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Anitta une funk 150 BPM e ritmos indígenas em ‘Okê’

Anitta lança "Okê", destacando ancestralidade e resistência indígena em seu novo álbum.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h00
Anitta une funk 150 BPM e ritmos indígenas em ‘Okê’

O single 'Okê', presente em Equilibrium II, mistura eletrônico, funk 150 BPM e percussão, homenageando povos indígenas. Produtor Carlos do Complexo afirma que a faixa celebra força, resistência e diversidade cultural.

A cantora Anitta, aos 33 anos, se destaca no cenário musical brasileiro após o lançamento de seu álbum “Equilibrium II”, que foi disponibilizado nas plataformas digitais no dia 23 de julho de 2026. Entre as faixas do projeto, a canção “Okê” chama atenção por combinar diferentes referências sonoras e instrumentais, refletindo uma rica diversidade cultural.

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Segundo informações do produtor musical Carlos do Complexo, a música celebra a força e a resistência dos povos indígenas, unindo elementos de funk 150 BPM, música eletrônica e uma sonoridade dançante. A letra da canção menciona diversos povos originários e traz imagens que remetem à mata, à ancestralidade e à sobrevivência, enquanto o visual proposto conecta natureza, tecnologia e diversidade.

O título “Okê” é uma saudação aos caboclos e encantados da mata, e a música conta com a participação do grupo de rap Guarani e Kaiowá, Brô MC’s, e da cantora e ativista indígena Katu Mirim. Em uma recente entrevista, Anitta ressaltou a intenção de unir a energia da natureza com a tecnologia em sua obra.

“Transformamos a floresta em pista de dança. É um dos meus visuais preferidos por mostrar essa rave de corpos diversos e livres, sabe? Rompendo com estereótipos associados aos povos originários e deixando claro que não existem inovação sem respeito à ancestralidade indígena,” afirmou a artista.

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No início da música, há um sample de “Cabocla de Pena”, gravação da artista e pesquisadora pernambucana Alessandra Leão, que tem se dedicado há mais de três décadas à valorização da ancestralidade na música brasileira. Alessandra explicou que a canção é um ponto tradicional da Jurema, uma tradição religiosa de raízes indígenas, e que também é cantada em terreiros de Umbanda. O álbum que contém a faixa, “Macumbas e Catimbós”, foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa em 2019.

A artista destacou que a canção busca valorizar tanto o passado quanto o futuro, abordando temas de força e sabedoria. Ao recuperar um canto ancestral, a produção coloca artistas indígenas em destaque e leva esses conhecimentos a uma produção pop com alcance internacional.

Alessandra também compartilhou que não tinha ciência de que sua gravação seria incluída no álbum. Na véspera do pedido de autorização, ela teve um sonho simbólico sobre algo que estava por vir, e sua companheira sonhou que Alessandra cantaria com Anitta, o que se concretizou no dia seguinte com o convite recebido.

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No último domingo, 9 de agosto, durante o segundo dia da “EQUILIBRIVM Tour” em São Paulo, Anitta subiu ao palco com Katu Mirim e Bro MC’s para uma performance de “Okê”, uma apresentação que simbolizou a data, já que ocorreu no Dia Internacional dos Povos Indígenas.

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O single 'Okê', presente em Equilibrium II, mistura eletrônico, funk 150 BPM e percussão, homenageando povos indígenas. Produtor Carlos do Complexo afirma que a faixa celebra força, resistência e diversidade cultural.

A cantora Anitta, aos 33 anos, se destaca no cenário musical brasileiro após o lançamento de seu álbum “Equilibrium II”, que foi disponibilizado nas plataformas digitais no dia 23 de julho de 2026. Entre as faixas do projeto, a canção “Okê” chama atenção por combinar diferentes referências sonoras e instrumentais, refletindo uma rica diversidade cultural.

Segundo informações do produtor musical Carlos do Complexo, a música celebra a força e a resistência dos povos indígenas, unindo elementos de funk 150 BPM, música eletrônica e uma sonoridade dançante. A letra da canção menciona diversos povos originários e traz imagens que remetem à mata, à ancestralidade e à sobrevivência, enquanto o visual proposto conecta natureza, tecnologia e diversidade.

O título “Okê” é uma saudação aos caboclos e encantados da mata, e a música conta com a participação do grupo de rap Guarani e Kaiowá, Brô MC’s, e da cantora e ativista indígena Katu Mirim. Em uma recente entrevista, Anitta ressaltou a intenção de unir a energia da natureza com a tecnologia em sua obra.

“Transformamos a floresta em pista de dança. É um dos meus visuais preferidos por mostrar essa rave de corpos diversos e livres, sabe? Rompendo com estereótipos associados aos povos originários e deixando claro que não existem inovação sem respeito à ancestralidade indígena,” afirmou a artista.

No início da música, há um sample de “Cabocla de Pena”, gravação da artista e pesquisadora pernambucana Alessandra Leão, que tem se dedicado há mais de três décadas à valorização da ancestralidade na música brasileira. Alessandra explicou que a canção é um ponto tradicional da Jurema, uma tradição religiosa de raízes indígenas, e que também é cantada em terreiros de Umbanda. O álbum que contém a faixa, “Macumbas e Catimbós”, foi indicado ao Grammy Latino de Melhor Álbum de Raízes em Língua Portuguesa em 2019.

A artista destacou que a canção busca valorizar tanto o passado quanto o futuro, abordando temas de força e sabedoria. Ao recuperar um canto ancestral, a produção coloca artistas indígenas em destaque e leva esses conhecimentos a uma produção pop com alcance internacional.

Alessandra também compartilhou que não tinha ciência de que sua gravação seria incluída no álbum. Na véspera do pedido de autorização, ela teve um sonho simbólico sobre algo que estava por vir, e sua companheira sonhou que Alessandra cantaria com Anitta, o que se concretizou no dia seguinte com o convite recebido.

No último domingo, 9 de agosto, durante o segundo dia da “EQUILIBRIVM Tour” em São Paulo, Anitta subiu ao palco com Katu Mirim e Bro MC’s para uma performance de “Okê”, uma apresentação que simbolizou a data, já que ocorreu no Dia Internacional dos Povos Indígenas.

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