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Economia

Pão de Açúcar fecha acordo com credores para plano de recuperação extrajudicial

GPA negocia repactuação de R$ 4,5 bilhões em dívidas sem garantias O Grupo Pão de Açúcar (GPA) anunciou, em 10 de março de 2026, que firmou um...

11/03/2026 · 06h23 · Atualizado às 19h14
Pão de Açúcar fecha acordo com credores para plano de recuperação extrajudicial

GPA negocia repactuação de R$ 4,5 bilhões em dívidas sem garantias

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) anunciou, em 10 de março de 2026, que firmou um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial. Se aprovado, o mecanismo permitirá à companhia renegociar diretamente parte de suas dívidas sem a necessidade de intervenção judicial.

O plano, com vigência imediata, abrange apenas os passivos sem garantias, que o grupo estima em cerca de R$ 4,5 bilhões. Despesas correntes e obrigações operacionais foram excluídas do escopo, de modo a garantir a manutenção dos pagamentos a empregados, fornecedores, parceiros e clientes.

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O entendimento foi firmado com credores detentores de aproximadamente R$ 2,1 bilhões do montante em negociação, percentual que supera o quórum mínimo legal equivalente a um terço dos créditos afetados. Segundo o comunicado da empresa, o acordo cria um ambiente seguro e estável para a continuidade das negociações ao longo de um período de 90 dias.

A companhia informou que, nesse intervalo, espera obter o apoio da maioria dos credores sujeitos ao processo e que pretende alcançar uma solução estruturada capaz de tratar simultaneamente a liquidez de curto prazo e a sustentabilidade financeira no longo prazo.

O GPA ressaltou que a estrutura adotada preserva a operação de suas lojas, que devem continuar funcionando normalmente durante as tratativas. A direção aponta que a iniciativa busca fortalecer o balanço, aprimorar o perfil do endividamento e reforçar a liquidez, sem envolver questões operacionais do dia a dia.

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Além disso, o grupo informou que divulgará, em breve, mais detalhes sobre o processo de recuperação extrajudicial em seu site. Na semana anterior ao anúncio, a empresa já havia comunicado que seguia em negociações com parte dos credores para repactuação de dívidas financeiras e outras obrigações de curto prazo, com o objetivo de melhorar o perfil do endividamento e consolidar a liquidez, sem afetar a rotina operacional.

O plano de prazo limitado e o apoio inicial de credores representam o próximo passo formal nas tratativas financeiras do grupo.

 

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O Grupo Pão de Açúcar (GPA) anunciou, em 10 de março de 2026, que firmou um acordo com seus principais credores para apresentar um plano de recuperação extrajudicial. Se aprovado, o mecanismo permitirá à companhia renegociar diretamente parte de suas dívidas sem a necessidade de intervenção judicial.

O plano, com vigência imediata, abrange apenas os passivos sem garantias, que o grupo estima em cerca de R$ 4,5 bilhões. Despesas correntes e obrigações operacionais foram excluídas do escopo, de modo a garantir a manutenção dos pagamentos a empregados, fornecedores, parceiros e clientes.

O entendimento foi firmado com credores detentores de aproximadamente R$ 2,1 bilhões do montante em negociação, percentual que supera o quórum mínimo legal equivalente a um terço dos créditos afetados. Segundo o comunicado da empresa, o acordo cria um ambiente seguro e estável para a continuidade das negociações ao longo de um período de 90 dias.

A companhia informou que, nesse intervalo, espera obter o apoio da maioria dos credores sujeitos ao processo e que pretende alcançar uma solução estruturada capaz de tratar simultaneamente a liquidez de curto prazo e a sustentabilidade financeira no longo prazo.

O GPA ressaltou que a estrutura adotada preserva a operação de suas lojas, que devem continuar funcionando normalmente durante as tratativas. A direção aponta que a iniciativa busca fortalecer o balanço, aprimorar o perfil do endividamento e reforçar a liquidez, sem envolver questões operacionais do dia a dia.

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Além disso, o grupo informou que divulgará, em breve, mais detalhes sobre o processo de recuperação extrajudicial em seu site. Na semana anterior ao anúncio, a empresa já havia comunicado que seguia em negociações com parte dos credores para repactuação de dívidas financeiras e outras obrigações de curto prazo, com o objetivo de melhorar o perfil do endividamento e consolidar a liquidez, sem afetar a rotina operacional.

O plano de prazo limitado e o apoio inicial de credores representam o próximo passo formal nas tratativas financeiras do grupo.

 

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