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Policial

AFA nega intimações e apreensões de celulares em investigação dos EUA

A AFA desmente notícias sobre intimações e apreensões de celulares por autoridades dos EUA.

23/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h05
AFA nega intimações e apreensões de celulares em investigação dos EUA

A Associação Argentina de Futebol (AFA) desmentiu, nesta quarta-feira (22), informações que circulavam na imprensa sobre a intimação de seu presidente, Claudio Tapia, e do tesoureiro, Pablo Toviggino, pela Justiça dos Estados Unidos. A entidade classificou as notícias como “completamente falsas”.

Apesar do desmentido, a AFA confirmou que uma terceira pessoa foi convocada a comparecer diante de um grande júri norte-americano, podendo fornecer informações sobre diversas pessoas, incluindo dirigentes da organização. A situação gerou alvoroço, especialmente após relatos de que Tapia e Toviggino teriam sido abordados por agentes do FBI no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, na manhã de segunda-feira (20), antes da partida da delegação argentina após a final da Copa do Mundo.

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Segundo informações veiculadas, os agentes solicitaram os celulares de Tapia. O jornal Infobae destacou que as autoridades dos EUA estão investigando contratos comerciais que ultrapassam 300 milhões de dólares (aproximadamente R$ 1,6 bilhão) ligados à AFA, em meio a uma investigação mais ampla sobre as finanças do futebol argentino, que já havia sido alvo de operações em dezembro relacionadas a um suposto esquema de lavagem de dinheiro.

Uma testemunha que estava no aeroporto relatou que Tapia e Toviggino foram questionados por cerca de 30 minutos por agentes federais dentro de um ônibus estacionado na pista enquanto a seleção argentina se preparava para embarcar. A Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey, responsável pelo transporte na região, referiu-se ao caso ao FBI, que preferiu não comentar a situação.

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A AFA não revelou a identidade da terceira pessoa convocada pela Justiça dos Estados Unidos, mas enfatizou que as autoridades norte-americanas não tinham como alvo Tapia ou Toviggino. Em comunicado oficial, a associação reafirmou: “É absolutamente falso afirmar que Claudio Tapia ou Pablo Toviggino foram convocados a depor pela Justiça dos Estados Unidos. Também é falso dizer que seus celulares ou qualquer outro dispositivo eletrônico tenham sido apreendidos”.

A nota ainda destacou que o documento mencionado na imprensa “não impõe nenhuma medida pessoal ao presidente da AFA ou ao tesoureiro, não determina o comparecimento deles, não estabelece qualquer obrigação processual e não registra apreensão ou confisco de bens pertencentes a eles”.

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A Associação Argentina de Futebol (AFA) desmentiu, nesta quarta-feira (22), informações que circulavam na imprensa sobre a intimação de seu presidente, Claudio Tapia, e do tesoureiro, Pablo Toviggino, pela Justiça dos Estados Unidos. A entidade classificou as notícias como “completamente falsas”.

Apesar do desmentido, a AFA confirmou que uma terceira pessoa foi convocada a comparecer diante de um grande júri norte-americano, podendo fornecer informações sobre diversas pessoas, incluindo dirigentes da organização. A situação gerou alvoroço, especialmente após relatos de que Tapia e Toviggino teriam sido abordados por agentes do FBI no Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, na manhã de segunda-feira (20), antes da partida da delegação argentina após a final da Copa do Mundo.

Segundo informações veiculadas, os agentes solicitaram os celulares de Tapia. O jornal Infobae destacou que as autoridades dos EUA estão investigando contratos comerciais que ultrapassam 300 milhões de dólares (aproximadamente R$ 1,6 bilhão) ligados à AFA, em meio a uma investigação mais ampla sobre as finanças do futebol argentino, que já havia sido alvo de operações em dezembro relacionadas a um suposto esquema de lavagem de dinheiro.

Uma testemunha que estava no aeroporto relatou que Tapia e Toviggino foram questionados por cerca de 30 minutos por agentes federais dentro de um ônibus estacionado na pista enquanto a seleção argentina se preparava para embarcar. A Autoridade Portuária de Nova York e Nova Jersey, responsável pelo transporte na região, referiu-se ao caso ao FBI, que preferiu não comentar a situação.

A AFA não revelou a identidade da terceira pessoa convocada pela Justiça dos Estados Unidos, mas enfatizou que as autoridades norte-americanas não tinham como alvo Tapia ou Toviggino. Em comunicado oficial, a associação reafirmou: “É absolutamente falso afirmar que Claudio Tapia ou Pablo Toviggino foram convocados a depor pela Justiça dos Estados Unidos. Também é falso dizer que seus celulares ou qualquer outro dispositivo eletrônico tenham sido apreendidos”.

A nota ainda destacou que o documento mencionado na imprensa “não impõe nenhuma medida pessoal ao presidente da AFA ou ao tesoureiro, não determina o comparecimento deles, não estabelece qualquer obrigação processual e não registra apreensão ou confisco de bens pertencentes a eles”.

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