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MPSE apresenta denúncia contra homem acusado de envenenar ex-namorada com sorvete e simular duplo suicídio

O Ministério Público de Sergipe (MPSE)

10/06/2026 · 13h58
MPSE apresenta denúncia contra homem acusado de envenenar ex-namorada com sorvete e simular duplo suicídio

O Ministério Público de Sergipe (MPSE)</strong), por meio da 3ª Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri de Aracaju, ofereceu denúncia criminal contra um homem acusado de homicídio qualificado (feminicídio) e de fraude processual. Conforme a peça acusatória, o crime ocorreu no bairro Olaria, em Aracaju, e resultou na morte por envenenamento de uma jovem.

Segundo a denúncia das promotoras de Justiça, o acusado teria se aproveitado da condição de ex-namorado e do histórico de depressão da vítima para convencê-la a participar de um encontro em que ambos tirariam a própria vida. No endereço do denunciado, ele teria misturado uma substância química conhecida como “chumbinho” em potes de sorvete entregues à vítima. Perícias e investigações apontaram que apenas a mulher ingeriu o veneno, vindo a óbito de forma rápida.

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Após a consumação do homicídio, o homem teria adotado medidas para tentar eximir-se da responsabilidade penal ou caracterizar um delito de menor gravidade. Horas depois da morte da jovem, ele acionou o serviço de emergência médica afirmando também ter ingerido a substância e ter desmaiado. Entretanto, relatórios hospitalares e laudos de perícia indireta indicaram que o acusado deu entrada consciente e orientado, sem sinais clínicos compatíveis com intoxicação pelo produto.

Na denúncia, o Ministério Público qualificou o crime como feminicídio, com as agravantes do emprego de veneno e do uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Além disso, imputou ao denunciado o crime de fraude processual, em razão de suposta alteração da cena do crime para simular uma versão diversa dos fatos.

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O MPSE requereu que, concluídos os trâmites legais, o acusado seja pronunciado e submetido a julgamento perante o Tribunal do Júri. O órgão ministerial fundamentou a peça nas provas produzidas nas investigações e nos laudos periciais que instruem a ação penal.

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O caso teve ampla repercussão no estado e segue agora para as fases processuais determinadas pela Justiça.

 

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O Ministério Público de Sergipe (MPSE)</strong), por meio da 3ª Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri de Aracaju, ofereceu denúncia criminal contra um homem acusado de homicídio qualificado (feminicídio) e de fraude processual. Conforme a peça acusatória, o crime ocorreu no bairro Olaria, em Aracaju, e resultou na morte por envenenamento de uma jovem.

Segundo a denúncia das promotoras de Justiça, o acusado teria se aproveitado da condição de ex-namorado e do histórico de depressão da vítima para convencê-la a participar de um encontro em que ambos tirariam a própria vida. No endereço do denunciado, ele teria misturado uma substância química conhecida como “chumbinho” em potes de sorvete entregues à vítima. Perícias e investigações apontaram que apenas a mulher ingeriu o veneno, vindo a óbito de forma rápida.

Após a consumação do homicídio, o homem teria adotado medidas para tentar eximir-se da responsabilidade penal ou caracterizar um delito de menor gravidade. Horas depois da morte da jovem, ele acionou o serviço de emergência médica afirmando também ter ingerido a substância e ter desmaiado. Entretanto, relatórios hospitalares e laudos de perícia indireta indicaram que o acusado deu entrada consciente e orientado, sem sinais clínicos compatíveis com intoxicação pelo produto.

Na denúncia, o Ministério Público qualificou o crime como feminicídio, com as agravantes do emprego de veneno e do uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Além disso, imputou ao denunciado o crime de fraude processual, em razão de suposta alteração da cena do crime para simular uma versão diversa dos fatos.

O MPSE requereu que, concluídos os trâmites legais, o acusado seja pronunciado e submetido a julgamento perante o Tribunal do Júri. O órgão ministerial fundamentou a peça nas provas produzidas nas investigações e nos laudos periciais que instruem a ação penal.

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O caso teve ampla repercussão no estado e segue agora para as fases processuais determinadas pela Justiça.

 

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