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Agro

Agronegócio recua 2% no 1º tri de 2026 com queda de preços

O PIB do agronegócio cai 2% no 1º trimestre de 2026, após crescimento em 2025.

07/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h43
Agronegócio recua 2% no 1º tri de 2026 com queda de preços

Cepea e CNA informam que o PIB do agronegócio caiu 2% no 1º tri de 2026, após alta de 1,2% em 2025. A queda foi puxada pela perda de valor por causa da baixa nos preços.

No primeiro trimestre de 2026, o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio apresentou uma queda de 2%, em contraste com o crescimento de 1,2% registrado em 2025. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 7 de agosto de 2026, pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

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A redução do PIB do agronegócio foi impulsionada pela expectativa de diminuição do valor da produção. A queda nos preços superou os ganhos esperados nas atividades de produção agrícola e pecuária, resultando em um desempenho negativo para o setor.

Pesquisadores envolvidos na elaboração do estudo ressaltaram que essa tendência de queda é uma continuidade do movimento observado no quarto trimestre de 2025, encerrando assim uma sequência positiva que durou três trimestres. Com esse resultado, a participação do agronegócio na economia brasileira está estimada em 22,8%, uma redução significativa em relação aos 25,2% registrados em 2025.

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Na análise dos segmentos do agronegócio, todos apresentaram queda no primeiro trimestre de 2026. Os dados apontam que o setor primário, que abrange o cultivo da terra e a criação de animais, registrou uma diminuição de 4,15%. O setor de insumos teve uma queda de 2,15%, enquanto os agrosserviços apresentaram uma redução de 1,25%. Por fim, a agroindústria também caiu, com uma diminuição de 1,03%.

Esses números refletem um cenário desafiador para o agronegócio, que é um dos pilares da economia nacional. As expectativas para os próximos trimestres dependerão de diversos fatores, incluindo flutuações de preços e condições climáticas que podem impactar a produção.

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Cepea e CNA informam que o PIB do agronegócio caiu 2% no 1º tri de 2026, após alta de 1,2% em 2025. A queda foi puxada pela perda de valor por causa da baixa nos preços.

No primeiro trimestre de 2026, o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio apresentou uma queda de 2%, em contraste com o crescimento de 1,2% registrado em 2025. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 7 de agosto de 2026, pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

A redução do PIB do agronegócio foi impulsionada pela expectativa de diminuição do valor da produção. A queda nos preços superou os ganhos esperados nas atividades de produção agrícola e pecuária, resultando em um desempenho negativo para o setor.

Pesquisadores envolvidos na elaboração do estudo ressaltaram que essa tendência de queda é uma continuidade do movimento observado no quarto trimestre de 2025, encerrando assim uma sequência positiva que durou três trimestres. Com esse resultado, a participação do agronegócio na economia brasileira está estimada em 22,8%, uma redução significativa em relação aos 25,2% registrados em 2025.

Na análise dos segmentos do agronegócio, todos apresentaram queda no primeiro trimestre de 2026. Os dados apontam que o setor primário, que abrange o cultivo da terra e a criação de animais, registrou uma diminuição de 4,15%. O setor de insumos teve uma queda de 2,15%, enquanto os agrosserviços apresentaram uma redução de 1,25%. Por fim, a agroindústria também caiu, com uma diminuição de 1,03%.

Esses números refletem um cenário desafiador para o agronegócio, que é um dos pilares da economia nacional. As expectativas para os próximos trimestres dependerão de diversos fatores, incluindo flutuações de preços e condições climáticas que podem impactar a produção.

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