Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

Ibovespa cede 2,14% após recorde histórico; dólar fecha estável a R$ 5,25

Um dia depois de atingir novo recorde, o principal indicador da B3 passou por forte correção nesta quarta-feira (4) e encerrou o pregão com queda de 2,14%, aos 181.708 pontos. O movimento foi puxado por ações de bancos e reflexo da realização de lucros, além do ambiente negativo nas bolsas norte-americanas. Moeda norte-americana se mantém […]

04/02/2026 · 21h51
Ibovespa cede 2,14% após recorde histórico; dólar fecha estável a R$ 5,25

Um dia depois de atingir novo recorde, o principal indicador da B3 passou por forte correção nesta quarta-feira (4) e encerrou o pregão com queda de 2,14%, aos 181.708 pontos. O movimento foi puxado por ações de bancos e reflexo da realização de lucros, além do ambiente negativo nas bolsas norte-americanas.

Moeda norte-americana se mantém

Apesar da pressão externa, o dólar comercial fechou praticamente inalterado, vendido a R$ 5,25 — mesmo valor registrado na terça-feira (3). Pela manhã, a cotação chegou a recuar até R$ 5,21, mas retomou a estabilidade no período da tarde. No acumulado de 2026, a divisa soma depreciação de 4,38%.

Publicidade

Commodities sustentam emergentes

A valorização das commodities internacionais ajudou a conter a saída de capitais de países emergentes. O barril do petróleo Brent avançou pouco mais de 3%, impulsionado pelos impasses nas negociações entre Estados Unidos e Irã.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Influência externa

No exterior, as bolsas norte-americanas recuaram em meio a temores de uma possível bolha em empresas de inteligência artificial. Além disso, dados do setor de serviços nos Estados Unidos indicaram queda de atividade menor do que o previsto, reduzindo as expectativas de que o Federal Reserve corte juros na reunião de março.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Um dia depois de atingir novo recorde, o principal indicador da B3 passou por forte correção nesta quarta-feira (4) e encerrou o pregão com queda de 2,14%, aos 181.708 pontos. O movimento foi puxado por ações de bancos e reflexo da realização de lucros, além do ambiente negativo nas bolsas norte-americanas.

Moeda norte-americana se mantém

Apesar da pressão externa, o dólar comercial fechou praticamente inalterado, vendido a R$ 5,25 — mesmo valor registrado na terça-feira (3). Pela manhã, a cotação chegou a recuar até R$ 5,21, mas retomou a estabilidade no período da tarde. No acumulado de 2026, a divisa soma depreciação de 4,38%.

Commodities sustentam emergentes

A valorização das commodities internacionais ajudou a conter a saída de capitais de países emergentes. O barril do petróleo Brent avançou pouco mais de 3%, impulsionado pelos impasses nas negociações entre Estados Unidos e Irã.

Influência externa

No exterior, as bolsas norte-americanas recuaram em meio a temores de uma possível bolha em empresas de inteligência artificial. Além disso, dados do setor de serviços nos Estados Unidos indicaram queda de atividade menor do que o previsto, reduzindo as expectativas de que o Federal Reserve corte juros na reunião de março.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA