Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

Haddad diz que crise do Banco Master afeta FGC, mas não é risco sistêmico

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (27) que a situação envolvendo o Banco Master não configura risco sistêmico à...

28/02/2026 · 15h31
Haddad diz que crise do Banco Master afeta FGC, mas não é risco sistêmico

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (27) que a situação envolvendo o Banco Master não configura risco sistêmico à economia brasileira, porque o impacto está concentrado no Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Em entrevista ao Flow Podcast, o ministro explicou que os efeitos da crise atingem o FGC, órgão mantido pelas instituições financeiras para cobrir quebras e liquidações no sistema bancário.

Haddad destacou que a operação relacionada ao Banco Master compromete uma parcela significativa do fundo. “Está pegando aí de 30 a 50% do volume do fundo”, disse, ao lembrar que, apesar de restrito ao FGC, o episódio representa um golpe sem precedentes para o setor financeiro.

Publicidade

O ministro classificou o caso como “a maior fraude bancária da história do Brasil” e afirmou que o governo federal está empenhado em acompanhar as apurações até o fim, dentro dos limites legais. Segundo Haddad, há prioridade em garantir que as investigações avancem sem interferências.

Haddad também informou que o Banco Central iniciou a revisão de normas de segurança do sistema financeiro com o objetivo de impedir a repetição de ocorrências semelhantes. Ele explicou que algumas regras já foram modificadas e que outras estão sob análise para eliminar brechas que permitiram as operações do Banco Master.

Sobre contatos com o proprietário do banco, Daniel Vorcaro, o ministro declarou que não o conheceu. Haddad afirmou ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não manteve agenda oficial com Vorcaro, mencionando apenas um encontro em que o banqueiro teria reclamado de perseguição por parte de grandes instituições financeiras.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID
0g0a3018

De acordo com o relato citado por Haddad, na ocasião o presidente teria deixado claro que decisões sobre instituições financeiras seriam de competência técnica do Banco Central, órgão com autonomia para agir sem pressões políticas, e que o governo não perseguiria nem beneficiaria ninguém, agindo conforme a lei.

Haddad reforçou que o foco agora é assegurar que as mudanças regulatórias propostas pelo Banco Central corrijam as falhas identificadas e evitem nova ocorrência semelhante no sistema financeiro.

Publicidade

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (27) que a situação envolvendo o Banco Master não configura risco sistêmico à economia brasileira, porque o impacto está concentrado no Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Em entrevista ao Flow Podcast, o ministro explicou que os efeitos da crise atingem o FGC, órgão mantido pelas instituições financeiras para cobrir quebras e liquidações no sistema bancário.

Haddad destacou que a operação relacionada ao Banco Master compromete uma parcela significativa do fundo. “Está pegando aí de 30 a 50% do volume do fundo”, disse, ao lembrar que, apesar de restrito ao FGC, o episódio representa um golpe sem precedentes para o setor financeiro.

O ministro classificou o caso como “a maior fraude bancária da história do Brasil” e afirmou que o governo federal está empenhado em acompanhar as apurações até o fim, dentro dos limites legais. Segundo Haddad, há prioridade em garantir que as investigações avancem sem interferências.

Haddad também informou que o Banco Central iniciou a revisão de normas de segurança do sistema financeiro com o objetivo de impedir a repetição de ocorrências semelhantes. Ele explicou que algumas regras já foram modificadas e que outras estão sob análise para eliminar brechas que permitiram as operações do Banco Master.

Sobre contatos com o proprietário do banco, Daniel Vorcaro, o ministro declarou que não o conheceu. Haddad afirmou ainda que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não manteve agenda oficial com Vorcaro, mencionando apenas um encontro em que o banqueiro teria reclamado de perseguição por parte de grandes instituições financeiras.

0g0a3018

De acordo com o relato citado por Haddad, na ocasião o presidente teria deixado claro que decisões sobre instituições financeiras seriam de competência técnica do Banco Central, órgão com autonomia para agir sem pressões políticas, e que o governo não perseguiria nem beneficiaria ninguém, agindo conforme a lei.

Haddad reforçou que o foco agora é assegurar que as mudanças regulatórias propostas pelo Banco Central corrijam as falhas identificadas e evitem nova ocorrência semelhante no sistema financeiro.

Com informações de Agência Brasil

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA