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Educação

Hackers do Bem abre 25 mil vagas para formação em cibersegurança em 2026

O programa Hackers do Bem, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e executado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), anunciou...

20/02/2026 · 09h19
Hackers do Bem abre 25 mil vagas para formação em cibersegurança em 2026

O programa Hackers do Bem, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e executado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), anunciou a oferta de 25 mil novas vagas para 2026 nos cursos de nivelamento e básico voltados à cibersegurança. A expansão ocorre em um momento de aumento dos golpes digitais e ataques a sistemas, e diante da escassez global de profissionais na área.

Dados da organização internacional ISC² apontam um déficit mundial superior a 4,8 milhões de especialistas em cibersegurança. No Brasil, essa carência também vem pressionando empresas e órgãos públicos a investirem em capacitação técnica para proteger dados e infraestruturas digitais.

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Desde o lançamento, em janeiro de 2024, mais de 36 mil pessoas já receberam certificação pelo programa. Segundo Leandro Guimarães, diretor-adjunto da Escola Superior de Redes (ESR), a ampliação reforça o caráter estratégico da iniciativa. “São profissionais treinados para identificar vulnerabilidades, prevenir ataques e fortalecer sistemas digitais com ética e responsabilidade. Ao contrário da imagem associada à invasão criminosa, esses especialistas atuam na linha de frente da defesa cibernética”, afirmou.

Guimarães acrescentou que o Hackers do Bem se consolidou como referência nacional e internacional na formação de profissionais de cibersegurança, o que possibilitou ampliar o acesso de jovens e trabalhadores a oportunidades de qualificação e inserção no mercado.

O programa tem atraído perfis variados, apesar de o setor historicamente ser dominado por homens — mulheres correspondem a cerca de 22% dos profissionais. Entre os participantes, há relatos de reinvenção profissional: Patrícia Monfardini, 52 anos, servidora pública de Contagem (MG), deixou a falta de conhecimento em TI para se especializar em Red Team e cursar Engenharia de Software após concluir a residência tecnológica. Marcelo Goulart, 60 anos, de Alto Paraíso de Goiás (GO), disse ter encontrado na iniciativa a chance de recomeçar. Já Gabriel Matos, 27 anos e formado em Direito, buscou no curso uma porta de entrada para a forense digital.

Quem pode participar?

Não há pré-requisitos para inscrição. O programa é aberto a estudantes de cursos técnicos, de ensino médio e universitários, profissionais de TI que desejam especialização e a pessoas que querem migrar de área. A formação não exige experiência prévia em cibersegurança.

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whatsapp image 2026 02 19 at 14.57.00

Como funciona?

A jornada formativa começa pelo curso de nivelamento, com possibilidade de avanço ao nível básico. Os módulos fundamentais e de especialização incluem aulas ao vivo e atividades práticas em laboratório. A etapa final é a residência tecnológica, em que os participantes atuam nos escritórios regionais da RNP e recebem bolsa mensal durante seis meses.

Inscrições

As inscrições são feitas exclusivamente pelo site oficial do programa: https://hackersdobem.org.br.

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Com informações de Agência Brasil

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O programa Hackers do Bem, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e executado pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), anunciou a oferta de 25 mil novas vagas para 2026 nos cursos de nivelamento e básico voltados à cibersegurança. A expansão ocorre em um momento de aumento dos golpes digitais e ataques a sistemas, e diante da escassez global de profissionais na área.

Dados da organização internacional ISC² apontam um déficit mundial superior a 4,8 milhões de especialistas em cibersegurança. No Brasil, essa carência também vem pressionando empresas e órgãos públicos a investirem em capacitação técnica para proteger dados e infraestruturas digitais.

Desde o lançamento, em janeiro de 2024, mais de 36 mil pessoas já receberam certificação pelo programa. Segundo Leandro Guimarães, diretor-adjunto da Escola Superior de Redes (ESR), a ampliação reforça o caráter estratégico da iniciativa. “São profissionais treinados para identificar vulnerabilidades, prevenir ataques e fortalecer sistemas digitais com ética e responsabilidade. Ao contrário da imagem associada à invasão criminosa, esses especialistas atuam na linha de frente da defesa cibernética”, afirmou.

Guimarães acrescentou que o Hackers do Bem se consolidou como referência nacional e internacional na formação de profissionais de cibersegurança, o que possibilitou ampliar o acesso de jovens e trabalhadores a oportunidades de qualificação e inserção no mercado.

O programa tem atraído perfis variados, apesar de o setor historicamente ser dominado por homens — mulheres correspondem a cerca de 22% dos profissionais. Entre os participantes, há relatos de reinvenção profissional: Patrícia Monfardini, 52 anos, servidora pública de Contagem (MG), deixou a falta de conhecimento em TI para se especializar em Red Team e cursar Engenharia de Software após concluir a residência tecnológica. Marcelo Goulart, 60 anos, de Alto Paraíso de Goiás (GO), disse ter encontrado na iniciativa a chance de recomeçar. Já Gabriel Matos, 27 anos e formado em Direito, buscou no curso uma porta de entrada para a forense digital.

Quem pode participar?

Não há pré-requisitos para inscrição. O programa é aberto a estudantes de cursos técnicos, de ensino médio e universitários, profissionais de TI que desejam especialização e a pessoas que querem migrar de área. A formação não exige experiência prévia em cibersegurança.

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Como funciona?

A jornada formativa começa pelo curso de nivelamento, com possibilidade de avanço ao nível básico. Os módulos fundamentais e de especialização incluem aulas ao vivo e atividades práticas em laboratório. A etapa final é a residência tecnológica, em que os participantes atuam nos escritórios regionais da RNP e recebem bolsa mensal durante seis meses.

Inscrições

As inscrições são feitas exclusivamente pelo site oficial do programa: https://hackersdobem.org.br.

Com informações de Agência Brasil

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