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Educação

SEDUC afirma não haver indícios de corrupção no afastamento de dois professores em Aquidabã

A Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEDUC) confirmou a existência de um procedimento administrativo envolvendo o diretor do Colégio...

21/02/2026 · 12h26 · Atualizado às 18h55
SEDUC afirma não haver indícios de corrupção no afastamento de dois professores em Aquidabã

A Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEDUC) confirmou a existência de um procedimento administrativo envolvendo o diretor do Colégio Estadual Nações Unidas, Tony Ancelmo, e o presidente do Conselho Escolar, Cleto Maia. Ambos são professores e responsáveis pela autorização de despesas na unidade de Aquidabã.

Em entrevista ao programa Sergipe Verdade, apresentado pelo radialista George Magalhães, o porta-voz da SEDUC, José Castilho, esclareceu que o processo é de natureza administrativa e que não foram identificados indícios de corrupção ou de desvio de recursos, ao contrário do que circulou em redes sociais.

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Castilho informou que o afastamento dos dois servidores tem caráter temporário e foi determinado dentro dos trâmites legais. Segundo ele, a medida busca resguardar a lisura da apuração e também preservar os profissionais envolvidos durante a investigação.

O porta-voz ressaltou ainda que atribuir crimes sem comprovação pode configurar difamação e implicar responsabilização judicial, referindo-se a pessoas que vincularam o afastamento a acusações de corrupção contra os professores.

O caso ganhou visibilidade depois que mensagens atribuídas a uma pessoa ligada a um vereador de Aquidabã passaram a associar o afastamento a supostas irregularidades financeiras. A SEDUC, no entanto, reafirmou que não há apontamentos que indiquem desvio de verba ou prejuízo aos cofres públicos.

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De acordo com a Secretaria, o procedimento administrativo permanece em andamento e novas informações poderão ser divulgadas ao término da apuração.

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Procurados pela reportagem, Tony Ancelmo e Cleto Maia negaram qualquer conduta que tenha causado prejuízo às finanças da escola. Em nota, afirmaram que o afastamento decorre de uma formalidade e que o assunto já foi esclarecido internamente. Os professores também disseram que tomarão medidas judiciais contra quem divulgou que o afastamento estaria ligado a corrupção.

O andamento do processo e eventuais desdobramentos serão informados pela SEDUC após a conclusão das investigações.

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A Secretaria de Estado da Educação de Sergipe (SEDUC) confirmou a existência de um procedimento administrativo envolvendo o diretor do Colégio Estadual Nações Unidas, Tony Ancelmo, e o presidente do Conselho Escolar, Cleto Maia. Ambos são professores e responsáveis pela autorização de despesas na unidade de Aquidabã.

Em entrevista ao programa Sergipe Verdade, apresentado pelo radialista George Magalhães, o porta-voz da SEDUC, José Castilho, esclareceu que o processo é de natureza administrativa e que não foram identificados indícios de corrupção ou de desvio de recursos, ao contrário do que circulou em redes sociais.

Castilho informou que o afastamento dos dois servidores tem caráter temporário e foi determinado dentro dos trâmites legais. Segundo ele, a medida busca resguardar a lisura da apuração e também preservar os profissionais envolvidos durante a investigação.

O porta-voz ressaltou ainda que atribuir crimes sem comprovação pode configurar difamação e implicar responsabilização judicial, referindo-se a pessoas que vincularam o afastamento a acusações de corrupção contra os professores.

O caso ganhou visibilidade depois que mensagens atribuídas a uma pessoa ligada a um vereador de Aquidabã passaram a associar o afastamento a supostas irregularidades financeiras. A SEDUC, no entanto, reafirmou que não há apontamentos que indiquem desvio de verba ou prejuízo aos cofres públicos.

De acordo com a Secretaria, o procedimento administrativo permanece em andamento e novas informações poderão ser divulgadas ao término da apuração.

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Procurados pela reportagem, Tony Ancelmo e Cleto Maia negaram qualquer conduta que tenha causado prejuízo às finanças da escola. Em nota, afirmaram que o afastamento decorre de uma formalidade e que o assunto já foi esclarecido internamente. Os professores também disseram que tomarão medidas judiciais contra quem divulgou que o afastamento estaria ligado a corrupção.

O andamento do processo e eventuais desdobramentos serão informados pela SEDUC após a conclusão das investigações.

 

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