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Aracaju, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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ELEIÇÕES 2026

A um mês do Enem, candidatos intensificam simulados e revisões

A um mês do Enem 2026, alunos e escolas focam revisão, simulados e redação; professores orientam sobre TRI e evitam 'fórmulas prontas'.

08/10/2026 · 12h37
A um mês do Enem, candidatos intensificam simulados e revisões

Com as provas a quatro semanas, estudantes e cursinhos priorizam revisão, simulados e listas de repertório para redação. Rafaela, 17, estreia no exame e concilia escola e estudo buscando vaga em computação.

A um mês do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), candidatos, professores da rede pública e cursinhos preparatórios ajustam a rotina de estudos. A estratégia predominante migra do estudo intensivo de conteúdos inéditos para a consolidação do que já foi estudado, com foco em simulados, lista de repertórios para redação e resolução de provas anteriores.

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Rafaela de Araújo Caldas, 17 anos, estudante do 3º ano do Centro de Ensino Médio 1 do Gama (CG), vai fazer o Enem pela primeira vez e busca vaga em um curso na área de computação. Ela concilia o turno regular da escola com aulas online de um cursinho até a noite e diz que respeita os limites físicos e o cansaço.

“Dou foco em ver como funciona a prova, vendo os padrões das questões e o que vai ser mais importante estudar, agora, nessa reta final.”

Rafaela também coloca atenção especial na prova de redação. Ela explica que conhece repertórios disponibilizados pelo cursinho e precisa escolher o que usar conforme o tema.

“Conheço alguns repertórios que o cursinho disponibilizou em uma lista. Mas, preciso ver o que usar e o que vai se encaixar no tema da prova.”

A redação do Enem exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas, em modalidade escrita formal da língua portuguesa. O participante deve estar preparado para defender um ponto de vista sobre tema que pode ser de ordem social, científica, cultural ou política. Para orientar os candidatos, o Ministério da Educação (MEC) disponibiliza uma cartilha que explica o formato da prova de redação e os critérios de correção.

Diogo Andrade, professor de língua portuguesa e espanhola do CG com 14 anos de experiência, considera possível avançar na preparação nos 30 dias restantes. Ele recomenda focar em simulados e na resolução de questões de edições anteriores para identificar dificuldades e priorizar conteúdos com maior recorrência histórica no exame.

“Mesmo com acúmulo enorme de conteúdos não vistos, agora, o importante é pegar firme nos simulados de provas, trabalhar na resolução de questões de edições passadas do Enem e a partir de possíveis dificuldades, deve-se buscar os conteúdos de maior recorrência histórica na prova.”

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O professor descreve que a escola tem aplicado provas multidisciplinares bimestrais para reproduzir a logística do dia do exame: mistura de alunos, alocação em salas diferentes, preenchimento de gabarito com caneta preta e correção comentada da redação pelos docentes segundo os critérios do Enem. A unidade também grava uma série de podcasts educativos sobre temas do exame, com episódios previstos sobre redação, questão racial e latinidade.

“O corretor da banca está atento a esse tipo de manobra e, por isso, sabe quando o candidato, de fato, domina o tema e não está, simplesmente, repetindo uma fórmula ou algo pronto que já encontrou feito na internet.”

Diogo alerta ainda que, nas provas objetivas, não é recomendável deixar questões em branco nem apostar em chutes como estratégia preferencial, levando em conta a Teoria de Resposta ao Item (T.R.I.), metodologia usada para calcular as notas das provas objetivas do Enem.

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Outro estudante do CG, Gabriel Queiroz, 18 anos, fez o Enem no ano passado como treineiro para conhecer a logística e a gestão do tempo por questão. Ele agora concorre a uma vaga em licenciatura em língua portuguesa e aproveita recursos da escola para intensificar a preparação.

“Ajudou a compreender a logística e a gestão de tempo por questão.”

“A prova é extensa e preciso ter controle emocional. Mas também na questão de conteúdo é importante prestar atenção às aulas e colocar em prática as matérias aprendidas para almejar uma nota maior.”

Gabriel dedica cerca de oito a nove horas diárias aos estudos, usando videoaulas e resolvendo questões anteriores; nos finais de semana que antecedem a prova, planeja aumentar a carga horária sem descuidar do equilíbrio emocional. A instituição prevê a realização de aulões de revisão entre o fim de outubro e o início de novembro.

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Com as provas a quatro semanas, estudantes e cursinhos priorizam revisão, simulados e listas de repertório para redação. Rafaela, 17, estreia no exame e concilia escola e estudo buscando vaga em computação.

A um mês do primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), candidatos, professores da rede pública e cursinhos preparatórios ajustam a rotina de estudos. A estratégia predominante migra do estudo intensivo de conteúdos inéditos para a consolidação do que já foi estudado, com foco em simulados, lista de repertórios para redação e resolução de provas anteriores.

Rafaela de Araújo Caldas, 17 anos, estudante do 3º ano do Centro de Ensino Médio 1 do Gama (CG), vai fazer o Enem pela primeira vez e busca vaga em um curso na área de computação. Ela concilia o turno regular da escola com aulas online de um cursinho até a noite e diz que respeita os limites físicos e o cansaço.

“Dou foco em ver como funciona a prova, vendo os padrões das questões e o que vai ser mais importante estudar, agora, nessa reta final.”

Rafaela também coloca atenção especial na prova de redação. Ela explica que conhece repertórios disponibilizados pelo cursinho e precisa escolher o que usar conforme o tema.

“Conheço alguns repertórios que o cursinho disponibilizou em uma lista. Mas, preciso ver o que usar e o que vai se encaixar no tema da prova.”

A redação do Enem exige a produção de um texto dissertativo-argumentativo de até 30 linhas, em modalidade escrita formal da língua portuguesa. O participante deve estar preparado para defender um ponto de vista sobre tema que pode ser de ordem social, científica, cultural ou política. Para orientar os candidatos, o Ministério da Educação (MEC) disponibiliza uma cartilha que explica o formato da prova de redação e os critérios de correção.

Diogo Andrade, professor de língua portuguesa e espanhola do CG com 14 anos de experiência, considera possível avançar na preparação nos 30 dias restantes. Ele recomenda focar em simulados e na resolução de questões de edições anteriores para identificar dificuldades e priorizar conteúdos com maior recorrência histórica no exame.

“Mesmo com acúmulo enorme de conteúdos não vistos, agora, o importante é pegar firme nos simulados de provas, trabalhar na resolução de questões de edições passadas do Enem e a partir de possíveis dificuldades, deve-se buscar os conteúdos de maior recorrência histórica na prova.”

O professor descreve que a escola tem aplicado provas multidisciplinares bimestrais para reproduzir a logística do dia do exame: mistura de alunos, alocação em salas diferentes, preenchimento de gabarito com caneta preta e correção comentada da redação pelos docentes segundo os critérios do Enem. A unidade também grava uma série de podcasts educativos sobre temas do exame, com episódios previstos sobre redação, questão racial e latinidade.

“O corretor da banca está atento a esse tipo de manobra e, por isso, sabe quando o candidato, de fato, domina o tema e não está, simplesmente, repetindo uma fórmula ou algo pronto que já encontrou feito na internet.”

Diogo alerta ainda que, nas provas objetivas, não é recomendável deixar questões em branco nem apostar em chutes como estratégia preferencial, levando em conta a Teoria de Resposta ao Item (T.R.I.), metodologia usada para calcular as notas das provas objetivas do Enem.

Outro estudante do CG, Gabriel Queiroz, 18 anos, fez o Enem no ano passado como treineiro para conhecer a logística e a gestão do tempo por questão. Ele agora concorre a uma vaga em licenciatura em língua portuguesa e aproveita recursos da escola para intensificar a preparação.

“Ajudou a compreender a logística e a gestão de tempo por questão.”

“A prova é extensa e preciso ter controle emocional. Mas também na questão de conteúdo é importante prestar atenção às aulas e colocar em prática as matérias aprendidas para almejar uma nota maior.”

Gabriel dedica cerca de oito a nove horas diárias aos estudos, usando videoaulas e resolvendo questões anteriores; nos finais de semana que antecedem a prova, planeja aumentar a carga horária sem descuidar do equilíbrio emocional. A instituição prevê a realização de aulões de revisão entre o fim de outubro e o início de novembro.

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