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Policial

Moraes determina prisão de investigada por atos em Brasília

Ministro do STF decreta prisão preventiva de Taís Simone por atos de 8 de janeiro.

23/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h05
Moraes determina prisão de investigada por atos em Brasília

Alexandre de Moraes, do STF, decretou a prisão preventiva de Taís Simone Prado Leal em 22/07/2026 após descumprir medidas cautelares e não ser localizada. De Petrolina (PE), ela é investigada pelos ataques de 8 de jan.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão preventiva da técnica agrícola Taís Simone Prado Leal, que é investigada por sua participação nos atos ocorridos em 8 de janeiro. A decisão foi proferida na quarta-feira, dia 22 de julho de 2026, após a acusada descumprir medidas cautelares e não ser localizada para intimação.

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Taís, natural de Petrolina, em Pernambuco, é alvo de investigações relacionadas aos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília. O mandado de prisão foi emitido depois que a Secretaria de Administração Penitenciária de Pernambuco (Seap-PE) tentou instalar o equipamento de monitoramento eletrônico, conforme determinado pelo STF, mas não conseguiu encontrá-la.

No passado, em 3 de março de 2024, Taís havia assinado um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com a Procuradoria Geral da República, onde admitiu sua participação em um acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, onde manifestantes pediam intervenção militar. No entanto, em março de 2025, Moraes revogou o acordo após a Polícia Federal obter novos dados do celular da investigada, que indicavam uma participação mais ampla nos atos do que a confessada anteriormente.

Entre as evidências levantadas pela PF estão dados de geolocalização que colocam o aparelho de Taís na Esplanada dos Ministérios no dia 8 de janeiro. A investigação também encontrou vídeos dela no local, acompanhada de outros manifestantes. Em uma de suas alegações, Taís teria afirmado estar em Natal (RN) em 6 de janeiro e que viajaria para Brasília dois dias depois.

Além disso, foram identificadas mensagens enviadas por Taís em 3 de janeiro, nas quais mencionou os CACs (colecionadores, atiradores desportivos e caçadores) como uma possível “solução” para retirar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do poder. Em uma das mensagens, ela diz:

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“Solução agora na minha opinião é os atiradores ajudar nós ou vão entregar suas armas? Os CACs?”

A decretação da prisão preventiva foi fundamentada no não cumprimento das obrigações de monitoramento eletrônico e na ausência em comparecer ao juízo responsável pela fiscalização das medidas cautelares. Moraes considerou as circunstâncias como indícios de evasão e risco à aplicação da lei penal.

Na decisão, o ministro destacou que “a acusada está deliberadamente desrespeitando as medidas cautelares impostas nestes autos, revelando seu completo desprezo por esta Suprema Corte e pelo Poder Judiciário, havendo indícios claros de evasão, em evidente risco à aplicação da lei penal”. Ele concluiu que não havia alternativa a não ser decretar a prisão preventiva de Taís, que se encontrava em local incerto e não sabido.

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Até o momento, as tentativas de contato com Taís e sua defesa não obtiveram sucesso, uma vez que não foi possível encontrar um telefone ou e-mail válido. As informações serão atualizadas caso uma manifestação seja recebida.

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Alexandre de Moraes, do STF, decretou a prisão preventiva de Taís Simone Prado Leal em 22/07/2026 após descumprir medidas cautelares e não ser localizada. De Petrolina (PE), ela é investigada pelos ataques de 8 de jan.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão preventiva da técnica agrícola Taís Simone Prado Leal, que é investigada por sua participação nos atos ocorridos em 8 de janeiro. A decisão foi proferida na quarta-feira, dia 22 de julho de 2026, após a acusada descumprir medidas cautelares e não ser localizada para intimação.

Taís, natural de Petrolina, em Pernambuco, é alvo de investigações relacionadas aos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília. O mandado de prisão foi emitido depois que a Secretaria de Administração Penitenciária de Pernambuco (Seap-PE) tentou instalar o equipamento de monitoramento eletrônico, conforme determinado pelo STF, mas não conseguiu encontrá-la.

No passado, em 3 de março de 2024, Taís havia assinado um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) com a Procuradoria Geral da República, onde admitiu sua participação em um acampamento em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, onde manifestantes pediam intervenção militar. No entanto, em março de 2025, Moraes revogou o acordo após a Polícia Federal obter novos dados do celular da investigada, que indicavam uma participação mais ampla nos atos do que a confessada anteriormente.

Entre as evidências levantadas pela PF estão dados de geolocalização que colocam o aparelho de Taís na Esplanada dos Ministérios no dia 8 de janeiro. A investigação também encontrou vídeos dela no local, acompanhada de outros manifestantes. Em uma de suas alegações, Taís teria afirmado estar em Natal (RN) em 6 de janeiro e que viajaria para Brasília dois dias depois.

Além disso, foram identificadas mensagens enviadas por Taís em 3 de janeiro, nas quais mencionou os CACs (colecionadores, atiradores desportivos e caçadores) como uma possível “solução” para retirar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do poder. Em uma das mensagens, ela diz:

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A decretação da prisão preventiva foi fundamentada no não cumprimento das obrigações de monitoramento eletrônico e na ausência em comparecer ao juízo responsável pela fiscalização das medidas cautelares. Moraes considerou as circunstâncias como indícios de evasão e risco à aplicação da lei penal.

Na decisão, o ministro destacou que “a acusada está deliberadamente desrespeitando as medidas cautelares impostas nestes autos, revelando seu completo desprezo por esta Suprema Corte e pelo Poder Judiciário, havendo indícios claros de evasão, em evidente risco à aplicação da lei penal”. Ele concluiu que não havia alternativa a não ser decretar a prisão preventiva de Taís, que se encontrava em local incerto e não sabido.

Até o momento, as tentativas de contato com Taís e sua defesa não obtiveram sucesso, uma vez que não foi possível encontrar um telefone ou e-mail válido. As informações serão atualizadas caso uma manifestação seja recebida.

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