Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Saúde

Campanha Fevereiro Roxo alerta para o lúpus e destaca a importância do diagnóstico precoce

O Fevereiro Roxo, campanha nacional dedicada à conscientização sobre doenças crônicas sem cura, volta os holofotes para o lúpus e reforça a necessidade de identificar a enfermidade o quanto antes. Doença autoimune sistêmica A reumatologista do Ipesaúde, Olívia Regina, explica que o lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma condição autoimune na qual o sistema de […]

09/02/2026 · 12h23
Campanha Fevereiro Roxo alerta para o lúpus e destaca a importância do diagnóstico precoce

O Fevereiro Roxo, campanha nacional dedicada à conscientização sobre doenças crônicas sem cura, volta os holofotes para o lúpus e reforça a necessidade de identificar a enfermidade o quanto antes.

Doença autoimune sistêmica

A reumatologista do Ipesaúde, Olívia Regina, explica que o lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma condição autoimune na qual o sistema de defesa, em vez de proteger o organismo, ataca as próprias células. “Nossos soldados de defesa passam a agredir o próprio corpo, produzindo os sinais e sintomas que observamos”, afirma.

Publicidade

O quadro clínico é variado. Entre as manifestações mais comuns estão lesões cutâneas, sensibilidade ao sol, dores articulares, fadiga, febre, urina espumosa e falta de ar.

Números no Brasil

Estimativas da Sociedade Brasileira de Reumatologia apontam que entre 150 mil e 300 mil brasileiros convivem com o lúpus. A maior parte é formada por mulheres jovens, de 20 a 45 anos, embora a doença possa atingir qualquer faixa etária, gênero ou raça.

Desafio no diagnóstico

Segundo a médica, não existe um exame único capaz de confirmar o LES. O diagnóstico exige avaliação clínica detalhada do histórico do paciente e exames laboratoriais compatíveis com os sintomas apresentados.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

História de superação

Diagnosticada em 2006, a beneficiária do Ipesaúde Eliane Santos relatou ter recebido prognóstico pessimista. “Disseram que eu morreria logo. Pedi a Deus para ver minha filha completar 15 anos”, recorda. Hoje, a filha tem 26 anos e Eliane celebra estar em remissão desde 2012. A paciente mantém rotina de atividades físicas — pedala e faz aulas de dança — e conta com acompanhamento multidisciplinar pelo instituto.

Tratamento e qualidade de vida

Embora não haja cura, terapias modernas têm melhorado a longevidade e a qualidade de vida dos pacientes. “O lúpus tem tratamento. Contamos com medicações cada vez mais avançadas”, destaca Olívia Regina. A especialista aconselha procurar um reumatologista diante de qualquer sintoma suspeito, reforçando que o acompanhamento adequado permite ao paciente viver bem por longos períodos.

 

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

O Fevereiro Roxo, campanha nacional dedicada à conscientização sobre doenças crônicas sem cura, volta os holofotes para o lúpus e reforça a necessidade de identificar a enfermidade o quanto antes.

Doença autoimune sistêmica

A reumatologista do Ipesaúde, Olívia Regina, explica que o lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma condição autoimune na qual o sistema de defesa, em vez de proteger o organismo, ataca as próprias células. “Nossos soldados de defesa passam a agredir o próprio corpo, produzindo os sinais e sintomas que observamos”, afirma.

O quadro clínico é variado. Entre as manifestações mais comuns estão lesões cutâneas, sensibilidade ao sol, dores articulares, fadiga, febre, urina espumosa e falta de ar.

Números no Brasil

Estimativas da Sociedade Brasileira de Reumatologia apontam que entre 150 mil e 300 mil brasileiros convivem com o lúpus. A maior parte é formada por mulheres jovens, de 20 a 45 anos, embora a doença possa atingir qualquer faixa etária, gênero ou raça.

Desafio no diagnóstico

Segundo a médica, não existe um exame único capaz de confirmar o LES. O diagnóstico exige avaliação clínica detalhada do histórico do paciente e exames laboratoriais compatíveis com os sintomas apresentados.

História de superação

Diagnosticada em 2006, a beneficiária do Ipesaúde Eliane Santos relatou ter recebido prognóstico pessimista. “Disseram que eu morreria logo. Pedi a Deus para ver minha filha completar 15 anos”, recorda. Hoje, a filha tem 26 anos e Eliane celebra estar em remissão desde 2012. A paciente mantém rotina de atividades físicas — pedala e faz aulas de dança — e conta com acompanhamento multidisciplinar pelo instituto.

Tratamento e qualidade de vida

Embora não haja cura, terapias modernas têm melhorado a longevidade e a qualidade de vida dos pacientes. “O lúpus tem tratamento. Contamos com medicações cada vez mais avançadas”, destaca Olívia Regina. A especialista aconselha procurar um reumatologista diante de qualquer sintoma suspeito, reforçando que o acompanhamento adequado permite ao paciente viver bem por longos períodos.

 

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA