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Saúde

Covid-19 provoca 29 mortes em janeiro e lidera óbitos por vírus respiratórios no Brasil

Ao menos 29 brasileiros morreram em janeiro deste ano por complicações da Covid-19, apontou o informativo Vigilância das Síndromes Gripais. O número coloca o Sars-CoV-2 como o vírus respiratório mais letal identificado no país no período.

07/02/2026 · 12h34
Covid-19 provoca 29 mortes em janeiro e lidera óbitos por vírus respiratórios no Brasil

Ao menos 29 brasileiros morreram em janeiro deste ano por complicações da Covid-19, apontou o informativo Vigilância das Síndromes Gripais. O número coloca o Sars-CoV-2 como o vírus respiratório mais letal identificado no país no período.

Nas primeiras quatro semanas de 2026, o Sistema de Vigilância registrou 163 óbitos por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG); em 117 deles, o vírus responsável não foi identificado.

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Números por agente viral

Entre as mortes com agente conhecido, a Covid-19 liderou com 29 ocorrências. Em seguida aparecem Influenza A H3N2 (7), Rinovírus (7) e Influenza A não subtipada (6). Outros vírus — Influenza A H1N1, Influenza B e Vírus Sincicial Respiratório (VSR) — somaram cinco óbitos.

No total, 4.587 casos de SRAG foram notificados no mês, incluindo os não letais. Destes, 3.373 não tiveram o vírus causador determinado.

Perfil das vítimas

Idosos com mais de 65 anos concentram a maioria dos registros: foram 108 mortes nesse grupo etário. Entre os casos confirmados de Sars-CoV-2, 19 vítimas tinham acima de 65 anos.

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São Paulo foi o estado com maior número de óbitos confirmados: 15, em um universo de 140 casos notificados.

Vacinação abaixo do ideal

Desde 2024, a vacina contra a Covid-19 integra o calendário básico de crianças, idosos e gestantes, além de reforços periódicos para grupos especiais. Ainda assim, a cobertura segue distante do recomendado. Em 2025, das 21,9 milhões de doses distribuídas pelo Ministério da Saúde, apenas 8 milhões foram aplicadas — menos de quatro em cada dez.

Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indicam que, em 2025, 10.410 pessoas desenvolveram formas graves de Covid-19, resultando em cerca de 1.700 mortes.

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Ao menos 29 brasileiros morreram em janeiro deste ano por complicações da Covid-19, apontou o informativo Vigilância das Síndromes Gripais. O número coloca o Sars-CoV-2 como o vírus respiratório mais letal identificado no país no período.

Nas primeiras quatro semanas de 2026, o Sistema de Vigilância registrou 163 óbitos por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG); em 117 deles, o vírus responsável não foi identificado.

Números por agente viral

Entre as mortes com agente conhecido, a Covid-19 liderou com 29 ocorrências. Em seguida aparecem Influenza A H3N2 (7), Rinovírus (7) e Influenza A não subtipada (6). Outros vírus — Influenza A H1N1, Influenza B e Vírus Sincicial Respiratório (VSR) — somaram cinco óbitos.

No total, 4.587 casos de SRAG foram notificados no mês, incluindo os não letais. Destes, 3.373 não tiveram o vírus causador determinado.

Perfil das vítimas

Idosos com mais de 65 anos concentram a maioria dos registros: foram 108 mortes nesse grupo etário. Entre os casos confirmados de Sars-CoV-2, 19 vítimas tinham acima de 65 anos.

São Paulo foi o estado com maior número de óbitos confirmados: 15, em um universo de 140 casos notificados.

Vacinação abaixo do ideal

Desde 2024, a vacina contra a Covid-19 integra o calendário básico de crianças, idosos e gestantes, além de reforços periódicos para grupos especiais. Ainda assim, a cobertura segue distante do recomendado. Em 2025, das 21,9 milhões de doses distribuídas pelo Ministério da Saúde, apenas 8 milhões foram aplicadas — menos de quatro em cada dez.

Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indicam que, em 2025, 10.410 pessoas desenvolveram formas graves de Covid-19, resultando em cerca de 1.700 mortes.

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