permanecem em condições seguras. Procurada novamente, a Petrobras não havia se manifestado até o fechamento desta reportagem.

Com informações de Agência Brasil

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A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Petrobras a retomar a perfuração do poço exploratório Morpho, no bloco FZA-M-059, na Bacia da Foz do Amazonas, apenas após o cumprimento de condições adicionais definidas nesta quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026.

Interrupção ocorreu em janeiro

A operação estava suspensa desde 6 de janeiro, quando foi registrado vazamento de fluido de perfuração em duas linhas auxiliares que ligam a sonda ao poço. De acordo com a Petrobras, o material é biodegradável, dentro dos limites de toxicidade previstos em lei e não oferece riscos ao meio ambiente ou às pessoas, versão contestada por organizações indígenas e ambientalistas.

Principais condições impostas

Para retomar as atividades, a estatal deverá:

  • substituir todos os selos das juntas do riser de perfuração, tubo que conecta o poço à sonda;
  • enviar, em até cinco dias após a instalação da última junta, comprovação da troca dos selos e análise sobre a adequação do procedimento;
  • revisar o Plano de Manutenção Preventiva, reduzindo o intervalo de coleta de dados dos registradores de vibração submarina nos primeiros 60 dias;
  • utilizar juntas de tubo de perfuração reserva somente depois do envio dos certificados que atestem inspeção ou reparo conforme as normas aplicáveis.

A ANP informou ainda que audita, desde 2 de fevereiro, o sistema de gestão de segurança operacional da sonda envolvida.

Posição da Petrobras

Quando anunciou o vazamento, a empresa afirmou que implementou medidas de contenção, notificou os órgãos competentes e que tanto o poço quanto a sonda permanecem em condições seguras. Procurada novamente, a Petrobras não havia se manifestado até o fechamento desta reportagem.

Com informações de Agência Brasil

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