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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Erro Judiciário: Pedreiro de Arapiraca é preso por engano e relata trauma

O que deveria ser mais um dia comum de trabalho transformou-se em um pesadelo para o pedreiro alagoano Edson Ferreira da Silva. Natural de Arapiraca e casado há 24 anos, Edson foi vítima de uma falha grave de identificação no sistema judiciário que o levou à prisão no último dia 26 de fevereiro.

03/03/2026 · 14h23
Erro Judiciário: Pedreiro de Arapiraca é preso por engano e relata trauma

Edson Ferreira da Silva, de 45 anos, foi confundido com um homônimo investigado pela Lei Maria da Penha em Sergipe; ele passou um dia e meio detido injustamente.

O que deveria ser mais um dia comum de trabalho transformou-se em um pesadelo para o pedreiro alagoano Edson Ferreira da Silva. Natural de Arapiraca e casado há 24 anos, Edson foi vítima de uma falha grave de identificação no sistema judiciário que o levou à prisão no último dia 26 de fevereiro.

O Equívoco e a Prisão

O mandado de prisão preventiva, expedido em julho de 2023 pela 1ª Vara Criminal de Nossa Senhora do Socorro (SE), visava capturar um homem com o mesmo nome de Edson, acusado de agressão e descumprimento de medida protetiva. Mesmo o crime tendo ocorrido a mais de 250 km de distância de sua residência, o pedreiro foi detido em seu local de trabalho.

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“Eu estava no meu trabalho e foram me buscar. Me levaram para a Central, me algemaram e fui levado para a Casa de Custódia. Só fazia chorar, orar e pedir um milagre a Deus”, desabafou Edson.

Liberdade e Consequências Emocionais

A soltura só ocorreu após a intervenção do advogado Ramoney Marques, que conseguiu um habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE), comprovando que o Edson detido não era o réu do processo.

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Apesar de estar livre fisicamente, as marcas psicológicas são profundas. O pedreiro relata estar sofrendo com crises de ansiedade e um sentimento de vergonha perante a comunidade:

  • Impacto Profissional: Edson tentou retornar ao trabalho, mas precisou voltar para casa devido ao abalo emocional.
  • Saúde Mental: O sentimento de injustiça e o trauma do ambiente carcerário geraram um quadro de insegurança constante.

Debate sobre Falhas no Sistema

O caso de Edson Ferreira reacende a discussão sobre a necessidade de cruzamento de dados mais precisos (como CPF e nome da mãe) antes da execução de mandados de prisão, visando evitar que cidadãos inocentes tenham suas vidas interrompidas por erros processuais.

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Edson Ferreira da Silva, de 45 anos, foi confundido com um homônimo investigado pela Lei Maria da Penha em Sergipe; ele passou um dia e meio detido injustamente.

O que deveria ser mais um dia comum de trabalho transformou-se em um pesadelo para o pedreiro alagoano Edson Ferreira da Silva. Natural de Arapiraca e casado há 24 anos, Edson foi vítima de uma falha grave de identificação no sistema judiciário que o levou à prisão no último dia 26 de fevereiro.

O Equívoco e a Prisão

O mandado de prisão preventiva, expedido em julho de 2023 pela 1ª Vara Criminal de Nossa Senhora do Socorro (SE), visava capturar um homem com o mesmo nome de Edson, acusado de agressão e descumprimento de medida protetiva. Mesmo o crime tendo ocorrido a mais de 250 km de distância de sua residência, o pedreiro foi detido em seu local de trabalho.

“Eu estava no meu trabalho e foram me buscar. Me levaram para a Central, me algemaram e fui levado para a Casa de Custódia. Só fazia chorar, orar e pedir um milagre a Deus”, desabafou Edson.

Liberdade e Consequências Emocionais

A soltura só ocorreu após a intervenção do advogado Ramoney Marques, que conseguiu um habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça de Sergipe (TJ-SE), comprovando que o Edson detido não era o réu do processo.

Apesar de estar livre fisicamente, as marcas psicológicas são profundas. O pedreiro relata estar sofrendo com crises de ansiedade e um sentimento de vergonha perante a comunidade:

  • Impacto Profissional: Edson tentou retornar ao trabalho, mas precisou voltar para casa devido ao abalo emocional.
  • Saúde Mental: O sentimento de injustiça e o trauma do ambiente carcerário geraram um quadro de insegurança constante.

Debate sobre Falhas no Sistema

O caso de Edson Ferreira reacende a discussão sobre a necessidade de cruzamento de dados mais precisos (como CPF e nome da mãe) antes da execução de mandados de prisão, visando evitar que cidadãos inocentes tenham suas vidas interrompidas por erros processuais.

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