Professores buscam pressionar por diálogo e questionam decisões judiciais conflitantes; governo mantém postura de ilegalidade e cobra retorno às salas de aula.
O Foco do Protesto
O sindicato afirmou, em nota oficial, que a presença dos professores no tribunal tem dois objetivos principais:
- Acompanhar o Julgamento: A categoria quer clareza sobre qual decisão deve prevalecer, citando uma suposta contradição entre entendimentos de diferentes magistrados (titulares x substitutos) durante o plantão judicial.
- Cobrar Negociação: O Sintese reitera que a greve é fruto do encerramento unilateral das negociações por parte do governo e exige a reabertura imediata da mesa de diálogo com propostas concretas sobre a valorização da carreira e o descongelamento de gratificações.
O Cenário Jurídico
Até o momento, vigora uma decisão liminar que suspendeu a greve sob pena de multa diária de R$ 60 mil. O Governo do Estado alega que o movimento é irregular por falhas no edital de convocação e pela falta de esgotamento das negociações.
O julgamento pelo Tribunal Pleno nesta quarta-feira é o que definirá se os professores podem manter a paralisação sem sofrer sanções financeiras ou se o sindicato será obrigado a encerrar o movimento imediatamente sob risco de asfixia financeira
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