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Aracaju, Terça-feira, 30 de junho de 2026
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Carlos Alberto Parreira apresenta melhora após cirurgia e permanece na UTI

Saúde

Carlos Alberto Parreira apresenta melhora após cirurgia e permanece na UTI

Carlos Alberto Parreira está estável e lúcido após cirurgia, mas ainda na UTI.

30/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h18
Carlos Alberto Parreira apresenta melhora após cirurgia e permanece na UTI

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O ex-técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, localizado na Barra da Tijuca, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Segundo o boletim médico divulgado nesta terça-feira (30), Parreira se encontra estável, respirando naturalmente com o auxílio de oxigênio, mas sem a necessidade de aparelhos respiratórios.

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No último sábado (27), o ex-treinador passou por um procedimento cirúrgico e, desde então, apresentou uma resposta positiva ao tratamento. Atualmente, ele está lúcido e vigilante, sob monitoramento contínuo da equipe médica.

O hospital informou que Parreira, que está enfrentando um quadro de inflamação pulmonar, está sendo assistido pelo pneumologista intensivista, Dr. Arthur Vianna, além de uma equipe multidisciplinar. Embora tenha mostrado sinais de melhora, ainda não há previsão de alta para o paciente.

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“Apesar da gradual melhora, Parreira segue sem previsão de alta da UTI”, informou a equipe médica.

Parreira, que já tem um histórico de saúde delicado, é portador de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que se origina no sistema linfático. Esta condição se caracteriza pela multiplicação desordenada de células malignas, originadas a partir de linfócitos, que são células de defesa do organismo.

A doença tende a se propagar de maneira ordenada entre os linfonodos, utilizando os vasos linfáticos para se espalhar pelo corpo. O linfoma de Hodgkin é mais comum em homens do que em mulheres e frequentemente se inicia nas regiões do pescoço e do tórax.

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Os especialistas alertam que, se não tratado adequadamente, o linfoma pode atingir outras áreas do corpo ao longo do tempo, tornando o acompanhamento médico essencial. A saúde de Parreira continua a ser monitorada de perto, e a expectativa é que ele continue a apresentar evolução positiva em seu quadro clínico.

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O ex-técnico da Seleção Brasileira, Carlos Alberto Parreira, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, localizado na Barra da Tijuca, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Segundo o boletim médico divulgado nesta terça-feira (30), Parreira se encontra estável, respirando naturalmente com o auxílio de oxigênio, mas sem a necessidade de aparelhos respiratórios.

No último sábado (27), o ex-treinador passou por um procedimento cirúrgico e, desde então, apresentou uma resposta positiva ao tratamento. Atualmente, ele está lúcido e vigilante, sob monitoramento contínuo da equipe médica.

O hospital informou que Parreira, que está enfrentando um quadro de inflamação pulmonar, está sendo assistido pelo pneumologista intensivista, Dr. Arthur Vianna, além de uma equipe multidisciplinar. Embora tenha mostrado sinais de melhora, ainda não há previsão de alta para o paciente.

“Apesar da gradual melhora, Parreira segue sem previsão de alta da UTI”, informou a equipe médica.

Parreira, que já tem um histórico de saúde delicado, é portador de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que se origina no sistema linfático. Esta condição se caracteriza pela multiplicação desordenada de células malignas, originadas a partir de linfócitos, que são células de defesa do organismo.

A doença tende a se propagar de maneira ordenada entre os linfonodos, utilizando os vasos linfáticos para se espalhar pelo corpo. O linfoma de Hodgkin é mais comum em homens do que em mulheres e frequentemente se inicia nas regiões do pescoço e do tórax.

Os especialistas alertam que, se não tratado adequadamente, o linfoma pode atingir outras áreas do corpo ao longo do tempo, tornando o acompanhamento médico essencial. A saúde de Parreira continua a ser monitorada de perto, e a expectativa é que ele continue a apresentar evolução positiva em seu quadro clínico.

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