Gigante alemã já equipou 150 seleções em Mundiais e mantém liderança isolada. Nike aparece em segundo com 76 equipes, enquanto Puma fecha o pódio com 62.
A Adidas, fornecedora oficial de uniformes para seleções desde 1974, já vestiu 150 elencos que participaram da Copa do Mundo. A marca alemã, que tem uma média de 10 seleções por mundial nas últimas 15 edições, lidera o ranking, quase dobrando a Nike, que veste 76 seleções e ocupa a segunda posição. Para a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, a Adidas estampa 30% das seleções classificadas.
A Puma, rival histórica da Adidas, ocupa a terceira posição na lista, tendo produzido uniformes para 62 seleções que participaram das Copas. Assim como a Nike, a Puma teve um crescimento significativo a partir da década de 1990.
No atual torneio, a divisão dos uniformes é a seguinte: 14 seleções utilizam Adidas, 12 optam por Nike e 11 escolhem Puma.
A Adidas é a parceira comercial mais antiga da Fifa, com um acordo firmado em maio de 1970, que foi renovado várias vezes e permanece vigente até 2030. A empresa fornece a bola oficial das Copas do Mundo e participa do desenvolvimento tecnológico e do design dos produtos que se tornaram ícones do evento.
A Copa do Mundo de 1990, realizada na Itália, destacou a Adidas, que vestiu 15 das 24 equipes, incluindo grandes seleções como Alemanha e Argentina. A marca foi superada apenas em três edições por suas concorrentes: duas vezes pela Nike, em 2014 e 2022, e uma pela Puma, em 2006.
Em 1998, na França, ocorreu a maior diversidade de marcas de fornecimento de uniformes, com 12 empresas presentes, incluindo Adidas, Nike e Puma, entre outras. Desde 1970, um total de 44 empresas já produziram materiais esportivos para as 396 seleções classificadas. Embora tenha perdido espaço para as rivais, a Umbro se destaca como a marca mais longeva no ranking.
A Copa do Mundo é um evento privado realizado a cada quatro anos pela Fifa, onde as seleções se qualificam por meio de eliminatórias. No Brasil, a CBF é responsável por definir o treinador e os jogadores convocados, que, na realidade, são convidados, já que a participação é influenciada pelo grande ganho comercial do torneio. O governo brasileiro não tem influência na escolha da equipe que representa o país, que é selecionada por uma entidade privada.

LEIA TAMBÉM
Receba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →
