Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quarta-feira, 1 de julho de 2026
Pular para o conteúdo

Alcolumbre adia votação de PEC que cria aposentadoria especial para agentes de saúde

Saúde

Alcolumbre adia votação de PEC que cria aposentadoria especial para agentes de saúde

Davi Alcolumbre adiou a votação da PEC que cria aposentadoria especial para agentes de saúde.

30/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h32
Alcolumbre adia votação de PEC que cria aposentadoria especial para agentes de saúde

Publicidade

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou durante sessão semipresencial na terça-feira, 30 de junho de 2026, que a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14 de 2021, que propõe a criação de um regime de aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, será adiada. A proposta deverá ser debatida em cinco sessões, conforme informou Alcolumbre.

Publicidade

Publicidade

Essa decisão é considerada uma vitória para o governo, que busca evitar a aprovação dessa matéria, classificada como uma “pauta-bomba” devido ao potencial impacto fiscal significativo. O governo cogitava recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar a aprovação da proposta.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

De acordo com uma nota técnica do Ministério da Previdência Social, a implementação dessa medida pode acarretar um impacto financeiro de aproximadamente R$ 30 bilhões em uma década nos regimes de previdência. Alcolumbre ressaltou que o Senado “vai fazer o que manda a Constituição”, afirmando que a PEC será deliberada, mas que não haverá quebra de interstício para votar em primeiro e segundo turnos na mesma sessão, com a previsão de votação para o dia 15 de julho.

Em sua declaração, o presidente do Senado mencionou que tomou a decisão de adiar a votação após ter sido alvo de reportagens que associavam seu nome às chamadas pautas-bombas. Alcolumbre destacou que, apesar de enfrentar ataques de diversos setores políticos, tanto da direita quanto da esquerda, não pretende retirar a proposta de pauta.

O estudo do Ministério da Previdência Social indica que os sistemas previdenciários municipais sofreriam um impacto de R$ 18,46 bilhões, enquanto o orçamento da União poderia ser afetado em R$ 10,85 bilhões. A proposta, que já recebeu aprovação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 10 de junho de 2026, garante aposentadoria antecipada para os agentes comunitários que comprovem, no mínimo, 25 anos de contribuição e efetivo exercício na atividade, com idades mínimas de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Publicidade

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou durante sessão semipresencial na terça-feira, 30 de junho de 2026, que a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14 de 2021, que propõe a criação de um regime de aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, será adiada. A proposta deverá ser debatida em cinco sessões, conforme informou Alcolumbre.

Essa decisão é considerada uma vitória para o governo, que busca evitar a aprovação dessa matéria, classificada como uma “pauta-bomba” devido ao potencial impacto fiscal significativo. O governo cogitava recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar a aprovação da proposta.

De acordo com uma nota técnica do Ministério da Previdência Social, a implementação dessa medida pode acarretar um impacto financeiro de aproximadamente R$ 30 bilhões em uma década nos regimes de previdência. Alcolumbre ressaltou que o Senado “vai fazer o que manda a Constituição”, afirmando que a PEC será deliberada, mas que não haverá quebra de interstício para votar em primeiro e segundo turnos na mesma sessão, com a previsão de votação para o dia 15 de julho.

Em sua declaração, o presidente do Senado mencionou que tomou a decisão de adiar a votação após ter sido alvo de reportagens que associavam seu nome às chamadas pautas-bombas. Alcolumbre destacou que, apesar de enfrentar ataques de diversos setores políticos, tanto da direita quanto da esquerda, não pretende retirar a proposta de pauta.

O estudo do Ministério da Previdência Social indica que os sistemas previdenciários municipais sofreriam um impacto de R$ 18,46 bilhões, enquanto o orçamento da União poderia ser afetado em R$ 10,85 bilhões. A proposta, que já recebeu aprovação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 10 de junho de 2026, garante aposentadoria antecipada para os agentes comunitários que comprovem, no mínimo, 25 anos de contribuição e efetivo exercício na atividade, com idades mínimas de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA