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Política

Aliados pressionam Eduardo Amorim a disputar o Governo de Sergipe

O ex-senador Eduardo Amorim (PSDB) reafirmou que pretende concorrer ao Senado em 2026, mas reconheceu que parte de seus aliados tem insistido para que ele entre na corrida pelo Governo de Sergipe. Em entrevista ao portal Faxaju, o tucano lembrou que já aceitou o desafio de disputar o Executivo anteriormente e afirmou viver “um dos […]

17/10/2025 · 16h54
Aliados pressionam Eduardo Amorim a disputar o Governo de Sergipe

O ex-senador Eduardo Amorim (PSDB) reafirmou que pretende concorrer ao Senado em 2026, mas reconheceu que parte de seus aliados tem insistido para que ele entre na corrida pelo Governo de Sergipe. Em entrevista ao portal Faxaju, o tucano lembrou que já aceitou o desafio de disputar o Executivo anteriormente e afirmou viver “um dos melhores momentos” de sua carreira.

Segundo Amorim, a eventual candidatura ao Palácio de Despachos surgiu como estratégia para movimentar o cenário político estadual. Embora filiado ao PSDB, o ex-senador admitiu que pode migrar para outra legenda, caso o projeto eleitoral exija.

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Oposição busca nome de consenso

Nos bastidores, lideranças do PSDB e de outras siglas discutem a possibilidade de usar a experiência de Amorim como forma de unificar a oposição, que ainda procura um candidato com capilaridade política capaz de enfrentar a máquina governista. A trajetória do ex-senador na Assembleia Legislativa, na Câmara Federal e no Executivo é vista como trunfo para montar uma chapa competitiva.

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Governo já esboça formação

Do lado governista, a chapa majoritária começa a ganhar forma com o governador Fábio Mitidieri (PSD) disposto a buscar a reeleição. O deputado estadual Jeferson Andrade (PSD) é apontado como possível vice, enquanto André Moura (União Brasil) e Alessandro Vieira (MDB) aparecem como nomes cotados ao Senado.

Articulação com PL

Para efetivar a candidatura ao Governo, Eduardo Amorim depende de aval de lideranças do PL em Sergipe. Entre elas, o prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho, a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, e o deputado federal Rodrigo Valadares, que preside a sigla no estado. Caso essas articulações avancem, a entrada do ex-senador promete alterar o tabuleiro eleitoral sergipano.

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O ex-senador Eduardo Amorim (PSDB) reafirmou que pretende concorrer ao Senado em 2026, mas reconheceu que parte de seus aliados tem insistido para que ele entre na corrida pelo Governo de Sergipe. Em entrevista ao portal Faxaju, o tucano lembrou que já aceitou o desafio de disputar o Executivo anteriormente e afirmou viver “um dos melhores momentos” de sua carreira.

Segundo Amorim, a eventual candidatura ao Palácio de Despachos surgiu como estratégia para movimentar o cenário político estadual. Embora filiado ao PSDB, o ex-senador admitiu que pode migrar para outra legenda, caso o projeto eleitoral exija.

Oposição busca nome de consenso

Nos bastidores, lideranças do PSDB e de outras siglas discutem a possibilidade de usar a experiência de Amorim como forma de unificar a oposição, que ainda procura um candidato com capilaridade política capaz de enfrentar a máquina governista. A trajetória do ex-senador na Assembleia Legislativa, na Câmara Federal e no Executivo é vista como trunfo para montar uma chapa competitiva.

Governo já esboça formação

Do lado governista, a chapa majoritária começa a ganhar forma com o governador Fábio Mitidieri (PSD) disposto a buscar a reeleição. O deputado estadual Jeferson Andrade (PSD) é apontado como possível vice, enquanto André Moura (União Brasil) e Alessandro Vieira (MDB) aparecem como nomes cotados ao Senado.

Articulação com PL

Para efetivar a candidatura ao Governo, Eduardo Amorim depende de aval de lideranças do PL em Sergipe. Entre elas, o prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho, a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, e o deputado federal Rodrigo Valadares, que preside a sigla no estado. Caso essas articulações avancem, a entrada do ex-senador promete alterar o tabuleiro eleitoral sergipano.

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